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Agronegócio

Brasil exportou menos açúcar e mais etanol em maio

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O Brasil exportou em maio 1,781 milhão de toneladas de açúcar bruto e refinado, queda de 15% em relação ao total embarcado em igual período de 2018

Portal do Agronegócio

O Brasil exportou em maio 1,781 milhão de toneladas de açúcar bruto e refinado, queda de 15% em relação ao total embarcado em igual período de 2018, de 2,095 milhões de toneladas. Quando comparado com as exportações de abril, de 1,264 milhão de toneladas, houve avanço de 40,9%.

Dados da Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia divulgados nesta segunda-feira (3/6) mostram que, do total exportado no mês passado, 1,550 milhão de toneladas foram de açúcar demerara e 230,4 mil toneladas de refinado. Os dados consideram 22 dias úteis.

A receita obtida com a exportação do alimento em maio foi de US$ 548 milhões, 46,6% maior que a registrada em abril, de US$ 373,8 milhões, mas 13,6% inferior à de maio de 2018, de US$ 634,5 milhões.

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No acumulado dos cinco primeiros meses de 2019, o volume exportado atinge 6,462 milhões de toneladas, queda de 17,2% ante o período de janeiro a maio 2018, de 7,805 milhões, com receita de US$ 1,907 bilhão, recuo de 27,5% sobre o total de US$ 2,629 bilhões de igual intervalo de 2018.

Etanol

O Brasil exportou 165,6 milhões de litros de etanol em maio, volume mais de 40 vezes superior aos 4,1 milhões de litros embarcados em abril e 82,6% maior que o de maio de 2018, quando foram embarcados 90,7 milhões de litros. A receita cambial com a venda do biocombustível alcançou US$ 77,9 milhões em maio, ante apenas US$ 3 milhões registrados em abril. Em relação aos US$ 51,3 milhões de maio de 2018, houve alta de 51,9% no faturamento.

No acumulado de 2019, o volume exportado alcança 534,1 milhões de litros, alta de 29,3% ante os 413,2 milhões de litros dos primeiros cinco meses de 2018, com receita de US$ 275,1 milhões, alta de 7,8% sobre o faturamento de US$ 255,1 milhões de igual período de 2018.

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Fonte: Estadão Conteúdo

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Agronegócio

Confinamento bovino cresce 5% em 2019, para 3,57 milhões de animais, diz Assocon

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Confinamento bovino cresce 5% em 2019, para 3,57 milhões de animais, diz Assocon

O ano de 2019 deve terminar com, aproximadamente, 3,57 milhões de bovinos confinados, alta de 5% em relação a 2018, estimou o presidente da Associação Nacional de Pecuária Intensiva (Assocon), Maurício Velloso. O resultado tem como base a apuração feita pela entidade em 1.400 unidades de confinamento no País. “Se somarmos a nossa análise com outras realizadas por frigoríficos e demais agentes do mercado, o avanço pode ficar entre 10% e 12% no comparativo anual”, afirma o executivo.

Velloso explica que muitos pecuaristas não conseguiram se beneficiar da atual disparada nos preços da arroba porque não haviam optado pelo confinamento anteriormente e, por consequência, não têm gado terminado para entregar neste fim de ano. No último bimestre, as chuvas vieram com atraso e postergaram a terminação dos animais a pasto para meados de janeiro, quando os preços da carne bovina tendem a arrefecer e afetar a capacidade de pagamento da indústria.

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“A maior parte dos pecuaristas está vendo a arroba em patamar elevado, sem ter animais terminados porque não fez a lição de casa. A mensagem que fica deste ano é que as coisas precisam mudar e a tendência é que a aplicação de tecnologias que conferem produtividade sustentável aumente no ano que vem”, avalia. O presidente comenta, ainda, que é necessário aumentar o foco na gestão de riscos da operação pecuária.Apesar da alta de 5% no confinamento em geral ter sido modesta, Velloso destaca que outras formas de intensificação na terminação do gado cresceram significativamente.

Segundo ele, muitos pecuaristas estão utilizando alimentação suplementada e outras técnicas que permitem uma terminação mais ágil no próprio pasto, sem a necessidade de recorrer a boitéis ou unidades que mantenham o animal em ambiente fechado. “Não conseguimos mensurar os dados de modo preciso, mas seguramente o confinamento a pasto foi o grande salto do segmento no Brasil e praticamente dobrou em 2019”, estima. Esta elevação é atribuída à conscientização dos produtores rurais.

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Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO

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Agronegócio

SOJA: Agricultura alerta produtores sobre riscos da ferrugem asiática

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SOJA: Agricultura alerta produtores sobre riscos da ferrugem asiática

Primeiros esporos – Os primeiros esporos foram observados em um coletor instalado no município de Vitorino. No entanto, não há identificação da doença nas plantas do talhão monitorado. “A presença dos esporos é um indicativo do patógeno (organismo capaz de causar doença) no ambiente, porém não necessariamente significa infecção da doença a campo”, explicou o gestor estadual do Projeto Grãos na Emater-PR, Edivan José Possamai.

Monitoramento – O gerente de Sanidade Vegetal da Agência de Defesa Agropecuária (Adapar), Marcílio Martins Araújo, também destacou que é natural que ocorra aparecimento de esporos a cada ciclo, “da mesma forma que já tivemos em outros anos”. “Mas é um indicativo de que eventualmente a doença pode se desenvolver, por isso há necessidade de que os técnicos e agricultores aumentem o monitoramento da lavoura”.

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Alerta – Segundo Possamai, uma das tarefas que cabem aos produtores de soja e técnicos é fazer a inspeção das folhas para observar se há sintomas da doença. Além disso, os agricultores devem acompanhar semanalmente as informações da rede formada por 240 coletores de esporos espalhados pelo Estado, acessando http://www.emater.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=349.

Eficiência – “Esse é um instrumento que o Estado oferece para melhorar a eficiência do manejo da ferrugem asiática da soja”, ressaltou. Por meio da rede, é possível acompanhar, a partir da confirmação dos esporos, o possível desenvolvimento da doença nos demais municípios da região e do Estado.

Apoio – Os técnicos reforçam, no entanto, que os dados dos coletores são apenas mais uma ferramenta de apoio no manejo da doença. Para que seja realizado o manejo químico da ferrugem com o uso de fungicidas, além dessa informação devem ser levados em conta a inspeção foliar, o estádio de desenvolvimento da cultura e condições climáticas.

Ferrugem da soja – A doença é causada por um fungo. Em razão de sua agressividade e potencial de redução de produtividade é uma das maiores preocupações dos produtores de soja. Quando a doença se instala provoca a desfolha precoce, podendo comprometer a completa formação dos grãos.

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Disseminação – Os esporos são facilmente disseminados pelo vento, por isso a importância dos coletores instalados no Estado. A folha doente apresenta pequenos pontos de cor mais escura na parte superior. Na parte de baixo, é possível perceber pequenas ondulações. Ali o fungo produz os esporos. A tendência é que essas ondulações tomem uma cor castanha mais escura que o restante da folha.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

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