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Agronegócio

ALGODÃO/CEPEA: Liquidez é baixa e preço registra apenas ligeiras oscilações

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Cepea, 3/4/2019 – Os preços do algodão vêm apresentando poucas oscilações desde meados de janeiro. De lá para cá, o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, operou com mínima de R$ 2,9054/libra-peso e máxima de R$ 2,9536/lp, ou seja, diferença de apenas cinco centavos/lb. Como comparação, no mesmo período do ano passado, a oscilação era de 22 centavos/lb. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário está atrelado ao fraco ritmo de comercialização da pluma. As disparidades de preço e de qualidade dos lotes disponibilizados permanecem limitando os fechamentos entre os agentes ativos e também resultando em pequenas oscilações. Assim, entre 28 de fevereiro e 29 de março, o Indicador do algodão em pluma CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, acumulou elevação de apenas 0,1%, – a menor variação mensal desde dezembro/18. A média de março, de R$ 2,9262/lp, ficou 0,27% inferior à de fevereiro/19 e 8,58% abaixo da de março/18, em termos reais (valores atualizados pelo IGP-DI de fevereiro/19). Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Agronegócio

Dólar sofre ajuste após alta por temores sobre coronavírus, mas segue em torno de R$4,20

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Dólar sofre ajuste após alta por temores sobre coronavírus, mas segue em torno de R$4,20Depois de uma disparada na véspera devido a temores sobre o surto de coronavírus chinês, o dólar recuava contra o real nos primeiros negócios desta terça-feira, mas continuava em torno de 4,20 reais em meio à permanência da cautela nos mercados.

Na véspera, a aversão a risco impulsionou a divisa norte-americana a uma máxima em quase dois meses, de 4,2101 reais na venda, alta de 0,59%.

O contrato mais líquido de dólar futuro tinha queda de 0,20% nesta terça-feira, a 4,2020 reais.

Fonte: Reuters

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Agronegócio

Desempenho exportador das carnes na 4ª semana de 2020

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Desempenho exportador das carnes na 4ª semana de 2020Mesmo sem conseguir repetir o desempenho daquele que foi o melhor dezembro de todos os tempos, as exportações de carnes seguem num ritmo bem melhor que o observado há um ano, em janeiro de 2019, quando foi registrado – pela média diária da receita cambial – o mais fraco resultado dos últimos 19 meses.

Por exemplo, na quarta semana de 2020 (19 a 25, cinco dias úteis) obteve-se, pela média diária, receita cambial de US$47,516 milhões, valor 12% superior ao da semana anterior. E considerados os desempenhos mais recentes, o resultado de janeiro corrente (mês em que, geralmente, ocorrem os mais fracos embarques do ano) supera até aqui (outro exemplo), o que foi alcançado no último agosto, ocasião em que, normalmente, são registrados alguns dos melhores resultados mensais.

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De toda forma, por melhor que seja o desempenho do setor nesta última semana de janeiro, volume embarcado e receita cambial serão menores que os de dezembro passado. Para as três carnes.

Já em relação a janeiro de 2019, o desempenho será generalizadamente positivo. O maior ganho, neste caso (considerados os embarques até aqui efetuados), será o da carne suína, cujo volume pode ficar 42%acima do que foi registrado há um ano, neste mesmo mês.

A carne bovina, por sua vez, tende a um aumento anual em torno de 17%, enquanto para a carne de frango é sinalizado aumento da ordem de 11%.

A ressaltar, no entanto, que as três carnes – mas sobretudo a suína e a bovina – alcançam, no momento, significativa valorização em relação a janeiro de 2019 (de quase um terço a carne bovina; e de, praticamente, 30% a carne suína).

Em decorrência, os maiores ganhos devem ser observados na receita cambial. O sinalizado, por ora, é um incremento de quase 85% na receita da carne suína e de pelo menos 54% na receita da carne bovina. A carne de frango – cujo preço médio atual é 5% maior que o de um ano atrás – tende a gerar receita 17% maior que a de janeiro de 2019.

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Fonte: AviSite

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