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Agronegócio

Campanha  Sou de Algodão ganha novo impulso

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A iniciativa da ABRAPA recebe todo o apoio da Tama Brasil, a empresa detentora da tecnologia para enfardamento do algodão

Portal do Agronegócio

Campanha Sou de Algodão ganha novo impulso

O Brasil está entre os cinco maiores produtores e exportadores de pluma, e é o maior fornecedor de algodão sustentável do mundo. Além disso, é campeão mundial em produtividade sem irrigação: mais de 90% das plantações dependem apenas da água da chuva para se desenvolver.

A campanha Sou de Algodão, uma iniciativa da ABRAPA – Associação Brasileira dos Produtores de Algodão – visa incentivar o uso da fibra natural na moda e no bem-estar dos brasileiros, informando o público sobre os inúmeros benefícios do algodão em termos de durabilidade, conforto e sustentabilidade ambiental, social e econômica.

O lançamento do movimento ocorreu durante o evento de moda SPFW – São Paulo Fashion Week – em outubro de 2016, surgindo como resposta da cadeia produtiva do algodão à crescente utilização de sintéticos na composição de tecidos para fabricação de peças de vestuário. O objetivo é conscientizar a indústria e os consumidores sobre a qualidade superior da matéria-prima produzida no Brasil.

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Sou de Algodão ganha reforço

A Tama, marca que embala o algodão brasileiro, é fabricante do RMW, produto desenvolvido especificamente para a colhedora de algodão da John Deere 7760 e CP 690. Este é o único produto no mercado que permite o enfardamento do algodão sem a necessidade de paradas durante a colheita, em uma perfeita interação com a colhedora, mantendo a integridade dos fardos expostos a condições climáticas e diminuindo os riscos de contaminação e desperdício do algodão. Foram 10 anos de desenvolvimento para chegar a um produto inovador, 100 % reciclável e que preserva a qualidade do algodão colhido no Brasil, indo ao encontro dos objetivos  do  movimento  Sou de Algodão.

Fonte: Biomarketing

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Agronegócio

Mercado de carne: Para onde vamos?

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Mercado de carne: Para onde vamos?Os Estados Unidos, atual maior produtor de carne bovina do mundo, tem sofrido diversos impactos da crise do coronavírus. Em seu último relatório o USDA (Departamento de Agricultura dos EUA), reduziu suas previsões anuais para produção de carne bovina, à medida que surtos de vírus entre trabalhadores forçam as fábricas a fechar ou diminuir a velocidade. O Departamento prevê que o total produzido pelo país será o menor pela primeira vez desde 2014 e 2015, respectivamente.

Do outro lado do mundo, a China, maior comprador mundial, deve continuar com importação expressiva de carnes bovina até o fim deste ano. O USDA estima que o país deve comprar 2,5 milhões de toneladas – volume 15% maior que no ano anterior. Isso porque, com baixa produção de carne suína em 2020, em virtude de muito produtores atingidos pela pandemia que resulta em altos preços do produto, muitos consumidores chineses vão optar pela carne bovina como uma proteína alternativa.

E o Brasil no meio disso tudo isso? Já somos os maiores exportadores de carne bovina desde 2004 e temos o maior rebanho comercial do mundo, que pode suprir toda essa demanda deixada especialmente pelos EUA.

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As divulgações recentes da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), indicam que as exportações de carne bovina devem superar em 2020 o recorde de 7,6 bilhões de dólares registrado no ano passado, mesmo diante da crise do coronavírus, isso porque os países que tiverem as cadeias mais organizadas, como o Brasil, vão ter a chance de aumentar sua participação em mercados globais.

O presidente da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), também considera que o sólido avanço da pecuária de corte no país nas últimas décadas leva a crer que seremos o maior produtor mundial de carne bovina em cinco anos, superando os EUA.

Mas e você, pecuarista, como surfar nessa onda de crescimento? Há só um caminho: o melhoramento genético. Graças ao investimento em genética realizado por criadores, a pecuária brasileira consegue, ano a ano, oferecer ao mercado animais cada vez mais jovens, com carcaças mais pesadas e com um melhor acabamento de gordura. Foi o melhoramento, por exemplo, que trouxe evoluções significativas para raça Nelore, que hoje é considerada mãe da nossa pecuária.

Para garantir a rentabilidade do sistema é necessário melhorar índices zootécnicos ligados à reprodução e ao peso dos animais. Como idade ao primeiro parto (precocidade), intervalos de partos, peso do bezerro aos 120 dias, à desmama, entre outros.

Todos esses critérios de seleção, significam uma coisa: mais rentabilidade no final do processo. Por isso é fundamental que os pecuaristas invistam e considerem o melhoramento genético como um ponto crucial no seu negócio. Sem ele, o criador não conseguirá atender exigências do mercado como qualidade da carne, acabamento de carcaça, entre outros, e não poderá aproveitar as boas projeções para o setor nos próximos anos.

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A Alta Genetics, líder mundial do segmento, investe anualmente 1,5 milhão de reais em treinamento de sua equipe para oferecer ao produtor atendimento técnico de qualidade que vai suportar suas tomadas de decisão na fazenda. A chave do sucesso é justamente esse conhecimento técnico, somado a produtos de qualidade, que podem entregar resultados superiores da porteira para dentro.

Analisamos todos os aspectos do cliente, onde está e onde quer chegar, para combinar então com programas que vão ajudar a identificar os melhores touros para aquela realidade, e permitir ganhos de produtividade, qualidade e rentabilidade.

Portanto, mesmo que tenhamos um cenário negativo a curto prazo, as perspectivas para o mercado brasileiro para os próximos anos são extremamente positivas, e as decisões para que se aproveite essa subida, devem ser tomadas agora. Então não se esqueça, melhoramento genético é necessidade para todos.

Por Heverardo Carvalho, Diretor da Alta Genetics do Brasil

Fonte: Alta Genetics

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Agronegócio

Exportações de soja do Brasil devem alcançar 77,5 mi t em 2020, estima Safras

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Exportações de soja do Brasil devem alcançar 77,5 mi t em 2020, estima Safras“O aumento na projeção é reflexo da demanda chinesa acima do normal no primeiro semestre do ano, bem superior ao esperado”, disse em nota o analista da consultoria Luiz Fernando Roque.

Com a revisão, o volume exportado em 2020 representa uma alta de 5% sobre o total de 74 milhões de toneladas embarcado no ano anterior, conforme as estimativas do Safras.

Na avaliação da consultoria, a oferta total da oleaginosa deverá subir 4% na variação anual, para 125,82 milhões de toneladas. A demanda total, por sua vez, está projetada em 124,3 milhões de toneladas, aumento de 3% sobre o ano anterior.

“Desta forma, os estoques finais deverão subir 58%, passando de 960 mil para 1,519 milhão de toneladas”, disse a consultoria.

Fonte: Reuters

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