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Agronegócio

Aprosoja lança campanha de incentivo ao patriotismo

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Fortalecimento Institucional

Aprosoja lança campanha de incentivo ao patriotismo

Até o momento, mil unidades já foram distribuídas nos 24 núcleos da instituição, espalhados por todos os cantos do Estado


26/02/2019

Com o intuito de estimular o patriotismo no meio rural, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) iniciou neste mês a campanha “Pátria no Campo”. Por meio da ação, os produtores rurais associados à entidade recebem uma bandeira do Brasil para ser hasteada na sede das fazendas. Até o momento, mil unidades já foram distribuídas nos 24 núcleos da instituição, espalhados por todos os cantos do Estado. 

Produtor no município de Sinop, Alessandro Lorenzi, já fixou o símbolo nacional na propriedade e acredita que a campanha é importante porque marca uma mudança na atitude do brasileiro que, segundo ele, tem se mostrado mais patriota nos últimos anos.

“É um marco na mudança do Brasil. Temos que mostrar que estamos mudando e nos tornando mais patriota. É importante que todos se unam nessa campanha, enfatizando nosso bem comum que é o desejo de uma nova etapa para o Brasil e também para afirmar que acreditamos no nosso país”, afirma o associado.

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Em Primavera do Leste, a produtora Rosana Galbieri Leal também aderiu e hasteou a bandeira na fazenda. A produtora incentiva os demais associados a aderirem ao ato para evidenciar a boa expectativa quanto ao atual momento político do país e reforçar o resgate do patriotismo.

“Precisamos resgatar a cultura patriota e mostrar que ainda acreditamos na nação. Nós produtores estamos esperando uma mudança nos próximos anos e fazemos questão de demonstrar isso. Importante que todos participem, porque quanto mais produtores estiverem inseridos mais a ação ganha força”, pontua.

O presidente da Aprosoja-MT, Antonio Galvan, enfatiza que, especialmente, o setor rural está bastante confiante nas mudanças pelas quais o país passa, portanto, a campanha é um ato de demonstração de que o produtor rural acredita no país, já que a ação nasceu de um desejo antigo dos associados.

“Estamos vivendo um novo momento no Brasil e tenho certeza que vale a pena nos engajarmos para manifestar que acreditamos no nosso país. Enquanto entidade representativa estamos atendendo um anseio dos produtores e distribuindo as bandeiras aos nossos associados, mas na prática quem irá fazer o processo é o associado, o produtor rural”, afirma Galvan.

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As bandeiras hasteadas estão distribuídas em várias propriedades rurais localizadas nos municípios de Sorriso, Sapezal, Querência, Campo Verde, Nova Xavantina, Alto Taquari, dentre outros. No entanto, a ação seguirá nos próximos meses com a distribuição de mais bandeiras.

SERVIÇO – Paralelo à ação no campo, a Aprosoja também lança a campanha nas redes sociais, onde será possível acompanhar o andamento da mesma e a adesão dos produtores, que têm enviado fotos e vídeos das fazendas com o símbolo nacional presente. Aqueles que desejarem participar do projeto “Pátria no Campo” devem procurar os supervisores locais da Associação ou ainda entrar em contato por meio do Canal do Produtor: (65) 3027-8100. Para acompanhar as redes basta seguir: Instagram: @aprosoja e Facebook: Aprosoja Mato Grosso.

 

Fonte: Ascom Aprosoja


Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215

Email: comunicacao@aprosoja.com.br

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União Europeia: tendências de suprimento dos três principais fornecedores de carne de frango

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União Europeia: tendências de suprimento dos três principais fornecedores de carne de frangoEm 2019, os três devem ampliar suas exportações para o bloco. Mas o Brasil – que já foi líder absoluto, continua como segundo fornecedor.

Nas projeções atualizadas do USDA, em 2019 a União Europeia deve importar cerca de 780 mil toneladas de carne de frango, os três principais fornecedores sendo responsáveis por mais de 90% desse volume. Porém, a participação brasileira – dez anos atrás correspondente a mais de 70% do total importado pela UE (680 mil toneladas em 2009) – deve, neste ano, ficar reduzida a pouco mais de um terço das 780 mil toneladas previstas.

