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200 quilos de maconha são apreendidos em trabalho integrado entre PF e PM de MT e GO

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Uma ação conjunta entre policiais federais e militares de Mato Grosso e Goiás prendeu dois homens e apreendeu 200 quilos de maconha em Alto Araguaia , na manhã desta segunda-feira (23.09).

De acordo com o boletim de ocorrência, a primeira informação foi passada pelo Grupo Tático de Goiás, descrevendo que três veículos, um GM Blazer preta, VW Gol branco e um VW Fox prata estariam transportando entorpecente e passariam pela rodovia MT-100. A equipe solicitava apoio durante abordagem.

Foi montado um cerco na rodovia e o primeiro carro avistado e abordado foi a Blazer. O motorista identificado como E.V..s

(27 anos) e o passageiro L.M.S. (43) carregavam dois tambores com 50 litros de gasolina. Logo atrás vinha o Fox que efetuou uma manobra e retornou no sentido oposto.

Os policiais passaram a acompanhar o veículo que foi encontrado abandonado a pouco metros. Na vistoria no automóvel foram encontrados quatro sacos com vários tabletes de maconha.

O terceiro carro, o Gol, também foi abandonado a pouco metros.

Consta no B.O. que a estratégia do grupo já vinha sendo monitorado pela PF e PM de Goiás e que os dois detidos atuavam como batedores do Fox que carregava a droga. Outra informação é que a Blazer e Fox tinham rádios comunicadores amadores escondidos no interior do painel e estavam na mesma frequência.

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Serviço

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do disque-denúncia 0800.65.3939. Nesse número, sem custo de ligação, qualquer cidadão pode informar situações suspeitas ou crimes. Exemplos: a presença de foragidos da Justiça com mandado de prisão em aberto e ponto de venda de droga.

Por: Gazeta FM Tangara com assessoria

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Homem é preso acusado de abusar sexualmente de cinco crianças em Nova Olímpia

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Acusado abusada das sobrinhas

Um homem de 49 anos de idade foi preso na última sexta-feira, 27, acusado de pedofilia em Nova Olímpia. Investigações da Polícia Judiciária Civil apontaram que J.R.T.S, teria estuprado cinco vítimas, fato que fez com que o juiz da comarca de Barra do Bugres acatar o pedido de sua prisão.
De acordo com o delegado Adil Pinheiro de Paula, a PJC estava debruçada nas investigações desde o fim do mês de agosto.

“Esse suspeito, no mês de fevereiro desse ano tinha abusado de uma criança de apenas 3 anos de idade. Essa criança é sobrinha dele, sobrinha de sangue da mulher dele. Essa criança demorou todo esse tempo [de fevereiro a agosto] para noticiar o fato à mãe. Quando a mãe ficou sabendo dessa situação, levou a criança na Delegacia de Polícia. As investigações começaram com essa vítima e rapidamente, dentro de um mês, a Polícia Civil conseguiu identificar outras quatro vítimas, num total de cinco vítimas desse suspeito preso na data de hoje”, disse.

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Ainda conforme o delegado, quatro das cinco vítimas eram sobrinhas do homem preso. Graças às investigações a polícia apurou que além do caso de fevereiro deste ano, alguns casos aconteceram há mais de 10 anos. Os investigadores descobriram que o homem agia oferecendo balas e doces para persuadir as crianças. O homem foi interrogado e negou os cinco casos. Segundo o delegado, ele se disse surpreso com as acusações.

Redação DS

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Madrasta é presa suspeita de matar criança envenenada para ter herança

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Madrasta foi presa suspeita de matar criança de 11 anos envenenada em Cuiabá para ter herança de R$ 800 mil — Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Divulgação

 Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Divulgação

Uma mulher foi presa nesta segunda-feira (9) suspeita de ter matado a enteada de 11 anos envenenada, em Cuiabá. Segundo a Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica), Jaira Gonçalves de Arruda, de 42 anos, cometeu o crime para conseguir a herança da vítima, de R$ 800 mil.

A investigação apontou que a madrasta deu doses diárias de veneno para a menina durante dois meses. Uma substância de venda proibida foi ministrada gota a gota, entre abril e junho deste ano, de acordo com a Deddica. A operação que prendeu Jaira recebeu o nome do conto de fadas “Branca de Neve”.

Mirella Poliane Chue de Oliveira, de 11 anos, morreu em 14 de junho, após ser internada em um hospital particular da capital mato-grossense. Inicialmente, houve suspeita de meningite, bem como de abuso sexual, mas um exame de necrópsia no Instituto de Medicina Legal (IML), da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), descartou estas hipóteses.

O laudo pericial, até aquele momento, apontava como morte por causa indeterminada. Depois, através de exames, foram detectadas duas substâncias no sangue da vítima: uma delas veneno que provoca intoxicação crônica ou aguda e a morte.

Os sintomas da ingestão são visão borrada, tosse, vômito, cólica, diarreia, tremores, confusão mental e convulsões.

Internações

A Deddica descobriu que a menina era envenenada aos poucos para não levantar suspeitas. Todas as vezes que a menina passava mal era levada ao hospital, onde ficava internada de três a sete dias e, depois, melhorava. Ao retornar para casa, ela voltava a adoecer.

Foram, ao todo, nove internações em dois meses. Ela recebia diagnósticos de infecção, pneumonia e até meningite. Na última vez em que foi parar no hospital, a menina já chegou morta. O hospital não quis declarar o óbito, mas suspeitava ser meningite.

Na ocasião, foi acionada a Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), que diante de falta de evidências sobre morte violenta, requisitou vários exames por precaução. Num deles, foi detectada a substância venenosa no sangue da menina.

Motivo do crime

O caso foi encaminhado à Deddica que, por meio de investigação, descobriu o plano de envenenamento por conta de uma herança.

Madrasta foi presa suspeita de matar criança de 11 anos envenenada em Cuiabá para ter herança de R$ 800 mil — Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Divulgação

Madrasta foi presa suspeita de matar criança de 11 anos envenenada em Cuiabá para ter herança de R$ 800 mil — Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Divulgação

Parte do dinheiro ficaria depositada em uma conta para a menina movimentar na idade adulta. A Justiça autorizou que fosse usada uma pequena parte desse fundo para despesas da criança, mas a maior quantia só poderia ser acessada aos 24 anos. O dinheiro começou a ser pago neste ano.

Até 2018, a menina era criada pelos avós paternos. Em 2017, a avó morreu e, no ano seguinte, o avô também faleceu. Então, a garota passou a ser criada pelo pai e pela madrasta, Jaira Gonçalves de Arruda. A partir daí, a mulher deu início ao plano de matar a criança para ficar com a indenização, segundo investigadores.

A suspeita foi ouvida após a morte da menina e contou que convive com o pai da vítima desde que ela tinha 2 anos de idade e que se considerava mãe dela.

Jaira declarou que a enteada começou a ficar doente em 17 de abril de 2019, apresentando dor de cabeça, tontura, dor na barriga e vômito. A suspeita foi levada para a sede da Deddica, em Cuiabá.

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