conecte-se conosco


Agronegócio

Bolsa de Chicago atinge valores mais altos dos últimos meses para o milho nessa segunda-feira

Publicado

As principais cotações registravam valorizações entre 5,25 e 6,75 pontos por volta das 09h40 (horário de Brasília)

Portal do Agronegócio

Semana começa com preços internacionais do milho futuro em alta na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam valorizações entre 5,25 e 6,75 pontos por volta das 09h40 (horário de Brasília). O vencimento julho/19 valia US$ 3,90, o setembro/19 valeu US$ 3,96 e o dezembro/19 foi negociado por US$ 4,03 nessa segunda-feira (20).

Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os futuros de milho miraram as altas de dois meses durante a noite. Dezembro ficou acima de US $ 4, enquanto julho atravessou a média móvel de 200 dias.

O mercado segue apreensivo quanto ao plantio do milho americano, “o relatório do Progresso das Colheitas desta tarde será acompanhado de perto pelos comerciantes. O lento progresso do plantio poderia estar tirando mais de um bilhão de bushels do potencial de rendimento devido a menores rendimentos e área plantada e maior abandono”, diz Knorr.

Veja Também:  BOI/CEPEA: Menor preço do boi magro deve favorecer confinador em 2019

Milho: Em Chicago, mercado encerra sessão desta 6ª com valorizações

A sessão desta sexta-feira (17) foi marcada por ganhos nos preços do milho praticados na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais posições da commodity enceraram o dia do lado positivo da tabela com valorizações entre 4,25 a 3,50 pontos. O vencimento julho/19 era cotado a US$ 3,83 por bushel, enquanto o setembro/19 operava a US$ 3,90 por bushel.

Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, com uma safra de milho nos Estados Unidos plantada tardiamente e um clima mais úmido. O cereal encontrou base para subir mais 1% nesta na sexta-feira, atingindo os níveis mais altos desde janeiro.

“Está prevista para a região central dos EUA mais precipitações pela frente, na qual os os maiores volumes de chuvas vão ser nas grandes áreas do Kansas, Missouri, Dakota do Sul, Iowa, Minnesota e Wisconsin”, disse Knorr.

Mercado Interno

No mercado doméstico, a sexta-feira também foi de valorizações pontuais movimentações nos preços do cereal. Conforme levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, em Porto Paranaguá (PR), a saca futura do milho subiu 6,45% e fechou o dia a R$ 33,00.

Veja Também:  CEPEA: Escolaridade é o fator que mais influenciou positivamente o salário da mulher no agro

Em Ubiratã (PR), a valorização foi de 4,08%, com a saca de milho a R$ 25,50. Na região de Londrina (PR), o ganho foi de 2,00%, com a saca a R$ 25,50. Em Castro (PR), a alta foi de 3,13% com a saca a R$ 33,00.

Já na região de São Gabriel do Oeste (MS), a saca terminou o dia cotada a R$ 22,00 com uma alta de 2,33%. Na região de Palma Sola (PR), o ganho foi de 1,75% e a saca está ao redor de R$ 29,00. Em Assis (SP), a saca fechou o dia ao redor de R$ 28,50 com uma valorização de 1,79%.

De acordo com a Agrifatto Consultoria, o clima também preocupa por aqui, com um outono mais úmido do que a média dos últimos anos, a ocorrência de chuvas neste momento pode diminuir a qualidade do cereal, além de interferir nas operações de colheita.

Comentários Facebook
publicidade

Agronegócio

Subsídio e incentivo agroquímico passa R$ 14 bi no Brasil

Publicado

Dados divulgados em audiência pública sobre Isenção Fiscal de Agrotóxicos, realizada em Brasília

Portal do Agronegócio

Subsídio e incentivo agroquímico passa R$ 14 bi no Brasil

No Brasil, os pesticidas têm redução de 60% da base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) e isenção total do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), mostra reportagem do Portal Agropages. Mas não são só estas as formas de incentivo direto e indireto ao uso de agroquímicos, de acordo com dados divulgados em audiência pública sobre Isenção Fiscal de Agrotóxicos, realizada em Brasília.

Estimativas apontam que o país concedeu ao menos R$ 2,07 bilhões com a isenção fiscal concedida aos pesticidas. De acordo com o advogado defensor público Marcelo Carneiro Novaes, apenas no ano de 2016, mais de R$ 14 bilhões foram transferidos em subsídios tributários para a indústria de defensivos no Brasil, o que dá R$ 70 por habitante do País.

Desse total, R$ 8,3 bilhões seriam de benefícios fiscais de não cobrança de impostos como ICMS, IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), imposto de importação e outros. Houve ainda R$ 6 bilhões de subsídios tributários indiretos, pois a lei determina que o defensivo agrícola é um insumo, o que pode ser abatidos integralmente da renda tributável do produtor rural, pessoa física ou jurídica.

