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Agronegócio

Carne de frango: volume abatido sob inspeção recuou 1,38% em 2019

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Carne de frango: volume abatido sob inspeção recuou 1,38% em 2019No caso, o que mais chama a atenção é a redução no número de cabeças abatidas em relação ao mesmo trimestre de 2018. Ou seja: se os resultados econômicos do final do ano passado estiveram acima das expectativas (nominalmente, esse foi o melhor trimestre de todos os tempos para o frango abatido) não foi apenas porque o mercado de carnes esteve supervalorizado, mas também porque o número de cabeças abatidas no período recuou: 2,74% a menos que no mesmo período do ano anterior.

Em menor nível – queda inferior a 1% – essa redução esteve presente também no volume de carne produzida. E se o retrocesso verificado foi de apenas 0,76%, só se pode concluir que os frangos abatidos no período alcançaram um peso maior. O apontado é um incremento de 2,04%.

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Notar, a propósito, que o aumento do peso médio no quarto trimestre de 2019 foi uma exceção. Pois nos três trimestres anteriores ele sofreu redução (em parte porque no mesmo período de 2018 o peso médio dos frangos abatidos subiu além do normal em decorrência da paralisação dos transportes, pela greve dos caminhoneiros). Assim, na média anual, o peso médio do exercício passado sofreu redução ligeiramente superior a meio por cento.

Em decorrência, ainda que o número de cabeças abatidas em 2019 tenha aumentado perto de 1% (o que, na verdade, significa estagnação), o volume de carne produzida recuou 1,38%, ficando abaixo dos 13,5 milhões de toneladas.

Notar que nos números do IBGE para o frango estão inclusas matrizes (machos e fêmeas) e poedeiras descartadas. Por outro lado esses números estão restritos aos abatedouros com inspeção federal, estadual ou municipal. O órgão cita, ainda, que a carne produzida provém de carcaças desprovidas de cabeça, órgãos e vísceras torácicas e abdominais. Mas ressalva que, no caso das aves, especificamente, é facultativa a retirada dos rins, pés, pescoço e cabeça.

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Fonte: AviSite

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Agronegócio

Prefeitura e Grupo Barralcool promovem higienização das ruas de Barra do Bugres diariamente

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A limpeza se dá principalmente em áreas de grande aglomeração de pessoas durante o dia

 Trabalho realizado na noite de quinta-feira

Para combater o avanço do coronavírus, por meio de uma parceria entre Prefeitura de Barra do Bugres e grupo Barralcool, todas as noites está sendo realizada limpeza das vias, com maior fluxo de pessoas durante o dia. Um caminhão pulveriza, em forma de névoa, o cloro diluído em 3%.

A limpeza se dá principalmente em áreas de grande aglomeração de pessoas durante o dia, ou seja, nas avenidas principais e nas calçadas. O foco principal de limpeza tem sido em frente a prédios públicos de atendimento à população, como Unidades de Pronto Atendimento, bancos e comércio.

Fonte: Assecom

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Agronegócio

Indústria e produtor de soja enfrentam alta no frete devido a coronavírus

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Indústria e produtor de soja enfrentam alta no frete devido a coronavírus“O mercado de frete está se ajustando, como tem caminhoneiro que não está querendo fazer rota longa, o preço do frete está subindo. Tem que escoar, o preço sobe mesmo, basicamente é isso que está acontecendo”, disse André Nassar, em entrevista à Reuters.

Ele afirmou que alguns agricultores sofreram um aumento de custos para levar a soja de caminhão até os armazéns, enquanto tradings também enfrentam o problema para escoar a soja já negociada com os produtores.

Mas o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) disse que, apesar do aumento do custo maior, são raros os relatos de empresas associadas sobre falta de caminhão para levar o produto até os portos.

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“Não é que o caminhão virou um problema, mas o que aconteceu é que o frete subiu”, disse ele, sem dar detalhes sobre o aumento no valor do frete.

Ele disse que medida do governo publicada nesta sexta-feira, que estabelece restaurantes e outros serviços como essenciais para caminhoneiros, deverá ajudar no escoamento da safra recorde de soja do Brasil.

Nassar disse ainda, que apesar dos desafios, o Brasil conseguirá exportar os volumes de soja demandados.

Fonte: Reuters

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