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Na Assembleia de MT, 21 deputados gastam mais de R$ 64 mil da VI em fevereiro

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 Thalyta Amaral – Gazeta Digital

Nem mesmo o feriado prolongado de Carnaval fez com que os deputados economizassem na verba indenizatória de fevereiro e 22 deles gastaram mais de R$ 60 mil. Os mais econômicos foram Ulysses Moraes (DC), que apresentou pedido de ressarcimento de R$ 3.097,78, e Max Russi (PSB), que gastou R$ 58.500.

A verba indenizatória na Assembleia Legislativa é regulamentada pela resolução nº 3.569/2013 e é concedida mediante solicitação do parlamentar para compensar despesas no exercício das atividades legislativas. Atualmente, cada deputado estadual pode gastar R$ 65 mil por mês e precisa apenas requisitar o ressarcimento, sem explicar onde o recurso foi gasto e nem apresentar notas fiscais.

No ranking dos que mais gastaram estão Valdir Barranco (PT), que teve R$ 65 mil ressarcidos. Depois dele vem Romoaldo Junior (MDB), com R$ 64.999,50, Faissal Calil, que gastou R$ 64.998,30, e Dr. João, com R$ 64.996. Além de Max Russi e Ulysses Moraes, apenas Paulo Araújo gastou menos de R$ 64 mil, com pedido de ressarcimento de R$ 60.500.

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Apenas no primeiro mês de legislatura, os parlamentares gastaram R$ 1,4 milhão em verba indenizatória, fora o salário de R$ 25,3 mil, que custa R$ 607.200 por mês.

Deputado que menos gastou em verba indenizatória, Ulysses Moraes já propôs um projeto de lei para reduzir os valores pagos para esse tipo de ressarcimento. A proposta do parlamentar é diminuir pela metade esse valor, o que geraria uma economia de R$ 57 milhões ao longo dos 4 anos de mandato.

“Propus um projeto de lei para reduzir a verba indenizatória. Hoje a Casa não exige nada, não tem prestação de contas sobre esse valor. Nós ressarcimos os gastos, pode ser que mês que vem gastemos mais. Mas, para se ter uma ideia, eu solicitei 5% da verba indenizatória e depois de mim, o que menos gastou, solicitou R$ 58 mil”, alega o parlamentar.

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Veículo roubado em Tangará da Serra é recuperado pelo Gefron na fronteira com a Bolívia

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Carro havia sido roubado no dia 16 em Tangará da Serra (Imagem: Gefron/MT)

Cristiano Pires de Andrade de 35 anos foi preso pelo Grupo Especial de Fronteiras (Gefron-MT), durante patrulhamento nas imediações da cidade de Porto Esperidião. O suspeito dirigia um veículo roubado no dia 13 deste mês, em Tangará da Serra (MT).

De acordo com informações do Gefron, uma viatura realizava rondas pela região, quando avistou um veículo Renault Duster de cor prata e placa. Ao tentar realizar a abordagem, o condutor tentou empreender fuga da guarnição.

Após um acompanhamento, os policiais abordaram o condutor. Após checagem via base do GEFRON foi constatado que o carro havia sido roubado na cidade de Tangara da Serra (MT).

Em entrevista com o suspeito, informou que receberia o valor de R$ 1.500,00 para levar o veículo até o país vizinho, Bolívia. (Fonte: Agora MT)

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Estado discutirá construção de cadeia feminina nessa semana em Tangará da Serra

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Cadeia feminina está desativada 

Está agendada para a próxima sexta-feira, dia 22 de novembro, uma reunião em Tangará da Serra que contará com a participação do secretário adjunto de Administração Penitenciária do Estado, Emanoel Alves Flores, onde será discutido o futuro da cadeia feminina do município. A reunião, que foi pleiteada pelo vereador Professor Sabastian Ramos, acontecerá no período da manhã, na Câmara Municipal.

“Agradeço ao Governo do Estado por atender nossa solicitação”, relatou o parlamentar ao Diário da Serra, ao lembrar da desativação da cadeia feminina, que aconteceu na última semana. “Essa desativação sugere a possibilidade de construção de um prédio novo para abrigar as detentas, ficando os servidores com um local melhor para trabalhar (…) O principal elemento (da antiga estrutura) era insalubridade, que era evidente não só para as detentas, mas também para os servidores que ali trabalhavam. Um fator importante nesse assunto foi a questão da cobrança da população para tirar a cadeia do centro. Era uma cobrança antiga da sociedade para a unidade sair do centro.  O problema está parcialmente resolvido, uma vez que a remoção foi feita”, disse Ramos.

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Conforme o Diário da Serra já veiculou em edições anteriores, a expectativa é que um novo prédio da cadeia feminina seja construído nas proximidades do Centro de Detenção Provisória (CDP), formando assim um Complexo Penitenciário naquela região.

Rodrigo Soares / Redação DS

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