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Agronegócio

AÇÚCAR/CEPEA: Menor produção limita exportações em jan/19

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Cepea, 19/2/2019 – As exportações brasileiras de açúcar recuaram com certa força em janeiro. Segundo pesquisadores do Cepea, além do período de entressafra, o menor volume embarcado também reflete a queda na produção da commodity na região Centro-Sul do País nesta temporada. No mês passado, o Brasil exportou 1,097 milhão de toneladas de açúcar, volume 32,27% inferior ao de dezembro/18 (1,619 milhão de toneladas) e 30% abaixo do de janeiro/18 (1,566 milhão de toneladas), de acordo com dados do Comex (Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços). No mercado spot paulista, o volume negociado entre 11 e 15 de fevereiro aumentou ligeiramente, devido a um pontual aquecimento da demanda. Já os preços se comportaram de acordo com a qualidade do açúcar disponível – para os tipos Icumsa 150, a oferta seguiu restrita e os valores, firmes; já para o Icumsa 180, algumas usinas chegaram a reduziram os preços pedidos. Entre 11 e 15 de fevereiro, a média do Indicador CEPEA/ESALQ, cor Icumsa de 130 a 180, mercado paulista, foi de R$ 69,52/saca de 50 kg, queda de 0,6% em relação à da semana anterior (de R$ 69,95/saca de 50 kg). Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Agronegócio

Altos custos na produção de soja preocupam agricultores de Mato Grosso

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O valor é 7,5% mais alto do que na safra passada. Esse valor deve representar o recorde negativo de maior custo de produção, superando os valores de 2016/2017, quando o produtor gastava, em média, R$ 3,8 mil para plantar a soja

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Altos custos na produção de soja preocupam agricultores de Mato Grosso

Produtores do oeste de Mato Grosso estão preocupados com os custos para a próxima safra de soja. De acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o investimento necessário para plantar um hectare do grão no estado fica em torno de R$ 3,9 mil.

O valor é 7,5% mais alto do que na safra passada. Esse valor deve representar o recorde negativo de maior custo de produção, superando os valores de 2016/2017, quando o produtor gastava, em média, R$ 3,8 mil para plantar a soja.

De acordo com o instituto, o que mais tem puxado para cima os custos de produção são a alta do dólar e os fertilizantes, que tiveram os preços reajustados em quase 24%. Herbicidas, fungicidas e sementes também apresentam altas.

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Uma consequência é que o produtor Luciano Resende resolveu reduzir a área plantada. “É um ano de desafio para a cadeia do produtor rural”, avalia.

Segundo ele, em 2018 a saca de soja era vendida entre US$ 19 e US$ 21 dólares. ?Este ano, nós estamos vendendo a US$ 16, US$ 17?, conta.

Fonte: Globo Rural

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Agronegócio

Exportação de carnes saltarão de 7 mi de ton para 9,3 mi de ton ao final da década

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De acordo com o estudo, no período, as exportações dos três tipos devem crescer 3% ao ano

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Exportação de carnes saltarão de 7 mi de ton para 9,3 mi de ton ao final da década

As vendas externas de carnes (bovina, frango e suína) saltarão de 7 milhões de toneladas para 9,3 milhões de toneladas ao final da década, com destaques para carne suína (+34%) e de frango (+33%), aponta análise do Ministério da Agricultura divulgado nessa sexta-feira (26). De acordo com o estudo, no período, as exportações dos três tipos devem crescer 3% ao ano.

“O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, 2019) classifica o Brasil em 2028 como primeiro exportador de carne bovina, sendo a Índia o segundo, seguida pela Austrália e Estados Unidos. Nas exportações de carne de porco, o Brasil é classificado em quarto lugar, atrás da União Europeia, Estados Unidos e Canadá. Em carne de frango, o Brasil fica em primeiro lugar nas exportações, seguido pelos Estados Unidos e União Europeia”, aponta o estudo.

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O trabalho não avaliou os impactos do Acordo Mercosul – União Europeia, firmado em junho, em Bruxelas.

Fonte: MAPA

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