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Mato Grosso

Cedca abre inscrição para capacitação sobre Conselhos Tutelares

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Estão abertas as inscrições para a capacitação sobre o Processo Unificado de Escolha de Conselheiros Tutelares 2019, módulo II, voltada para conselheiros municipais dos Direitos da Criança e Adolescente do Estado de Mato Grosso.

O curso será realizado no dia 11 de março, no auditório da Procuradoria Geral da Justiça, localizado na Rua 4, s/n – Centro Político Administrativo, em Cuiabá. Clique aqui e faça sua inscrição.

A iniciativa é do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e Adolescente (Cedca), vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania  (Setasc), e tem como objetivo orientar e preparar os profissionais com temas pertinentes ao Processo Unificado de Escolha de Conselheiros Tutelares 2019, que será realizado no dia 6 de outubro em todo o Brasil.

Outro tema que será abordado no evento é a campanha estadual de arrecadação de recursos do imposto de renda 2019 para o Fundo da Infância e Adolescência (FIA), lançada na segunda-feira (25), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

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Para o conselheiro do Cedca, Leandro Fábio Momente, a capacitação é fundamental para profissionais que lidam com o tema no dia a dia. “O objetivo é preparar os conselheiros municipais, em especial atenção ao edital do Processo Unificado, que está previsto no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) e na resolução nº 170 de 10 dezembro de 2014, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e Adolescente (Conanda)”.

O curso tem carga horária total de 10 horas. O período de inscrição encerra no dia 6 de março, às 18h. Para mais informações sobre a capacitação, envie um e-mail para: cedca@setas.mt.gov.br ou ligue no telefone (65) 3624-5796.

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Mato Grosso

Hortifrúti registra alta de preços nesse início de ano

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Produtos como maxixe, vagem, milho verde e o de pipoca tiveram aumento no custo direto ao mercado atacadista nesta semana

Luciana Cury | Seaf-MT

Preço da uva niagara, ao contrário de outros itens, reduziu 20%. A caixa de 7kg de uva custava R$ 60 há sete dias, e hoje está sendo vendida a R$ 48 – Foto por: Assessoria Seaf

Preço da uva niagara, ao contrário de outros itens, reduziu 20%. A caixa de 7kg de uva custava R$ 60 há sete dias, e hoje está sendo vendida a R$ 48

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Após períodos consecutivos de estagnação nos preços, o setor de hortifrúti começa a dar sinal de que pode voltar a pesar no bolso do consumidor nesse início de ano. De acordo com o levantamento realizado pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), o maxixe, a vagem, o milho verde e o de pipoca tiveram alta no custo direto ao mercado atacadista nesta semana.

A vagem e o milho de pipoca foram os grandes puxadores da alta de preços no período analisado. O legume figura com alta de 40%, subindo de R$ 50 para R$ 70 a caixa com 12kg. Já o milho de pipoca, denominado milho amarelo, passou de R$ 38 para R$ 52 a saca com 50kg, representando uma alta de 37% em apenas uma semana.

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O maxixe e o milho verde, esse muito usado na culinária na fabricação de pamonha, bolos e curau, aumentaram 20%.  Os dois na semana passada custavam R$ 50. Já nesta semana passou a valer R$ 70 a caixa com 16kg de maxixe, e 45kg de milho verde.

Segundo o engenheiro agrônomo da Seaf, Luiz Henrique Carvalho, variação da oferta e dos preços de verduras, legumes e frutas é sazonal. “É normal haver flutuação de preços. Os valores dependem da oferta dos alimentos, e isso depende de fatores imprevisíveis como o clima”, afirma Luiz.

Redução

Em contrapartida, foi registrado queda nos preços do quiabo, do abacate e da uva niagara. Todos eles tiveram os valores reduzidos em 20% no período de cotação. A caixa de 7kg de uva custava R$ 60 há sete dias, e hoje está sendo vendida a R$ 48. Já o abacate era vendido a R$ 100 a caixa com 18kg, passando a custar R$ 80. Por último o quiabo está ao preço de R$ 40 a caixa com 14kg. Na semana passada essa mesma quantidade era de R$ 50.

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Cotação

A cotação de preços dos principais produtos da agricultura familiar é realizada semanalmente, toda terça-feira, a partir das 5 horas, por técnicos da Seaf, Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e Prefeitura de Cuiabá. A pesquisa de preço leva em conta o preço mínimo, mais comum, e o preço máximo dos produtos encontrados nas barracas em três horários distintos durante o período matutino.

Além disso, o índice de preço médio dos 48 principais produtos da agricultura familiar em 21 estados brasileiros podem ser conferidos no site http://www.prohort.conab.gov.br/

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Mato Grosso

Mato Grosso registra 139 crimes de homofobia em 2019

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Ainda em 2019, o total de registros de homicídios e outros crimes com mortes envolvendo LGBTs foi 17 em todo o estado

Nara Assis | Sesp-MT

Combate à Homofobia – Foto por: Gabriel Aguiar / Sesp-MT

Combate à Homofobia

No período de janeiro a dezembro de 2019 foram registradas em Mato Grosso 139 ocorrências com motivação homofóbica. Os dados são do Grupo Estadual de Combate aos Crimes de Homofobia (GECCH) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) e representam um aumento de 26% em relação ao mesmo período de 2018, quando houve 110 casos.

Os meses que mais apresentaram registros de crimes de homofobia no ano passado foram novembro (17), setembro (17), dezembro (16) e agosto (15). Em abril houve 12 casos, em janeiro 11, fevereiro, maio e julho tiveram 9 registros cada, em junho houve 4 e em março, 8.

Ainda em 2019, o total de registros de homicídios e outros crimes com mortes envolvendo Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis e Transexuais (LGBTs) foi 17 em todo o estado, entre assassinatos, afogamentos, suicídios e mortes naturais. No ano de 2018, o total foi de 21 casos.

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Responsável não só pelo acompanhamento dos casos de crimes de homofobia, o GECCH também promove minicursos para aprimoramento do atendimento de órgãos da Segurança Pública à população LGBT. Ao longo do ano passado, a iniciativa contemplou 712 servidores, entre integrantes da Polícia Militar (PM-MT), Polícia Judiciária Civil (PJC-MT) e Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp).

Esta conscientização é importante para que as pessoas se sintam seguras ao formalizar uma denúncia junto aos órgãos de segurança, como ressalta o secretário do GECCH, Tenente Coronel PM Ricardo Bueno de Jesus. “Hoje a discussão sobre os direitos está mais fomentada, e o incentivo e encorajamento no sentido de registrar os crimes de homofobia também. Por isso, é essencial sensibilizarmos constantemente os servidores sobre a importância de um atendimento acolhedor”.

Outro ponto destacado pelo secretário como um dos motivos para o aumento de registros foi o enquadramento, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), da homofobia e da transfobia como tipo penal definido na Lei do Racismo (Lei 7.716/1989) até que o Congresso Nacional edite lei sobre a matéria. “É uma ferramenta jurídica importante que fortalece as ações de combate à homofobia e reduz a sensação de impunidade”, frisa o tenente-coronel PM Ricardo Bueno.

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