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Britânicos relatam a experiência de só comer fast food por 3 semanas

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Um grupo de britânicos aceitou viver o desafio de passar três semanas comendo apenas fast food. Com um cardápio feito de hambúrgueres, pizzas e frango frito, eles dobraram a quantidade de calorias diárias
e sentiram diversos malefícios. Os médicos avisaram que seriam semanas críticas, mas eles não imaginavam que teriam tantos problemas de saúde.


Um grupo de britânicos passou 21 dias comendo apenas fast food e contam como ficou o corpo e a mente deles
Reprodução/Instagram

Um grupo de britânicos passou 21 dias comendo apenas fast food e contam como ficou o corpo e a mente deles


Segundo o portal britânico “The Sun”, a ideia do desafio, chamado “The Junk Food Experiment”, é mostrar o quanto é importante cuidar da alimentação e evitar comer coisas gordurosas em excesso, como fast food
. No experimento, o grupo consumiu cerca de 4 mil calorias por dia e a cada sete dias eles eram submetidos a diversos exames que depois eram analisados pelo conhecido médico Michael Mosley.

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Alguns dias depois de iniciarem a nova dieta, os participantes já começaram a demonstrar e sentir mudanças físicas e mentais. Ataques de ansiedade, problemas intestinais irreversíveis, insônia, baixa imunidade e danos no fígado são alguns dos problemas que apareceram.

O médico explica que esse tipo de alimentação
não afeta só a vida cotidiana, mas também a saúde física. “O risco de causar danos irreversíveis e o impacto geral em seus corpos é muito mais devastador do que alguém poderia imaginar ser possível em um curto espaço de tempo”, explica Michael.

O que aconteceu com cada participante após a dieta de fast food?


Os participantes do desafio passaram semanas comendo só fast food e isso se refletiu negativamente na saúde deles
shutterstock

Os participantes do desafio passaram semanas comendo só fast food e isso se refletiu negativamente na saúde deles


  • Tessa Sanderson, 62 anos, ex-atleta olímpica – risco de AVC

“Eu nunca tive pressão alta antes e de repente meus níveis foram elevados e os médicos me disseram que eu estava correndo o risco de ter um derrame”, conta Tessa, que é mãe adotiva de gêmeos de seis anos de idade.

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Ela continua: “Fiquei chocada! Eu cuido de mim, eu como saudavelmente, eu me exercito – eu realmente não achei que isso aconteceria. Ao ouvir isso, só pensei em meu marido e meus filhos e fiquei com um choro engasgado”. A ex-atleta também sofreu fortes dores de cabeça que interrompia seu sono.

“Eu não podia acreditar que  comer fast food em excesso
ia me afetar tão rápido. A obesidade é algo que eu realmente temo. Isso tende a aumentar e precisamos fazer algo sobre isso. Cabe aos pais começar a dar o exemplo em casa”, diz Tessa.

  • Nadine Dorries, 61 anos, deputada – intestino gravemente inflamado

Nadine Dorries foi uma das participantes que passou três semanas comendo fast food
Reprodução/Instagram @nadinedorriesmp

Nadine Dorries foi uma das participantes que passou três semanas comendo fast food

Antes do experimento, Nadine não comia um hambúrguer há 20 anos e ficou espantada com a rapidez com que sua saúde se deteriorou ao voltar a comer esse tipo de junk food
.

Além de engordar, ela sofreu com tremores nas mãos e quando precisou fazer um discurso decidiu que seria melhor ler o que tinha planejado falar, pois não estava conseguindo se concentrar.

A deputada seguiu o experimento à risca e mesmo em jantares de trabalho ela levava seu próprio hambúrguer para comer, só que isso lhe causou muitos problemas.

Uma amostra de fezes revelou que ela pode ter causado “danos irreversíveis” em seu intestino anteriormente sadio, pois passou a exibir os mesmos níveis de inflamação de alguém com uma doença inflamatória intestinal.

