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COI anuncia prazo de 4 semanas para decidir sobre adiamento das Olimpíadas

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Brasil campeão vôlei feminino olimpíadas Londres –

Por meio de um comunicado em seu site oficial, o Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou, hoje, que precisará de 4 semanas para decidir se os Jogos Olímpicos de 2020 serão adiados por conta da pandemia do coronavírus. As Olimpíadas estão marcadas para acontecer entre os dias 24 de julho e 9 de agosto.

Com diversas entidades esportivas solicitando o adiamento, o COI declarou na nota que “um cancelamento dos Jogos Olímpicos de Tóquio não resolveria qualquer problema nem ajudaria ninguém. Portanto, um cancelamento não está na agenda”.

Confira o comunicado do COI na íntegra:

Para salvaguardar a saúde de todos os envolvidos e contribuir para a contenção do COVID-19, o conselho executivo do Comitê Executivo (CE) do Comitê Olímpico Internacional (COI) anuncia hoje que o COI divulgará seu planejamento de cenários para os Jogos Olímpicos.

Esses cenários estão relacionados à modificação dos planos operacionais existentes para os Jogos em 24 de julho de 2020 e também para alterações na data de início dos Jogos. Esta etapa permitirá uma melhor visibilidade do rápido desenvolvimento da situação da saúde em todo o mundo e no Japão. Servirá de base para a melhor decisão no interesse dos atletas e de todos os demais envolvidos.

Por um lado, há melhorias significativas no Japão, onde as pessoas recebem calorosamente a chama olímpica. Isso poderia fortalecer a confiança do COI nos anfitriões japoneses de que o COI poderia, com certas restrições de segurança, organizar os Jogos Olímpicos no país, respeitando seu princípio de salvaguardar a saúde de todos os envolvidos.

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Por outro lado, há um aumento dramático de casos e novos surtos de COVID-19 em diferentes países em diferentes continentes. Isso levou o CE à conclusão de que o COI precisa dar o próximo passo em seu planejamento de cenários.

Vários locais críticos necessários para os Jogos podem não estar mais disponíveis. As situações com milhões de noites reservadas nos hotéis são extremamente difíceis de lidar, e o calendário esportivo internacional para pelo menos 33 esportes olímpicos teria que ser adaptado. Estes são apenas alguns dos muitos, muitos outros desafios.

Portanto, além do estudo de diferentes cenários, seria necessário o total comprometimento e cooperação do Comitê Organizador de Tóquio 2020 e das autoridades japonesas, e de todas as Federações Internacionais (FIs) e Comitês Olímpicos Nacionais (NOCs). Também exigiria o comprometimento e a colaboração dos radiodifusores detentores de direitos (RHBs) e de nossos principais patrocinadores, como parte de seu apoio contínuo e valorizado ao Movimento Olímpico, bem como a cooperação de todos os parceiros, fornecedores dos Jogos e contratados. É nesse espírito de compromisso compartilhado das partes interessadas olímpicas com os Jogos Olímpicos, e diante da deterioração da situação mundial, que o CE do COI iniciou hoje o próximo passo no planejamento de cenários do COI.

O COI, em total coordenação e parceria com o Comitê Organizador de Tóquio 2020, as autoridades japonesas e o Governo Metropolitano de Tóquio, iniciará discussões detalhadas para concluir sua avaliação do rápido desenvolvimento da situação mundial da saúde e seu impacto nos Jogos Olímpicos, incluindo o cenário de adiamento. O COI está confiante de que finalizará essas discussões nas próximas quatro semanas e aprecia muito a solidariedade e a parceria dos CONs e FIs no apoio aos atletas e na adaptação do planejamento dos Jogos.

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O CO do COI enfatizou que o cancelamento dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 não resolveria nenhum dos problemas nem ajudaria ninguém. Portanto, o cancelamento não está na agenda.

Após a reunião do CE, o presidente do COI, Thomas Bach, escreveu hoje à comunidade global de atletas para fornecer uma explicação da abordagem do COI.

