conecte-se conosco


Agronegócio

Os canais de venda de produtos frescos no varejo estão mudando

Publicado

Os canais de venda de produtos frescos no varejo estão mudando. Segundo o relatório “O Poder do Produto 2019”, elaborado pelo Instituto de Marketing dos Alimentos (FMI) dos Estados Unidos, os supermercados ainda são os principais canais de compra de frutas e hortaliças frescas no país – utilizados por 55% dos consumidores.

Porém, outras formas de comercialização estão ganhando foco, como feiras de produtores e mercearias, especialmente entre os Millennials – apenas 34% dos consumidores deste grupo utilizam o supermercado como principal canal de compra.

E, para continuar atraindo essa nova parcela da população, o FMI aponta algumas estratégias, que vão desde a divulgação de dicas sobre como incorporar os alimentos frescos em diferentes refeições (a fim de estimular o consumo) até a incorporação de uma maior cesta de produtos com valor agregado com preço competitivo (voltado aos consumidores que buscam por praticidade).

O Instituto também destaca a importância do modo de transmitir a história dos produtos frescos em relação a outros canais concorrentes. Como? Mostrando de quais fazendas vêm esses produtos, seus usos e perfis nutricionais, especialmente para os premium, de origem local e orgânicos.

Veja Também:  Cursos do Soja Plus começam em março

Fonte: progressivegrocer.com

Comentários Facebook
publicidade

Agronegócio

Serpro lança plataforma de concessão de créditos de carbono

Publicado

Serpro lança plataforma de concessão de créditos de carbonoTrata-se de uma plataforma de validação de notas fiscais eletrônicas dos produtores e importadores de biocombustíveis. A validação possibilita a emissão de créditos de descarbonização para produtores e importadores.

O CBio é um certificado eletrônico emitido quando há diminuição de emissão de gases que provocam o efeito estufa, gerador do aquecimento global. Um crédito de carbono equivale a uma tonelada de CO2 (dióxido de carbono) que deixou de ser emitido para a atmosfera. A criação desse crédito é uma estratégia do governo federal para reduzir as emissões de poluentes.

A obtenção e validação de tais créditos são usadas para cumprimento das metas de redução de emissões definidas pela RenovaBio, a Política Nacional de Biocombustíveis. Os créditos podem ser vendidos pelos produtores e importadores na Bolsa de Valores. As distribuidoras de combustíveis fósseis, mais poluentes, são obrigadas a comprar uma determinada quantidade de CBio por ano.

Veja Também:  Como proteger sua lavoura de soja do ataque de pragas abaixo e acima do solo

Assim, para bater a meta definida pela RenovaBio, essas distribuidoras devem ir ao mercado, como a Bolsa de Valores, por exemplo, comprar os créditos. As aquisições estimulam as empresas de biocombustíveis a produzir mais para vender mais CBio e, consequentemente, reduzir as emissões.

A plataforma lançada pelo Serpro apenas valida as notas fiscais e calcula quantos créditos a empresa produtora deve receber. A negociação dos créditos no mercado é feito pela empresa fora da plataforma.

Quando se usam biocombustíveis também se libera carbono, mas em volume incomparavelmente menor do que quando se utiliza óleo diesel, por exemplo. Produtores e importadores de biocombustíveis, como etanol e biodiesel, estão contribuindo para evitar o aumento de emissão de CO2 e, por isso, podem quantificar a contribuição e vender essa “quantidade de redução de CO2” no chamado mercado de carbono.

Antes de contratar a plataforma, os produtores de biocombustíveis precisam obter um certificado aprovado pela Agência Nacional de Petróleo (ANP). Em seguida, podem contratar a plataforma utilizando o link.

Veja Também:  Dólar abre estável à espera de reuniões de política monetária e de olho em dados da China
Fonte: Agência Brasil

Comentários Facebook
Continue lendo

Agronegócio

Mesmo com redução na venda da soja, exportações mato-grossenses crescem 3,5%

Publicado

Mesmo com redução na venda da soja, exportações mato-grossenses crescem 3,5%Dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços mostram que as vendas mato-grossenses chegaram a U$ 17 bilhões e colocaram o estado na 6ª colocação do ranking nacional de exportadores, com 7,6% das vendas externas brasileiras. As importações também aumentaram em 25,8% e quase bateram a casa dos U$ 2 bilhões. Mesmo assim, o superávit da balança comercial também foi maior do que 2018: U$15 bilhões contra U$ 14,7 bilhões.

Apesar da redução no volume, a soja continua sendo, de longe, o principal produto de exportação mato-grossense, com 53% das vendas. A soja triturada teve redução de valor em 11%, em farelo de 21% e o óleo teve 16% a menos de vendas.

Por outro lado, o milho, o algodão e a carne tiveram aumentos significativos, o que segurou o saldo positivo da balança comercial. O milho cresceu 36% e representou 24% das vendas, sendo o segundo produto mais exportado. Na sequência aparecem o algodão com 9,4% (crescimento de 61%) e a carne, com 8,1% (aumento de 23%).

Veja Também:  ETANOL/CEPEA: Hidratado remunera mais que anidro pela 1ª vez nesta temporada

O mapa dos países compradores sofreu pouca modificação. As compras da China voltaram a cair, desta vez 4,8%, mas o país continua como principal destino dos produtos mato-grossenses, com 31% das compras.

O Vietnã, outro país comunista, aumentou as compras em 2,1% e assumiu a segunda colocação, com 5% da participação. O país do sudeste asiático passou o Irã, que reduziu as compras em 36% e caiu para o terceiro lugar, com 4,5% das compras. A Espanha (4,5%) e a Holanda (4,4%) fecham o top 5 dos clientes mato-grossenses.

Fonte: Só Notícias

Comentários Facebook
Continue lendo

Barra do Bugres e Região

Mato Grosso

Agronegócio

Esportes

Mais Lidas da Semana