  • Hayley Tamaddon, 42 anos, atriz – crise crônica no intestino

Duas semanas após começar a nova dieta, Hayley já começou a sofrer com a síndrome do intestino irritável (IBS). A nova alimentação apenas com fast food a deixou severamente desidratada e isso afetou seus rins. A atriz lembra que chorava muito de dor quando foi ao médico para ser examinada. “Eu estava totalmente confusa e quando eles pressionaram minha barriga e sentia uma aflição.”

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A falta de hidratação no corpo foi uma das coisas que mais prejudicou Hayley durante esse processo. “Eu amo lutar boxe e tenho um treinador. Antes de fazer este experimento, meu condicionamento físico era ótimo. Então, eu passei a comer frango frito por uma semana e tudo mudou”, conta.

  • Peter Andre, 46 anos, cantor – danos no fígado 

Peter Andre não imaginava que sentiria os malefícios de comer fast food tão rápido
Reprodução/Instagram @peterandre

Peter Andre não imaginava que sentiria os malefícios de comer fast food tão rápido

Inicialmente, Peter gostou da ideia de levar uma dieta
à base de fast food. “Sempre acreditei que devíamos nos concentrar mais na atividade física do que no que comemos”, diz o cantor, que acreditava fielmente que podia comer de forma desregrada se treinasse com frequência.

Depois de sete dias, Peter já tinha engordado e um exame de ressonância magnética revelou que seu cérebro desenvolveu um padrão de comportamento que implorava por comidas não saudáveis.

Outro teste mostrou que a gordura em torno do seu fígado, que é bem perigosa, aumentou em 30%. Fora isso, Peter também sofreu com problemas relacionados ao sono.

“Eu nunca pensei que fosse possível a comida causar esse tipo de dano, e claramente ela pode”.

  • Shaun Wallace, 48 anos, caixa de banco – apneia do sono

Devido às preocupações durante o experimento, Shaun foi enviado para uma clínica especializada em sono, em Cambridge, e lá foi diagnosticado com apneia do sono. Os profissionais descobriram que a respiração dele parou por até dez segundos e a culpa foi atrelada a sua nova alimentação desregrada.

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Além disso, os níveis de glicose no sangue subiram e ele estava em um estado pré-diabético. Foi uma notícia preocupante para Shaun, pois seus pais tinham diabetes tipo 2 e os riscos dele desenvolver a doença consumindo fast food
se torna ainda maior. O caixa de banco, que também foi atingido por mudanças de humor, garante que depois dessa experiência vai ficar longe desse tipo de comida.

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Deputados de MT apresentam moção de repúdio e protesto contra ‘Lei Neymar da Penha’

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Por encaminhamento da Câmara Setorial Temática de Combate à Violência Contra a Mulher da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, os deputados Janaina Riva (MDB) e Wilson Santos (PSBD) apresentaram moção de repudio e protesto contra o teor do Projeto de Lei 3369/2019, proposto pelo deputado Federal Carlos Jordy (Vice-líder do Governo) batizado de “Lei Neymar da Penha”.

“É importante frisar que essa moção atinge tão somente o teor do projeto, não alcançando suas características constitucionais, uma vez que o deputado federal, que foi legitimamente eleito, possui a prerrogativa de propor ações legislativas, as quais eu a Câmara Temática defendemos. O repúdio se dá na ação midiática que, sem contextualizar e fazer o devido resgate histórico, modifica sem critérios técnicos, um dispositivo criminalizador e, no caso específico, afeta muito o tema”, explica a deputada.

Segundo Janaina, o PL ‘Neymar da Penha’ visa aumentar a penalidade para quem faz falsas acusações de crimes contra a dignidade sexual, porém, vale ressaltar que, em regra, os delitos contra a dignidade sexual e agressões não costumam possuir testemunhas já que geralmente praticados pelo agressor contra a vítima a sós. Para ela o projeto dificulta e desencoraja ainda mais as mulheres vítimas a denunciarem os agressores.

