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Agronegócio

Comissão de Política Agrícola e Logística da Aprosoja apresenta demandas à Sinfra

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Política Agrícola e Logística

Comissão de Política Agrícola e Logística da Aprosoja apresenta demandas à Sinfra

Segundo o adjunto, há recursos e que o planejamento está sendo realizado ouvindo todos os setores


05/04/2019

Produtores rurais associados à Associação de Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) apresentaram principais demandas relacionadas à logística ao secretário adjunto de Obras Rodoviárias da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra), Nilton de Brito, durante reunião da Comissão de Política Agrícola e Logística, realizada nesta quinta-feira (04.04).
 
Participaram da reunião os membros da diretoria, delegados, associados e colaboradores da Associação. Conforme o coordenador da comissão e vice-presidente norte da Aprosoja, Zilto Donadello, reunião com a presença do secretário adjunto foi provocada pela entidade para iniciar o diálogo entre produtores e Governo de Mato Grosso. A principal finalidade era conhecer o planejamento da pasta para a logística estadual.
 
“Nós pedimos um posicionamento em relação ao Fethab sobre a soja e o milho, mas essa primeira reunião é para dar a oportunidade da Sinfra expor a mobilização, o planejamento, quais reconstruções, construções de pontes e rodovias. É importante fazermos esse contato e esperamos outras reuniões para dialogar e cobrar os investimentos dos recursos do Fethab”, explicou Zilto.
 
O secretário adjunto ouviu demandas, respondeu questionamentos dos produtores e explanou o planejamento as Sinfra para o setor de logística. Segundo o adjunto, há recursos e que o planejamento está sendo realizado ouvindo todos os setores, inclusive o de produção de alimentos. 
 
“Estamos trabalhando em um planejamento, olhamos com bastante prioridade por onde passa o escoamento. Com certeza não iremos conseguir fazer 100%, mas faremos o possível para deixar o setor mais satisfeito e fazer um trabalho melhor nesses quatro anos, esse é nosso objetivo e temos recurso para isso”, pontuou.

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Agronegócio

Dólar sofre ajuste após alta por temores sobre coronavírus, mas segue em torno de R$4,20

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Dólar sofre ajuste após alta por temores sobre coronavírus, mas segue em torno de R$4,20Depois de uma disparada na véspera devido a temores sobre o surto de coronavírus chinês, o dólar recuava contra o real nos primeiros negócios desta terça-feira, mas continuava em torno de 4,20 reais em meio à permanência da cautela nos mercados.

Na véspera, a aversão a risco impulsionou a divisa norte-americana a uma máxima em quase dois meses, de 4,2101 reais na venda, alta de 0,59%.

O contrato mais líquido de dólar futuro tinha queda de 0,20% nesta terça-feira, a 4,2020 reais.

Fonte: Reuters

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Agronegócio

Desempenho exportador das carnes na 4ª semana de 2020

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Desempenho exportador das carnes na 4ª semana de 2020Mesmo sem conseguir repetir o desempenho daquele que foi o melhor dezembro de todos os tempos, as exportações de carnes seguem num ritmo bem melhor que o observado há um ano, em janeiro de 2019, quando foi registrado – pela média diária da receita cambial – o mais fraco resultado dos últimos 19 meses.

Por exemplo, na quarta semana de 2020 (19 a 25, cinco dias úteis) obteve-se, pela média diária, receita cambial de US$47,516 milhões, valor 12% superior ao da semana anterior. E considerados os desempenhos mais recentes, o resultado de janeiro corrente (mês em que, geralmente, ocorrem os mais fracos embarques do ano) supera até aqui (outro exemplo), o que foi alcançado no último agosto, ocasião em que, normalmente, são registrados alguns dos melhores resultados mensais.

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De toda forma, por melhor que seja o desempenho do setor nesta última semana de janeiro, volume embarcado e receita cambial serão menores que os de dezembro passado. Para as três carnes.

Já em relação a janeiro de 2019, o desempenho será generalizadamente positivo. O maior ganho, neste caso (considerados os embarques até aqui efetuados), será o da carne suína, cujo volume pode ficar 42%acima do que foi registrado há um ano, neste mesmo mês.

A carne bovina, por sua vez, tende a um aumento anual em torno de 17%, enquanto para a carne de frango é sinalizado aumento da ordem de 11%.

A ressaltar, no entanto, que as três carnes – mas sobretudo a suína e a bovina – alcançam, no momento, significativa valorização em relação a janeiro de 2019 (de quase um terço a carne bovina; e de, praticamente, 30% a carne suína).

Em decorrência, os maiores ganhos devem ser observados na receita cambial. O sinalizado, por ora, é um incremento de quase 85% na receita da carne suína e de pelo menos 54% na receita da carne bovina. A carne de frango – cujo preço médio atual é 5% maior que o de um ano atrás – tende a gerar receita 17% maior que a de janeiro de 2019.

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Fonte: AviSite

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