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Economia

Caixa amplia prazo da pausa na prestação habitacional para até 180 dias desde ontem (27)

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Clientes que optarem pela pausa devem solicitar a prorrogação pelo aplicativo Habitação CAIXA ou demais canais disponibilizados pelo banco

A CAIXA disponibiliza, a partir de hoje (27), a possibilidade de ampliação da pausa nas prestações dos créditos habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida (Faixas 1,5; 2 e 3), com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE) para um período de até 180 dias.

A medida faz parte das ações do banco para oferecer aos clientes alternativas para enfrentar os efeitos causados à economia pelo COVID-19. Para o presidente da CAIXA, Pedro Guimarães, “estender a pausa é mais uma medida importante do banco no suporte ao planejamento das famílias brasileiras nesse período de pandemia e à retomada da economia”.

Regras da pausa e cobrança de encargos:

Os clientes pessoas física e jurídica que já tiveram a pausa temporária de 120 dias concluída podem prorrogar o prazo por mais 60 dias. Quem ainda não optou por essa alternativa também pode solicitar a pausa de 180 dias.

Para as empresas, a opção de pausa é válida para os financiamentos à produção de empreendimentos e para os financiamentos de aquisição e construção de imóveis comerciais (modalidade individual). As opções de pagamento parcial dos encargos ou carência também foram estendidas para até 180 dias, porém não podem ser utilizadas em conjunto com a pausa.

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Durante o período de pausa, o contrato não está isento da incidência de juros remuneratórios, seguros e taxas. Os valores dos encargos pausados são acrescidos ao saldo devedor do contrato e diluídos no prazo remanescente. A taxa de juros e o prazo contratados inicialmente não sofrem alteração

Quem pode solicitar:

  • Clientes pessoa física com contratos em dia ou com até 180 dias em atraso (clientes que utilizaram o FGTS para reduzir uma parte da prestação também podem optar pela pausa);
  • Clientes pessoa jurídica com contratos em dia ou com atraso de até 60 dias (duas prestações).

Como solicitar:

Os clientes pessoa física podem solicitar a pausa de 180 dias, ou a prorrogação do período de pausa por mais 60 dias para os contratos já atendidos, pelo aplicativo Habitação CAIXA, pelos telefones 3004-1105 e 0800 726 0505, ou de forma automatizada pelo 0800 726 8068, opção 2 – 4 – 2.

Os clientes pessoa jurídica podem solicitar a pausa para contratos de aquisição e construção de imóveis comerciais pelo número 0800 726 8068, opção 2 – 4, ou com o auxílio do gerente de relacionamento. Para contratos de financiamento à produção de empreendimentos, a solicitação pode ser realizada somente por meio do gerente de relacionamento, que deve ser acionado preferencialmente por meio eletrônico.

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Canais de atendimento:

  • App Habitação CAIXA: disponível para os sistemas operacionais Android e IOS, pode ser baixado gratuitamente nas lojas GooglePlay ou AppStore.
  • 3004-1105 e 0800 726 0505, opção 7: disponível de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h.
  • 0800 726 8068, opções 2 – 4: disponível de segunda a sexta-feira, em qualquer horário, e aos sábados, de 10h às 16h.

Balanço:

Até o momento, mais de 2,4 milhões de mutuários já solicitaram a pausa na prestação habitacional. A CAIXA já registrou mais de 2,1 milhões de solicitações pelo aplicativo Habitação CAIXA, além de cerca de 170 mil atendimentos pelo telesserviço. Atualmente, 22 serviços são oferecidos pelo banco por meio do aplicativo e do telefone, para maior comodidade e segurança dos clientes. Saiba mais clicando aqui.

Assessoria de Imprensa da CAIXA

 

 

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Economia

57% das empresas preveem recuperação apenas para o médio-longo prazo

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De acordo com pesquisa da Boa Vista, maior parte das empresas acredita em retomada dos negócios em um período de seis meses ou mais

Pesquisa da Boa Vista realizada com empresários, de todo o Brasil, demonstra que, pouco mais de três meses após o início da crise ocasionada pelo novo coronavírus, a fotografia do cenário atual é de cautela e pouco otimismo. 57% das empresas acreditam que vai demorar seis meses ou mais para a recuperação dos negócios. A forte retração das vendas (77%) reflete negativamente no faturamento de 78% das empresas e de 76% no fluxo de caixa. A pesquisa ouviu 1.260 empresários dos setores indústria, comércio e serviços.

No que se refere ao quadro de funcionários, mesmo com a crise, 59% das empresas informam que não demitiram. Por outro lado, apenas 3% delas contrataram e 38% diminuíram o quadro funcional, principalmente no setor da indústria e nas médias e grandes empresas. As principais ações para diminuição de quadro foram: demissão (50%), suspensão temporária de contrato (26%) e redução da jornada (24%).