Veja Também:  Agricultores indígenas promovem evento em Mato Grosso

Novaes afirma ainda que há incentivos de crédito, por exemplo, como a taxa de juros do Plano Safra, pois os agroquímicos representam cerca de 17% dos custos da produção agrícola brasileira. E também incentivos financeiros, como anistia, repactuação de dívidas e os contratos de Barter.

“As empresas financiam a compra, com juros abusivos para o médio e pequeno produtor. Estimo que, se cobrarem a taxa de 15%, há uma transferência de renda do produtor agrícola para as empresas da ordem de R$ 4,5 bi no ano. É uma estimativa. Se as indústrias financiarem R$ 30 bilhões, e se forem lançados apenas três títulos de crédito, a perda de arrecadação seria de R$ 1 bilhão. Isso é uma estimativa conservadora”, afirma o defensor público.

“Não sou contra subsídios, mas sou contra a desoneração que nivela o agrotóxico mais perigoso com aquele menos tóxico e menos lesivo ao meio ambiente. Produtos desiguais merecem tratamento desigual. O Brasil exporta bilhões de dólares de commodities agrícolas que utilizam 80% de todo o agrotóxico que polui água, meio ambiente, usa pulverização aérea. Em 2017, foram US$ 96 bilhões, com arrecadação de R$ 5 mil. A participação da agropecuária e serviços relacionados (excetuando a indústria alimentícia) não passa de 0.3% do total de receitas”, sustenta.

Veja Também:  BOI/CEPEA: Menor preço do boi magro deve favorecer confinador em 2019

A cobrança de taxas sobre os agrotóxicos foi defendida por algumas entidades ativistas pelo meio ambiente e saúde. Uma das formas de cálculo seria a sua periculosidade: quanto mais tóxica a substância, maior deveria ser o imposto.

Comentários Facebook
Continue lendo

Agronegócio

Em constante crescimento, mercado de equinos movimenta R$ 16,5 bi ao ano no Brasil

Publicado

Animais atraem investidores e apaixonados, além de aquecer a economia do país

Portal do Agronegócio

Em constante crescimento, mercado de equinos movimenta R$ 16,5 bi ao ano no Brasil

Com 5,9 milhões de animais , o Brasil tem hoje o terceiro maior rebanho de equinos do mundo, perdendo apenas para China e México. Responsáveis pelo desenvolvimento dos principais ciclos econômicos do país, desde o Pau-Brasil, passando pelo açúcar e os metais preciosos, esses animais continuam movimentando a economia no século XXI, seja na lida, no lazer ou nas competições.

Mesmo com a automação promovida pela tecnologia, inclusive no campo, a indústria do cavalo continua empregando hoje seis vezes o que emprega a indústria automobilística no país. A atividade movimenta anualmente R$ 16,5 bilhões e gera cerca de 3 milhões de postos de trabalho. Os dados são do Estudo do Complexo do Agronegócio Cavalo, realizado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz/Universidade de São Paulo (Esalq/SP).

Entre os destaques desse nicho econômico, estão os animais da raça Mangalarga Marchador, que no ano passado apresentou um crescimento de 15% no número de negócios e criadores. Fruto do cruzamento de cavalos Álter, de origem portuguesa, com éguas selecionadas para sela, o sucesso da raça se deve à versatilidade que o animal apresenta: o atual plantel de 620 mil cabeças se divide entre animais utilizados no trabalho, lazer e esporte.

Veja Também:  Agricultores indígenas promovem evento em Mato Grosso

A diretoria da ABCCMM garante que o cenário é otimista. Hoje a entidade congrega 17.500 mil associados divididos em 81 núcleos nacionais e internacionais. Números que não param de crescer, são centenas de novos criadores do Mangalarga Marchador todo mês. Em 2018 foram 393 leilões, quase um para cada dia do ano, e movimentou um total de aproximadamente R$ 127 milhões.

Belo Horizonte recebe 38ª Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga Marchador

Para os criadores e apaixonados pela raça, a ABCCMM realiza de 16 a 27 de julho a 38ª Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga Marchador, no Parque Bolivar de Andrade (Parque da Gameleira).

Os 12 dias de evento vão além de leilões, competições e palestras técnicas. Com o sucesso das últimas edições, a exposição vem crescendo e incorporando programação para toda a família. Esta edição contará com circuito gastronômicos com deliciosas opções, choperia, lounges para descanso e confraternização, fraldário e drogaria.

Para a criançada, haverá Espaço Kids com brinquedos, jogos interativos, games, além de uma minifazenda com diversos animais.

Veja Também:  CITROS/CEPEA: Preço médio da tahiti é o 2º maior para um mês de abril

Comentários Facebook
Continue lendo

Barra do Bugres e Região

Mato Grosso

Agronegócio

Esportes

Mais Lidas da Semana