Na carta, Bach afirmou mais uma vez que salvaguardar a saúde de todos os envolvidos e contribuir para conter o vírus é o princípio fundamental, e disse: “As vidas humanas têm precedência sobre tudo, incluindo a realização dos Jogos. O COI quer fazer parte da solução. Portanto, tornamos nosso princípio principal proteger a saúde de todos os envolvidos e contribuir para conter o vírus. Desejo, e todos estamos trabalhando para isso, que a esperança que tantos atletas, NOCs e FIs dos cinco continentes tenham expressado seja cumprida: que no final desse túnel escuro todos estamos passando juntos, sem saber por quanto tempo é, a chama olímpica será uma luz no fim deste túnel”.

Fonte: Gazeta Esportiva (foto: arquivo/assessoria)

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Primeiro atleta no país com covid-19 se recupera e volta aos treinos

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Esportes

Primeiro atleta em solo brasileiro contaminado pelo novo coronavírus (covid-19), o pivô Maique, do Paulistano, está recuperado e foi liberado pelos médicos a voltar aos treinamentos que vinha realizando em casa, durante a paralisação do Novo Basquete Brasil (NBB). O principal campeonato nacional foi interrompido em função do combate à pandemia de covid-19. Ainda não há previsão de retorno dele às quadras – a competição continua suspensa e será retomada diretamente no mata-mata.

“Isso (volta aos treinos) me deixou feliz, estava com saudades. Tenho com uma rotina de dois períodos por dia. Tive até que mudar a cama de lugar (risos)”, conta o jogador de 26 anos, que foi diagnosticado com a covid-19 no último dia 19. “Tive um pouco de dor de cabeça, bastante dor no corpo, resfriado, dor de garganta e comecei a tossir. Cheguei a passar uma noite inteira sem dormir, senti um calafrio muito grande no corpo”, relata.

Apesar de recuperado, Maique segue isolado até dentro de casa. “Está sendo difícil ficar sozinho no quarto, mas minha mãe está comigo, em um cômodo separado. Ela tem sido minha base e me ajudado muito”, destaca o atleta. “Quando contei (sobre a contaminação), ela e meus amigos ficaram preocupados. Mas, os médicos me passaram confiança. Fiquei firme, com fé em Deus, e isso me manteve positivo”, relembra.

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Com a experiência de quem sentiu na pele o novo coronavírus, Maique pede que as pessoas olhem, principalmente, pelos idosos em meio à pandemia. “Eles estão na área de risco. Queria que todos se cuidassem, tomassem cuidado e seguissem os médicos. Fiquem em casa e façam a higienização correta”, conclui.

O último jogo de Maique foi no último dia 9, na derrota do Paulistano para a Unifacisa, em Campina Grande (PB), por 101 a 90, partida válida pela 19ª semana do NBB. Na ocasião, o pivô atuou por cerca de 15 minutos e, nos quatro períodos da partida, anotou seis pontos, cinco rebotes e duas assistências. Os dois clubes orientaram atletas, comissão técnica e funcionários a seguir a quarentena após a revelação do caso de coronavírus.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Fonte: EBC Esportes

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Primordial agora é a saúde e o futebol temos que aguardar para depois, diz técnico do Sinop

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“A suspensão é prejudicial, principalmente financeiramente já que hoje o Sinop não nada em dinheiro, e está muito defasado financeiramente. Nós tivemos que arcar com todas as despesas de transferência e tudo para terminar o campeonato, aí agora passagens, foi muito ruim”, acrescentou.

Birigui ainda salientou que agora é momento de aguardar e colocar a situação “nas mãos de Deus. “Se Ele permitir e revigorar a saúde brasileira e acabar com essa pandemia, aí sim podemos pensar na retomada do Campeonato”, emendou.

“Agora da maneira como está com esse vírus, eu acredito que temos que ficar em casa e se preparar para um futuro que para o Brasil é sombrio, com desempregos, desespero até pela alimentação. Acredito que primeiro temos que cuidar da saúde e pediu para Deus nos livrar”, completou o treinador.

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Só Notícias/Luan Cordeiro (foto: Só Notícias/Guilherme Araújo)

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