O levantamento feito pela Boa Vista também constatou que, em média, 45% das empresas estão pagando apenas parte de seus compromissos. Os micro e pequenos empresários são os que mais vêm sofrendo esse impacto, pois o fluxo de caixa dos mesmos é naturalmente menor.

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Busca por crédito

Em média, 39% das empresas buscaram por apoio financeiro, inclusive, em mais de uma instituição. Os bancos privados foram os mais procurados (40%), seguidos de instituições públicas (21%) e procura por familiares e amigos (14%).

Perguntados sobre obtenção de crédito, 49% dos empresários já conseguiram ou estão em vias de receber o crédito solicitado. Mesmo assim, quase metade não obteve sucesso nesta busca (51%). Entre os fatores estão o desconhecimento dos programas do governo (24%) e as exigências impostas (23%), aquém das possibilidades principalmente das PMEs.

Para 38% das empresas que adquiriram empréstimo, os recursos serão destinados para alavancar o capital de giro e 37% disseram que o destino será o pagamento de dívidas. Mesmo conseguindo o crédito, para 78% das empresas, o valor concedido será insuficiente para “cobrir” todas os compromissos financeiros.

Metodologia

A Pesquisa ‘Fotografia atual dos negócios, acesso aos programas de apoio aos empresários e perspectivas de recuperação’ foi realizada pela Boa Vista em junho, com 1.260 empresários, representantes dos setores do Comércio, Indústria e Serviços, de todas as regiões do Brasil. Para a leitura dos resultados considerar cerca de 2 p.p. (pontos percentuais) de margem de erro e 90% de grau de confiança.

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SOBRE A BOA VISTA

A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar os dados dos seus clientes em soluções para os desafios de empresas e consumidores.

Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores.

A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível. Por isso, Cadastro Positivo é na Boa Vista.

Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no site www.consumidorpositivo.com.br

Atualmente a Boa Vista é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação.

Relações com a Imprensa  –  Liliana Liberato

 

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Economia

100 mil consumidores já negociaram seus débitos com a Energisa

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Maioria das negociações foram realizadas pelos canais digitais do Grupo 

Com o objetivo de ajudar os clientes que sofrem os efeitos econômicos causados pela pandemia a manter a organização financeira, o Grupo Energisa está oferecendo condições especiais de parcelamentos para os consumidores que estão com suas contas atrasadas. Desde o início da pandemia, decretada no final do mês de março, mais de 100 mil acordos foram realizados.

“Essa oportunidade de negociação é válida para clientes atendidos em baixa tensão, como as residências, pequenos comércios e clientes rurais. Para se ter uma ideia, mais de 30% das negociações e renegociações foram realizadas para consumidores residenciais”, destaca Murilo Galvão, gerente do departamento de serviços comerciais da Energisa Mato Grosso.

“Não é necessário nenhum tipo de intermediação, basta o cliente entrar em contato com os canais oficiais da empresa e solicitar a negociação e/ou parcelamento de contas atrasadas”, enfatiza Galvão.

Para Sthenio Martins, economista formado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), é um momento importante para colocar tudo na ponta do lápis e aproveitar as condições de negociação que são oferecidas pelas empresas. “É preciso se organizar e definir as prioridades. Somente dessa forma é possível saber quais os gastos e fontes de receitas, verificar o valor, prazo de pagamento e analisar também possíveis gastos que podem ser eliminados durante a pandemia. Caso não seja possível realizar o pagamento de alguma dívida, é importante tentar renegociar. A pandemia não isenta o pagamento das contas, então é importante quitar as dívidas para não ficar inadimplente”, explica.  

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Como negociar?

Os clientes podem parcelar seus débitos com entrada facilitada e opções de parcelamento adequadas para a necessidade de cada cliente. “Temos feito todo o possível para que os clientes mantenham a vida financeira equilibrada e não deixem as contas acumularem. Além de ser uma excelente oportunidade, a negociação exclui o nome do devedor da lista dos órgãos de proteção ao crédito”, lembra Murilo.

Para negociar os débitos com a Energisa basta entrar em contato com a distribuidora pelo Whatsapp da Gisa (65 9999 7974) website, aplicativo Energisa On ou pelo Call Center. Pelo Whatsapp, é só escrever “Parcelamento” e a negociação será iniciada. 

Canais de atendimento:

Whatsapp Gisa (65) 9999-7974 (atende a todo o Estado de MT)

Call Center:  0800 6464 196

Aplicativo para celular Energisa On.

Bancos conveniados para pagamento: Caixa Econômica, Sicredi, Santander, Banco do Brasil, Bradesco, HSBC, Itaú e Sicoob.

Fonte: Assessoria

 

 

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