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Agronegócio

CITROS/CEPEA: Oferta elevada de laranjas precoces pressiona cotações

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Cepea, 12/14/2019 – A maior disponibilidade de laranjas precoces da safra 2019/20 segue pressionando as cotações de todas as variedades acompanhadas pelo Cepea. Isso porque, com o estágio de maturação abaixo do demandado pelo segmento in natura, a comercialização destas frutas ainda está limitada. Na parcial da semana (segunda a quinta-feira), a média da laranja pera é de R$ 34,74/cx de 40,8 kg, na árvore, queda de 4,2% frente à semana anterior. Já a hamlin tem sido negociada a R$ 25,26/cx, baixa de 6,5% no mesmo comparativo. Os valores da tangerina poncã, por outro lado, têm reagido no mercado paulista. Segundo colaboradores do Cepea, a oferta está reduzida neste início de mês, uma vez que a colheita da região norte de São Paulo (onde a maturação estava mais adiantada) já está se encerrando, enquanto as atividades das demais praças ainda não se iniciaram. Na parcial da semana, a variedade é negociada a R$ 29,98/cx de 27 kg, na árvore, alta de 5,5% frente ao período anterior. Segundo pesquisas do Cepea, para a lima ácida tahiti, a diminuição das atividades de campo, em decorrência das chuvas no início da semana, refletiu em aumento dos preços da variedade. Vale lembrar que a oferta da fruta com boa qualidade já estava limitada em São Paulo. Assim, na semana, a tahiti registra média de R$ 23,02/cx de 27 kg, colhida, valor 2% superior à da passada. Fonte: Cepea/Hortifruti – www.hfbrasil.org.br

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Agronegócio

Mais precisos, pulverizadores reduzem uso de agrotóxicos no campo e gastos do produtor rural

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Mais precisos, pulverizadores reduzem uso de agrotóxicos no campo e gastos do produtor ruralPortal do Agronegócio
O pulverizador Uniport 3030 Eletrovortex

No campo, precisão e produtividade são os pontos principais para o produtor rural ter um bom desempenho em suas plantações e também durante a colheita. Para isso, ele precisa ficar atento ao controle de combate às pragas e doenças que atacam, frequentemente, as lavouras e que podem colocar a plantação em risco.

Nesse contexto, entra em cena o uso de agrotóxicos. Feito de maneira imprudente, pode causar prejuízos à saúde humana e ao meio ambiente. A introdução de maquinário adequado que controla as quantidades aplicadas, de forma que o alvo seja exclusivamente a praga, surge como uma das soluções para evitar sobras que venham a causar problemas à natureza.

Os pulverizadores atuam desde o pré-plantio até o estágio de enchimentos dos grãos. Ou seja, são consideradas as máquinas mais utilizadas no processo produtivo de uma lavoura. Há ofertas no mercado que atendem do pequeno ao grande produtor. A combinação tecnologia-uso racional proporciona resultados mais seguros, explicam os fabricantes.

Com maior rendimento operacional, possibilitando que as gotas de pulverização atinjam o alvo com mais eficiência, o Uniport 3030 EletroVortex, une produtividade, tecnologia de aplicação e controle ambiental. Lançada na feira, pela Jacto, a máquina é composta pelo carregamento eletrostático com a assistência de ar. Isso permite que ela fique menos suscetível a paradas devido variações climáticas.

Sendo assim, menos paradas para abastecimento significam maior rendimento operacional, que representam um ganho de até 35% para o produtor rural.

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O equipamento possui reservatório de 3 mil litros para armazenamento da água para a mistura da calda de defensivos. As barras de 32 metros oferecem dois ventiladores com velocidades de ar que podem chegar a 110 km/h, fornecendo para as barras todo o ar necessário para transportar as gotas, até o último bico de pulverização.

Embora gigantes, as barras apresentam boa estabilidade, que permite melhor distribuição e deposição gota a gota nas plantas.

O gerente de negócio de pulverizadores automotrizes da empresa, Rodrigo Madeira, explica que a qualidade das pulverizações com a tecnologia tem potencial para diminuir a quantidade de aplicações de inseticida e fungicida durante o ciclo da cultura.

“Ao todo, conseguimos diminuir 10% da aplicação de agrotóxicos, contribuindo com a sustentabilidade”, diz.

