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Comerciantes devem retomar negociações com a Sefaz-MT, com o apoio da ALMT

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Em busca de continuar as discussões sobre a “Margem de Valor Agregado”,  modificada de acordo com o PLC nº 631/2019, em vigor desde 1º de janeiro deste ano, e que se refere  aos produtos comercializados no varejo mato-grossense, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso (Fecomércio-MT), José Wenceslau de Souza Júnior junto com representantes da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Mato Grosso (Facmat), Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACC) e da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL/MT) apresentaram na terça-feira (11), na Assembleia Legislativa, um estudo sobre o impacto da medida em cada segmento do comércio.

Dos 24 parlamentares, 19 compareceram à reunião realizada no Colégio de Líderes, no qual o tributarista da Fecomércio-MT, Múcio Ribas, demonstrou, com exemplos reais, o aumento dos preços devido à alteração na alíquota do ICMS, que em alguns casos subiu até 30%.

Wenceslau explicou que é necessário o apoio dos deputados estaduais para retomar as negociações com a Secretaria de Fazenda. “Os números estão distorcidos ou mau calculados, nós esperamos que a Sefaz chegue a um denominador comum que atenda a todos, porque a divergência é na forma de calcular. Quem entende de números e cálculos somos nós (comerciantes) que estamos na atividade, recebemos a mercadoria e colocamos os preços”.

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De acordo com o presidente da Fecomércio-MT, a consequência do cálculo equivocado é o aumento de preços e a perda da competitividade dos produtos mato-grossenses para os estados vizinhos.

O presidente da AL, Eduardo Botelho (DEM) ressaltou que a discussão com o setor é necessária, devido aos pontos que ainda precisam de ajustes. “Vamos para uma construção transparente, pois todos conseguiram entender os cálculos da nova tributação, e muito democrática com o setor, a Assembleia e o governo, dando oportunidade a todos de serem ouvidos”, afirmou Botelho.

Por isso, a Assembleia deve criar uma comissão para intermediar o diálogo entre comerciantes e governo estadual, que será presidida por Carlos Avalone (PSDB).

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Como está a educação no Brasil?

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Pandemia escancara déficit educacional no país

(Crédito: Divulgação) Por Rodolfo Milone

Todos os anos o assunto é o mesmo, o Brasil está melhorando ou piorando o ensino educacional?. O tema é sempre abordado, mas não é possível ver nenhum avanço real. Com a pandemia batendo nas portas de todos os brasileiros, o déficit educacional no país está escancarado.

Desde o mês de março, todos os alunos da rede pública e privada não estão frequentando mais as aulas presencialmente. Isso trás um impacto significativo, pois milhares de alunos não conseguem ter acesso ao estudo. De acordo com a Tecnologia da Informação e Comunicação(TIC), por volta de 39% dos estudantes de escolas públicas urbanas não têm computador ou tablet em casa.

Esses dados apontam o problema na formação do aluno, que já não é boa em condições normais. Os países mais desenvolvidos ao redor do mundo tem algo em comum, todos têm um alto investimento em pesquisa científica e na tecnologia em ensinos fundamentais. Tal afirmativa é uma antítese para o nosso país, porque alguns estados ficam enquadrados todos os anos pelo TCU e Ministério público por não investirem o mínimo previsto na lei. Vale lembrar, quando as duas Coreias se separam, uma investiu em projetos bélicos e a outra em ensino, agora observe quem é a Coreia do Norte e a Coreia do Sul no cenário internacional.

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Outra análise importante é em relação ao apontamento feito pelo Instituto Unibanco e pela organização Todos pela Educação, que mostra que 95% dos estados implantaram plataformas online de aprendizagem durante a pandemia, mas só 45% estão comprando pacotes de dados para dar acesso gratuito ao conteúdo. Logo é possível ver outra incoerência, pois os pais colocam os filhos na rede pública por não terem disponibilidade financeira.

Brasil é sempre visto como o país do futuro, contudo os reais investimentos na área precisam ser realizados de forma correta, a União transfere recursos para os Estados, porém não realiza investigação para ver se o dinheiro está sendo utilizado corretamente. Por enquanto vemos governantes desviando dinheiro em plena pandemia, o que dirá em na educação. A população precisa começar a se movimentar, para que a nação tire o rótulo do futuro e comece a dar uma realidade para as próximas gerações.

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Nutricionista aponta cinco falsos alimentos saudáveis que estão sabotando sua dieta 

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Créditos – Foto: Divulgação / MF Press Global

Ao tentar equilibrar a alimentação em busca da perda de peso, muitas pessoas acabam caindo na armadilha dos falsos saudáveis. Isso porque, muitos alimentos que parecem inofensivos, são ricos em gorduras ou substâncias químicas que aumentam a ingestão calórica e acabam dificultando o processo de emagrecimento.

A nutricionista Gabi Lodewijks, aponta que muitos deles são os produtos anunciados como light ou diet. “Uma boa dica é sempre olhar o rótulo. Essas nomenclaturas quase sempre são as responsáveis por gerar essa confusão. Nos refrigerantes Lights, por exemplo, há grande teor de sódio. Já no chocolate diet, a quantidade de gordura é bem maior”, alerta.

Ainda que os falsos saudáveis existam, a nutricionista aponta que não é preciso apontá-los como vilões, podendo ser encaixados em uma dieta ou reeducação alimentar de acordo com o objetivo.  “É a quantidade de consumo desses alimentos que vai ditar se eles vão atrapalhar ou não a perda de peso. O problema é que, ao pensar que são saudáveis, as pessoas tendem a consumi-los sem restrições”, alerta.

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Confira os cinco alimentos que não são tão saudáveis quanto parecem:

Gelatina

Apesar de parecer uma alimentação leve, a gelatina não deixa de ser um alimento processado, que possui conservantes, corantes e açúcares em sua composição. Em crianças, o consumo exacerbado pode levar ao desenvolvimento de problemas gástricos e até alergia.

Barra de cereais

Um dos lanches “fitness” mais rápidos adotados, não é tão nutricional assim. Esse snack, pode esconder gorduras e açúcares na composição, em especial os com cobertura de chocolate.  Na hora de comprar, a nutricionista aponta que é preciso ter atenção ao rótulo. Cereais e oleaginosas devem ser os primeiros da lista. Para verificar os açúcares procure por nomes como xarope de glicose, glucose de milho, açúcar invertido ou maltodextrina. “Optar por um mix de frutas secas pode ser uma saída melhor para o lanchinho da tarde”, recomenda.

Granola

Caso o cliente não preste atenção em qual granola está comprando, pode cair em uma pegadinha e consumir mais açúcar do que gostaria. “Compre versões sem compostos cristalizados, além disso, a granola de boa procedência possui grãos e sementes em maior quantidade”, recomenda Gabi.

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Pao integral 

Por não haver legislação que regule quando de fato um alimento é integral ou não, muitos pães ditos integrais vêm com farinha branca em maior quantidade. “Quando for comprar, a farinha integral deve ser a primeira da lista, o que significa que é o ingrediente em maior quantidade no produto”.

Peito de peru

Mesmo pouco calórico quando em comparação com demais carnes, o peito de peru não deixa de ser um alimento embutido e, portanto, rico em sódio, corantes e conservantes.  Duas fatias médias podem conter até 500 mg de sódio, 1/4 do valor diário recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

 

 

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