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Agronegócio

CITROS/CEPEA: Preço médio da tahiti é o 2º maior para um mês de abril

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Cepea, 5/4/2019 – Os preços da lima ácida tahiti estão atipicamente firmes nestes primeiros meses de 2019. Isso porque, mesmo com a intensificação da colheita (cenário comum em início do ano, quando ocorre o pico de safra), as demandas aquecidas dos mercados exportador e industrial têm controlado a oferta da variedade no estado de São Paulo. Neste cenário, a média parcial de abril (até o dia 4) já é a segunda maior para o mês, em termos nominais, considerando-se a série histórica do Cepea, iniciada em 1996 para a variedade. O mesmo se aplica ao primeiro trimestre de 2019, cujas médias nominais ficam abaixo somente das de 2016 e 2018 (no caso do mês de janeiro). Neste começo de abril, segundo compradores, ainda há dificuldade em encontrar tahiti de boa qualidade no mercado in natura. Enquanto as frutas maduras estão escassas, as novas ainda estão verdes e, por isso, têm a colheita postergada. As de melhor qualidade, por sua vez, são destinadas ao mercado externo. Assim, na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), a variedade registrou média de R$ 22,71/cx de 27 kg, colhida, 7% superior à do período anterior. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Agronegócio

Dólar sofre ajuste após alta por temores sobre coronavírus, mas segue em torno de R$4,20

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Dólar sofre ajuste após alta por temores sobre coronavírus, mas segue em torno de R$4,20Depois de uma disparada na véspera devido a temores sobre o surto de coronavírus chinês, o dólar recuava contra o real nos primeiros negócios desta terça-feira, mas continuava em torno de 4,20 reais em meio à permanência da cautela nos mercados.

Na véspera, a aversão a risco impulsionou a divisa norte-americana a uma máxima em quase dois meses, de 4,2101 reais na venda, alta de 0,59%.

O contrato mais líquido de dólar futuro tinha queda de 0,20% nesta terça-feira, a 4,2020 reais.

Fonte: Reuters

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Agronegócio

Desempenho exportador das carnes na 4ª semana de 2020

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Desempenho exportador das carnes na 4ª semana de 2020Mesmo sem conseguir repetir o desempenho daquele que foi o melhor dezembro de todos os tempos, as exportações de carnes seguem num ritmo bem melhor que o observado há um ano, em janeiro de 2019, quando foi registrado – pela média diária da receita cambial – o mais fraco resultado dos últimos 19 meses.

Por exemplo, na quarta semana de 2020 (19 a 25, cinco dias úteis) obteve-se, pela média diária, receita cambial de US$47,516 milhões, valor 12% superior ao da semana anterior. E considerados os desempenhos mais recentes, o resultado de janeiro corrente (mês em que, geralmente, ocorrem os mais fracos embarques do ano) supera até aqui (outro exemplo), o que foi alcançado no último agosto, ocasião em que, normalmente, são registrados alguns dos melhores resultados mensais.

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De toda forma, por melhor que seja o desempenho do setor nesta última semana de janeiro, volume embarcado e receita cambial serão menores que os de dezembro passado. Para as três carnes.

Já em relação a janeiro de 2019, o desempenho será generalizadamente positivo. O maior ganho, neste caso (considerados os embarques até aqui efetuados), será o da carne suína, cujo volume pode ficar 42%acima do que foi registrado há um ano, neste mesmo mês.

A carne bovina, por sua vez, tende a um aumento anual em torno de 17%, enquanto para a carne de frango é sinalizado aumento da ordem de 11%.

A ressaltar, no entanto, que as três carnes – mas sobretudo a suína e a bovina – alcançam, no momento, significativa valorização em relação a janeiro de 2019 (de quase um terço a carne bovina; e de, praticamente, 30% a carne suína).

Em decorrência, os maiores ganhos devem ser observados na receita cambial. O sinalizado, por ora, é um incremento de quase 85% na receita da carne suína e de pelo menos 54% na receita da carne bovina. A carne de frango – cujo preço médio atual é 5% maior que o de um ano atrás – tende a gerar receita 17% maior que a de janeiro de 2019.

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Fonte: AviSite

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