A queda observada nestes 10 anos não é fato recente, começou na década passada, quando o planeta ainda sofria os efeitos da grande crise econômica mundial eclodida em 2008. No entanto, entre 2013 e 2016 as exportações brasileiras de carne de frango para a União Europeia permaneceram em relativo equilíbrio.

De toda forma, entre 2009 e 2016 o volume exportado recuou a uma média pouco superior a 2% ao ano – índice que, no ano seguinte , chegou a ser considerado “palatável”, pois então (2017) as exportações com destino à UE recuaram mais de 18%. Efeito, óbvio, da mal divulgada Operação Carne Fraca.

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O pior é que índice de redução muito similar se repetiu no ano seguinte, como reflexo da desabilitação, por parte da União Europeia, de 20 abatedouros brasileiros autorizados a exportar para o bloco. Neste caso, uma decorrência da segunda fase (2018) da Operação Carne Fraca.

Com isso, no biênio 2017-2018 o volume de carne de frango exportado pelo Brasil para a UE recuou perto de 36% e ensejou a ascensão da Tailândia ao posto de principal fornecedor de carne de frango dos países da zona do euro.

Não se pode dizer que tal ocorrência foi inesperada. Desde o final da década passada, superado o trauma da Influenza Aviária que quase dizimou a avicultura local, as exportações da Tailândia para a UE cresceram de forma praticamente contínua, enquanto a participação brasileira recuava ou se estabilizava. Mas a ocupação do primeiro posto era algo previsto para 2023 ou 2024. A deflagração da Carne Fraca apenas antecipou esse processo.

Até quatro ou cinco anos atrás Brasil e Tailândia, juntos, detinham a maior parte das importações europeias. Surge então, como novo player do mercado internacional, a Ucrânia – com exportações pouco representativas no início, mas já superiores a 100 mil toneladas anuais no corrente biênio.

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De acordo com o USDA, essa expansão é devida à assinatura, em 2014, de um tratado de livre comércio entre Ucrânia e União Europeia. Por outro lado, o rápido crescimento do volume importado é atribuído a uma brecha que possibilita à Ucrânia exportar peito de frango com osso para a UE com taxa “zero”, ou seja, sem nenhuma tributação. O produto é direcionado, normalmente, para a Holanda e a Eslováquia, onde é reprocessado.

Explica-se, pois, porque o Brasil viu reduzir-se, por exemplo, suas exportações de carne salgada: parte de seu espaço anterior está agora ocupado pela Ucrânia. O detalhe, neste caso, é que a brecha existente acaba em 2020. Então, as exportações ucranianas destinadas à UE estarão sujeitas às taxações europeias normais. Quem sabe seja a oportunidade de o Brasil retomar o terreno perdido.

Fonte: AviSite

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Contratos futuros do açúcar caem em NY; etanol hidratado recua

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Contratos futuros do açúcar caem em NY; etanol hidratado recuaO vencimento para outubro/19 foi firmado em 10.99 centavos de dólar por libra-peso, queda de 1 ponto. Na tela março/20 os contratos ficaram em 12.00 centavos de dólar por libra-peso, desvalorização de 7 pontos. Os demais lotes caíram entre 6 e 8 pontos.

Segundo a Reuters, “operadores disseram que a expectativa de aperto na oferta na temporada 2019/20 manteve um piso para preços, à medida que usinas buscam maximizar o uso da cana para produzir o etanol, mais lucrativo.”

Em Londres o único lote que fechou positivo foi o vencimento para dezembro/19, que subiu 90 cents de dólar e foi firmado em US$ 321,90 a tonelada. A tela para março/20 ficou em US$ 325,20 a tonelada, desvalorização de 90 cents de dólar. Os outros contratos caíram entre 70 cents e 1,50 dólar.

Mercado doméstico

No mercado interno o açúcar cristal também fechou em baixa pelos índices do Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 quilos foi comercializada ontem em R$ 60,48, desvalorização de 0,67% no comparativo com a véspera.

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Etanol hidratado

O indicador diário do etanol hidratado, medido pela Esalq/BM&FBovespa Posto Paulínia, desvalorizou, fechando cotado a R$ 1.801,50 o metro cúbico, queda de 0,19% no comparativo com a véspera.

Fonte: Agência UDOP de Notícias

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