Importante destacar que o trabalhador do campo precisa estar atento ao uso de equipamentos de proteção individual (EPIs).

Versatilidade

Lançados pela Valtra, na Agrishow 2019, os pulverizadores automotrizes BS3330H e o BS3335H também oferecem aos agricultores mais produtividade, economia e versatilidade para diferentes condições de solo. Aliás, o manejo da terra é imprescindível para evitar que os produtos cheguem aos rios.

Com um dos maiores tanques do mercado agro, o BS3335H tem capacidade para 3,5 mil litros de defensivos, e a barra de pulverização é de 32 metros. Já o BS3330H tem versões com barras de pulverização de 24 e 30 metros – a barra com 24 metros é homologada de fábrica para funcionar com a metade do comprimento, função ideal para as lavouras de cana-de-açúcar.

Segundo o coordenador de marketing de produtos pulverizadores da Valtra, Ronaldo Botelho Machado, com este novo conceito de barra de pulverização a durabilidade do equipamento é maior.

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“A suspensão horizontal transfere a carga entre as barras e melhora a estabilidade da máquina e o desarme multidirecional de três metros impede que possíveis impactos durante os trabalhos danifiquem a barra”.

O coordenador da empresa de máquinas agrícolas ainda destaca que, para evitar desperdícios, os equipamentos dispõem de válvulas eletropneumáticas ProStop, de ativação instantânea, com tempo de resposta de 0,8 segundos, para o produtor.

“Com a tecnologia que temos hoje, também nos permite, com qualidade, a retenção de defensivos agrícolas no alvo”, diz Machado.

A economia não fica restrita ao gasto com defensivos. Nestes equipamentos de pulverização, o motor eletrônico AGCO Power de 200 cv, proporciona uma economia de 50% no consumo de combustível.

Equipamentos movidos a bateria

Além dos pulverizadores automotrizes, a Jacto oferece aos produtores de pequeno e médio porte diversos modelos na área de pulverização. Os lançamentos PJA18 e DJB20S, movidos a bateria, duram uma jornada diária de trabalho, ou seja, oito horas, e são recarregados na energia elétrica.

O gerente de produtos da divisão de portáteis da Jacto, Paulo César Curt, comenta que os equipamentos podem chegar até 80% de eficiência nas plantações. “A aplicação contra a praga atinge diretamente o foco e não é eliminado ou desperdiçado, caindo sobre o solo”.

Outra novidade é que o PJA18 é o primeiro equipamento do mundo a fazer uma distribuição de defensivos com uma assistência de ar. O sistema faz a aplicação de forma independente na plantação.

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Agronegócio

Demanda por suínos aumenta no Brasil

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Demanda por suínos aumenta no Brasil

A demanda por suínos no mercado brasileiro aumentou consideravelmente, segundo informações divulgadas pela Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS). De acordo com a instituição, apesar de as exportações para a China ainda não terem aumentado, esse crescimento elevou os preços pagos ao produtor a patamares que não eram atingidos desde o segundo semestre de 2017.

A expectativa é de que o interesse da China aumente, já que a incidência da peste suína africana no país tem feito com que os asiáticos sacrifiquem muitos dos seus animais, gerando um prejuízo considerável e também uma falta do produto. Com isso, é provável que o produtor brasileiro finalmente tenha alguma recompensa por sua criação.

Com a perspectiva de aumento das exportações ao longo do ano, especialmente para a China, parece que, finalmente, depois de muitos meses de dificuldades, o suinocultor voltará a trabalhar com margens positivas. Resta saber até que ponto os indicadores socioeconômicos negativos do país, como alto desemprego e redução de renda, vão limitar esta subida dos preços”, disse o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, no Boletim ABCS Mercado em Foco divulgado na segunda-feira (29).

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No entanto, dados compilados pela ABCS dão conta de que o volume de de carne suína in natura brasileira para a China caiu 18% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. “Porém, é preciso ficar atento às condições climáticas aqui e nos EUA e às negociações tarifárias da soja e da carne suína entre China e EUA. Além disso, com o crescimento das exportações de carne bovina e de frango, é esperada uma pressão para o aumento dos preços pagos ao suinocultor brasileiro”, finaliza a entidade.Agrolink

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