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Aldeia Umutina, em Barra do Bugres, prepara Dia das Crianças; Assembleia Social repassa brinquedos e ingredientes para bolo

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Toda criança merece comemoração nesta semana, não é mesmo? Não seria diferente para os 96 pequenos indígenas da Aldeia Umutina, de Barra do Bugres (170km de Cuiabá). E criança gosta mesmo é de brinquedo!

A Assembleia Social atendeu um pedido da Escola Estadual de Educação Indígena Jula Paré, encaminhado pelo gabinete do deputado estadual Carlos Avallone (PSDB), e levou na terça-feira (8) à aldeia 100 brinquedos e ingredientes não perecíveis para o preparo do bolo da festividade programada para amanhã (10).

A diretora da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira, aproveitou a oportunidade para levantar demandas da etnia indígena, buscar informações, com foco em proposições de políticas públicas. “Nosso objetivo é, cada vez, descentralizar os serviços prestados pela Assembleia Social, chegar a cada canto de Mato Grosso, atingir, de fato os mato-grossenses em toda sua pluralidade e, mais do que desenvolver ações pontuais, pensarmos juntos políticas públicas”, declarou a diretora.

Para chegar à aldeia, foi necessário percorrer mais de 170km de carro, atravessar de balsa um braço do rio Paraguai e caminhar por pouco mais de 1,5 quilômetro.

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A festinha será realizada em data a ser remarcada, pois as atividades da escola foram suspensas em respeito à cultura de luto do povo umutina, que recentemente perdeu um de seus anciões. Mas, para a criançada, não há cerimônia para pular nas águas e se divertir, quando “devolveram” a equipe à margem do rio, para retornar a Cuiabá.

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Além da equipe da Assembleia Social, participou da comitiva a assessora parlamentar do deputado Carlos Avallone, Cristiane Ribeiro de Oliveira, representando o gabinete que recebera a demanda da escola indígena.

Fonte: ALMT

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Prefeito acompanha ações dos Programas Saúde na Escola e Crescer Saudável

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Fonte: Assecom – João Menezes

Na manhã desta terça-feira, 12/11, o prefeito Raimundo Nonato e a primeira-dama, Irene Bernardino de Faria, acompanhados pelo Secretário de Saúde Municipal Fabio Rezende e profissionais da pasta, fizeram a entrega das primeiras balanças de pesagem de crianças, uma ação da Secretaria de Saúde em parceria com a Secretaria de Educação, através do Programa Saúde na Escola e Crescer Saudável. Através do Programa a Secretaria de Saúde fez a aquisição de 10 balanças.

Nesta ação, foram atendidas cerca de 450 crianças da Escola Municipal Infantil Silvana Daniel. Coordenada pela enfermeira Isabelle Feitosa, responsável pela Unidade de Saúde da Família São Raimundo. O programa tem acompanhamento da Pâmela Sotero, Educadora Física do NASF da Secretaria Municipal de Saúde.

Isabelle Feitosa e Pâmela Sotero disseram que as  ações são planejadas, para atender as escolas das zonas urbana e rural. Dentro do Programa algumas ações que são orientadas para identificar, através de um diagnóstico, crianças que estejam precisam de intervenção da Secretaria de Saúde, para melhorar a qualidade de vida dos alunos.

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Fabio Rezende ressalta que o Programa tem algumas metas a serem cumpridas com crianças de zero a 10 anos, nas escolas do município, realizando pesagem, altura, são identificadas crianças em situação de risco, como: desnutrição, sobrepeso e obesidade. Identificadas essas morbidades, as crianças serão encaminhadas as Unidades Básicas de Saúde, onde serão acompanhados por uma equipe multiprofissional médico clínico, nutricionista, enfermeira e educadora física.

O prefeito Raimundo Nonato enalteceu a parceria das Secretarias de Educação e Saúde trabalhando para melhorar o desenvolvimento da vida das nossas crianças que, muitas delas são carentes. Raimundo Nonato também ressaltou trabalho que a Secretaria de Educação, a qual vem implementando a qualidade na alimentação das crianças, onde os pequenos têm refeições de qualidade, proporcionados pelo Pode Executivo Municipal.

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Participação familiar é maior desafio enfrentado por gestores escolares

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O Dia do Diretor foi criado para reflexão sobre o importante papel daquele que é responsável pela administração e gestão da unidade escolar.