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“A mulher que é vítima de qualquer agressão, seja ela moral, física ou sexual geralmente tem muita dificuldade em denunciar o agressor justamente pelo julgamento e pela dificuldade de provar. E é por isso que palavra da vítima possui grande valor, quando analisada com o conjunto probatório. A mulher vítima de violência percorre um difícil caminho, até chegar à penalização do autor. Algumas acabam sendo revitimizadas, com os julgamentos sociais, com a mídia e, também, com o sistema de justiça. Não é possível permitir a inversão dos papéis, pois a legislação deve ser o principal canal a evidenciar a real vítima e o verdadeiro agressor. A cultura do estupro é percebida sempre na culpabilização e objetificação da vítima e neste sentido esse projeto de lei contraria ao que o país vive na atualidade, no que diz respeito ao enfrentamento e combate à violência contra as mulheres, máxime, a sexual”, afirma.

A deputada lembra ainda que a Lei Maria da Penha é o instrumento mais importante do País no enfrentamento à violência no âmbito doméstico e familiar, merecendo ser reconhecida nacionalmente, como é fora do Brasil. Segundo ela, a moção de repúdio e protesto se dá também ao desrespeito à Maria da Penha, mulher que dá nome à Lei e precisou recorrer às cortes internacionais para que o autor das sucessivas agressões que sofreu fosse punido, justamente por não encontrar amparo da legislação brasileira.

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“É de grande preocupação da Câmara Temática de Combate à Violência Contra a Mulher a forma desrespeitosa com que Maria da Penha Fernandes, que deu nome à Lei Maria da Penha, está sendo tratada no momento, passando, também, pela revitimação. O Brasil recebeu como recomendação internacional que a Lei 11.340\2006 fosse conhecida como Lei Maria da Penha, justamente para homenagear essa mulher vítima de violência doméstica que o País não havia dado o merecido tratamento quando sofreu as agressões. Apelidar o PL 3369\2019, de “Lei Neymar da Penha” é ofender à todas as mulheres brasileiras indistintamente. Esse projeto oferece ameaça às mulheres vítimas de estupro, que por anos a fio sofreram invisibilidade e julgamento com as discriminações e preconceitos vivenciados”, finaliza.

Assessoria de Imprensa

Jornalista Laura Petraglia – Audiovisual Jardel Silva

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Convidados querem levar 8 pessoas à casamento e web reage: “Não é um churrasco”

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Imagina só você convidar um casal para seu casamento e depois eles “informarem” que vão levar mais oito pessoas com eles? Esses noivos passaram por isso, e a situação viralizou nas redes sociais.

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casamento
Reprodução/The Sun

Casal convidado para um casamento decide levar mais 8 pessoas com eles e internautas reagem: “Não é um churrasco”


O caso foi compartilhado no Facebook e chamou a atenção dos internautas. “Um casal foi convidado para o casamento
e eles decidiram chamar outras 8 pessoas!”, diz a postagem.

Os noivos
entregaram o convite e pediram para o casal em questão responder “gentilmente até 15 de abril de 2019” quantas pessoas da família iriam à cerimônia, e eles apontaram que “10 pessoas vão comparecer”.

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Na parte em branco, a dupla ainda especifica: “Seis adultos, quatro crianças”. Além disso, eles levantaram a hipótese de uma 11ª pessoa também ir ao evento.

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Na web, a publicação gerou diversos comentários. “É um casamento, não é churrasco”, escreve um internauta. “Eu ligaria para eles e diria ‘não’. Se as outras pessoas fossem convidadas, elas teriam recebido um convite
”, opina outro.

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Uma usuária da rede social compartilhou história semelhante que ela viveu ao ter convidados surpresas na festa de casamento
. “Tiveram a coragem de reclamar do bolo (nós tínhamos feito um muito pequeno, só para nós)”, conta.

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