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Agronegócio

ALGODÃO/CEPEA: Baixa liquidez se mantém e Indicador cede

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Cepea, 20/03/2019 – Os negócios de algodão em pluma continuam em ritmo lento no mercado brasileiro, segundo pesquisadores do Cepea. Algumas indústrias demonstram baixo interesse por novas aquisições no spot, enquanto outras permanecem fora de mercado. Já cotonicultores estão atentos aos embarques de contratos firmados anteriormente, alegando que boa parte da safra 2017/18 já foi comprometida. Nesse cenário, entre 12 e 19 de março, o Indicador do algodão em pluma CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, caiu 0,6%, fechando a R$ 2,9115/lp na terça-feira, 19. Na parcial de março (até o dia 19), o Indicador recuou 0,69%. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Agronegócio

Produtores querem fim do FETHAB e 100% do valor aplicado em estradas precárias

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Rural

RD News

Produtores rurais esperam que até 2022, o Fethab do milho e o adicional chamado Fethab 2 sobre a soja sejam extintos. A contribuição criada no ano passado sobre o milho pelo governador Mauro Mendes (DEM), com aprovação da Assembleia, tinha perspectiva de arrecadar mais de R$ 150 milhões até dezembro. Já o aumento da tarifa sobre a soja visou arrecadar cerca de R$ 900 milhões sobre a soja.

O presidente da Aprosoja, Antônio Galvan pondera que o impacto para os produtores de milho só não foi prejudicial porque o preço do cereal valorizou ao longo do ano. “Na prática, continuamos contrários ao Fethab Milho. É uma tributação e não uma contribuição. O que está acontecendo com o milho hoje é uma exceção. Eu mesmo tinha definido em não plantar milho ano passado, pelos valores que estava naquele momento. Não era rentável. Há poucos anos que o milho é rentável em Mato Grosso”, relata o presidente, que neste ano pretende aumentar a área plantada em razão da melhor rentabilidade.

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Segundo Galvan, alguns fatores contribuíram para a virada do preço do milho no último ano, tais como o período de estiagem que comprometeu a produção na Índia e a quebra de safra em mais de 35 milhões de toneladas dos Estados Unidos. Já em Mato Grosso, também aumentou o consumo interno do grão, em razão do início da atividade de usinas de etanol de milho em Sinop e em Lucas do Rio Verde.

“O mercado demandou, então hoje com o preço que está o milho dá rentabilidade. Mas se o mercado tivesse continuado com aquela realidade, não teria como plantar milho. Agora, diante da demanda não dá para fugir da tua atividade”.

Em 2019, como protesto ao Fethab Milho, os produtores chegaram a marchar em protesto na Assembleia e no Palácio Paiaguás, para pedir a extinção da taxação. O governo não atendeu a demanda. “Continuamos críticos. Não aceitamos e não vamos aceitar que não seja aplicado 100% do Fethab em infraestrutura. Esperamos que em 2022 encerre a cobrança do Fethab Milho e o adicional da soja”.

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Por ocasião da criação do Fethab do Milho, o preço da saca de milho era comercializada em Mato Grosso na média de R$ 21, chegando a R$ 40, em período de maior comercialização. Hoje o preço se situa em R$ 33.

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Agronegócio

Crise entre EUA e Irã deve ser acompanhada com cautela, diz Tereza Cristina

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COMÉRCIO EXTERIOR: Crise entre EUA e Irã deve ser acompanhada com cautela, diz Tereza Cristina“Está muito cedo ainda, é um momento tenso para o mundo todo, mas isso ainda não nos afetou”, afirmou a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina. O Brasil é o maior exportador de milho para o Irã: as vendas somam cerca de US$ 1 bilhão, correspondente à metade da balança comercial entre os dois países.

Apreensão – A ministra reconhece que há uma apreensão, em virtude do cenário internacional, entre os agricultores brasileiros, que exportam ainda soja e farelo, carne bovina, açúcar, entre os principais produtos. “Nós não podemos misturar mercado e agricultura com a parte de defesa nacional”, disse Tereza Cristina, que esteve na quinta-feira (09/01) em Patos de Minas, cidade mineira grande produtora de milho, para participar da inauguração da Estrada da Serrinha, que recebeu cerca de R$ 6 milhões de recursos repassados pelo ministério.

Bom senso – “Por enquanto nós não temos ainda nenhum motivo para dizer que houve algum tipo de retaliação”, ponderou. Ela disse ainda esperar que o bom senso impere entre EUA e Irã e que os dois países se entendam, garantindo a paz mundial. “Os países árabes, não só o Irã, precisam de segurança alimentar e o Brasil é um dos países que podem dar essa segurança”, destacou. “O Brasil é um grande celeiro, a gente espera que isso se acomode o mais rápido possível e que a agricultura brasileira possa continuar a produzir e a contribuir para o abastecimento interno e mundial”, disse.

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Exportações – Tereza Cristina lembrou ainda que o Irã é sim grande importador de milho e de soja, mas o Brasil continua a abrir outros mercados. “Nós não podemos colocar todos nossos ovos numa só cesta”, comparou. “Esperamos poder continuar exportando para o Irã, para Arábia Saudita, para os Emirados Árabes, para o Kuwait, e para novos mercados na Ásia, além da China, com grande população e altas taxas de crescimento”, enumerou. “São países que têm um potencial de importação porque precisam de alimentos. O que o Ministério da Agricultura faz é esse equilíbrio: abrir novos mercados, não colocando todos os ovos numa cesta só”, enfatizou.

Fonte: Mapa

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