Rosane Brandão e Adilson Rosa | Seduc-MT

Diretora da escola Fernando Leite, Leyde Laura, com alunos – Foto por: Divulgação

Diretora da escola Fernando Leite, Leyde Laura, com alunos

O Dia do Diretor Escolar, comemorado nesta terça-feira (12.11), é uma oportunidade para refletir sobre o papel deste profissional que é responsável pela administração e gestão da unidade escolar.

Eleitos pela comunidade escolar, os diretores das escolas estaduais de Mato Grosso têm, entre seus maiores desafios, trazer os pais para para dentro da escola. Para a maior parte dos gestores, esta é uma tarefa difícil, mas compensadora e, principalmente, necessária.

Na concepção da maioria dos diretores, a participação dos pais no dia a dia da escola é fundamental para um ensino de qualidade e ter a escola como referência.

A diretora da Escola Estadual Fernando Leite de Campos, Leyde Laura de Sousa, em Várzea Grande, elencou como prioridade a participação dos pais nas atividades escolares. “Desde a elaboração de meu plano de trabalho, uma das prioridades é buscar o envolvimento da família na escola”, assegura.

Ela considera os resultados excelentes, pois os pais participam das reuniões e vão à escola não apenas para buscar os boletins escolares, eles se envolvem com todas as atividades.

Leyde Laura frisa que na maioria das vezes em que liga para os pais para falar sobre os alunos eles são atenciosos e, ao final, sempre agradecem pela preocupação que a escola tem com os seus filhos.

O maior desafio é justamente com os pais ausentes, cujos filhos encontram-se com desafazem na aprendizagem e na disciplina. “Infelizmente são pais em que ligamos duas, três vezes e não conseguimos contato. Então, acionamos o Conselho Tutelar para tomar as providências. Temos uma porcentagem de pais que não participam. Esse é o nosso alvo, porque a família na escola faz a diferença”, assinala.

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A escola, que está localizada na região central de Várzea Grande, atende 1.240 alunos, do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e do 1º ao 3º ano do ensino médio.

Para Conceição Aparecida Bastos, que há dez meses está à frente da Escola Estadual Nova Chance, que atende 2.800 alunos privados de liberdade, o maior desafio nesse período em que está como gestora foi promover uma gestão participativa e democrática, pautada em uma escola transformadora e libertadora, onde o aluno é parte específica e protagonista do processo de ensino-aprendizagem.

Professora da rede estadual há 28 anos, a diretora destaca que sempre acreditou que a educação é realmente o instrumento mais eficaz de transformação social, de qualificação e inserção, tanto na estruturação de vida quanto no mercado de trabalho.

“Justamente por crer na humanidade, é que vejo o estudo para os alunos privados de liberdade como um novo caminho, uma nova chance para ressocialização, construção e reconstrução de uma nova vida ao se reintegrarem na sociedade. Uma das funções da escola, como um todo, é dar a este aluno, uma chance de mudar e ter um futuro melhor. Estou convencida de que as opções de vida nessas circunstâncias específicas só podem ser melhores por meio da educação, portanto, o papel do gestor nesse processo é imprescindível”, observa.

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O diretor da Escola Estadual Marcio Schabtt Souza, localizada em Lucas do Rio Verde (a 354 quilômetros de Cuiabá), Wellington José Gobi Zarelli, concorda que ser gestor não é uma tarefa fácil, mas é imprescindível para a melhoria das condições de vida das pessoas que passam pela unidade escolar.

“Para mim, o mais prazeroso em ser diretor é servir à comunidade e fazer o possível para garantir as melhorias para esse espaço educacional, ou seja, é fazer o possível para melhorar a condição de vida de quem passa pela escola, mudando tanto a questão cognitiva quanto o contexto social. Ser diretor é dedicar-se ao máximo e mostrar-se à comunidade com respeito e de maneira democrática”.

Em seu segundo ano de gestão como diretor, Wellington Zarelli, que também foi coordenador por oito anos, acredita que a escola é protagonista quando se refere à mudança do contexto social. Por isso, o gestor deve trabalhar para fazer desse espaço um ambiente mais atrativo aos alunos para que os mesmos se integrem cada vez mais à escola e não fiquem em meios vulneráveis.

“A escola é o refúgio para nossas crianças e esse refúgio além de acolher é um espaço que vai moldar esse cidadão para ter desenvoltura tanto na sua vida social quanto nas questões financeiras, ou seja, a escola é um meio para alavancar a vida de qualquer ser que passe por esse espaço”, observa.

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