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Agronegócio

Consumidores continuam expressando maior preocupação com a validade e a segurança dos produtos frescos

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Consumidores continuam expressando maior preocupação com a validade e a segurança dos produtos frescosA pandemia do coronavírus levou o setor varejista a olhar com cuidado para os seus parceiros, fornecedores, distribuidores e principalmente, mapear as mudanças de comportamento do consumidor, que mudou seus hábitos e introduziu novos canais digitais, produtos e serviços em todas as categorias.

A PMA (Produce Marketing Association), que representa a indústria de flores, frutas, legumes e verduras em 55 países, realiza pesquisa de opinião do consumidor para fornecer informações sobre como a pandemia do COVID-19 está afetando as tendências de compras de produtos frescos (frutas, flores, legumes e verduras) para os consumidores no Brasil, Estados Unidos, Reino Unido e China.

No Brasil, desde abril, 500 consumidores de diversas faixas etárias, regiões demográficas e classes econômicas são entrevistados quinzenalmente. Os resultados das três ondas das pesquisas foram apresentados e comentados no webinar PMA Talks Brasil de 26 de Maio pelo produtor Alex Gordon Lee (Rio Bonito Orgânicos) e o varejista Luiz Roberto Baruzzi (Rede São Paulo de Supermercados), ambos também integrantes do Conselho da PMA no Brasil.

“O cenário mostra que 80% dos entrevistados estão preocupados com a segurança dos produtos frescos, 71% estão prestando mais atenção no prazo de validade, 59% acham mais provável comprar produtos frescos se vierem em embalagens fechadas e 57% estão comprando mais frutas e verduras depois que começou a pandemia. Vivenciamos isso diariamente no varejo e estamos seguindo a exigência do consumidor. A pesquisa mostra que mesmo com a preocupação om segurança dos alimentos, o consumidor aumentou a compra de FLV com certeza para melhorar a alimentação e por estar cozinhando em casa”, conclui Luiz Roberto Baruzzi.

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As pessoas começam a se adaptar ao essencial, ao poder aquisitivo e aos locais de compra. Os supermercados precisam oferecer confiança ao consumidor e o sortimento deve ser bem estudado para atender toda a indústria de FFLV.

“Somos mais essenciais do que imaginávamos”, diz o produtor Alex Lee. “Garantimos a produção, a distribuição, investimos em segurança da manipulação até o ponto de venda. As pessoas estão preocupadas com o que comem e até o número de consultas de receitas cresceu usando legumes e verduras. Imagine que até bacon de cenoura existe!

E o que devemos fazer? Quais os próximos passos?

Primeiramente, manter a calma porque os números do FLV são positivos se comparados com outros segmentos, os preços estão estabilizados. O abastecimento está garantido, mas é importantíssimo estimular os produtores para a implementação de ações de mitigação de riscos de infecção nos trabalhadores rurais. Se não for possível colher o FFLV o problema será muito maior.

O consumo de FLV deve se manter estável e o varejo está se adaptando às mudanças de consumo, oferecendo frutas da época e campanhas ensinando receitas. “Um dos grandes desafios do varejo é comprar o que o consumidor quer. Está imprevisível saber o que o consumidor quer e quanto ele pode gastar. O mix de produtos deve ser bem analisado porque o cliente quer produtos saudáveis, como açafrão, gengibre, inhame, tomate e citrus. Supermercadistas também deve ter sortimento de Flores e investir em Campanhas e celebrações. Considerando a relevância do canal varejo (mesmo antes da Pandemia) educar o consumidor sobre os benefícios de ter flores em casa, dar flores como presente é essencial para a manutenção desse setor.

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Os meios digitais e mídias sociais são grandes ferramentas de apoio na propagação de mensagens positivas do FFLV: desde engajamento social, manipulação, conservação e limpeza dos alimentos até o preparo com receitas. Para se ter uma noção nas buscas do Google aqui no Brasil, termos como “Frutas com Vitamina D”, “Sucos Imunindade “e “Alimentos Imunidade” apresentaram aumentos entre fevereiro e maio/20 de 350%, 150% e 130% respectivamente.

Em resumo, Flores, Frutas, Legumes e Verduras são essenciais e levar essa mensagem dee forma coordenada é responsabilidade de toda a indústria. Esse é o nosso momento.

O resumo da pesquisa estará disponível no site da entidade e o vídeo do PMA Talks Brasil.

A pesquisa completa está à disposição somente dos Associados da PMA e pode ser solicitada por e-mail.

Fonte: PMA – Produce Marketing Association

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Agronegócio

Demanda de frete rodoviário no Agronegócio tem incremento de mais de 10% no acumulado do ano, revela Repom

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Percentual supera o registrado pela Indústria e Varejo, que fechou o mesmo período com 6,8% de crescimento

Portal do Agronegócio 

Demanda de frete rodoviário no Agronegócio tem incremento de mais de 10% no acumulado do ano, revela Repom

Segundo o Índice de Fretes e Pedágios Repom (IFPR), a demanda por frete rodoviário no Agronegócio teve incremento de mais de 10% ao considerar o acumulado do ano – de janeiro a agosto de 2020. A Repom, marca líder em soluções de gestão e pagamento de despesas para frota própria e terceirizada da Edenred Brasil, traz mensalmente os dados e as análises do período e, ao analisar o mês de agosto com o mesmo período em 2019, é possível notar um aumento de 6,7% no volume de fretes rodoviários.

Já a Indústria e o Varejo, tiveram um incremento de 6,8% nas demandas por frete considerando os oito primeiros meses do ano, reforçando a retomada das atividades econômicas. Ao considerar somente agosto, o crescimento no volume de frete foi de 6,3% frente ao mesmo mês do ano passado, mantendo o ritmo positivo observado desde junho. Porém, é possível notar uma desaceleração de acordo com os números observados nos últimos dois meses – 50% menor frente a junho e 20% menor se comparado com julho.

“Diferentemente da Indústria e do Varejo, no Agronegócio não se observou a depressão da pandemia entre abril e maio, mas sim um pico de movimento, que está sendo compensado nos últimos dois meses, mais moderados, mas ainda positivos na visão acumulada. Este comportamento mais equilibrado também se deve ao término das safras no País”, pontua Thomas Gautier, Head de Mercado Rodoviário da Edenred Brasil.

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Com relação ao número total de viagens emitidas de janeiro a agosto, o ano de 2018 figurou com 2,14 milhões de viagens, 2019 com 2,39 milhões – um incremento de 11,7% com relação ao ano anterior – e 2020 ficou com 2,57 milhões de viagens emitidas, representando um aumento de 7,5% frente a 2019.

O IFPR também apresenta o comportamento nas passagens das praças de pedágio em todo o País. O universo analisado no levantamento contabilizou 27 milhões de passagens no período de janeiro a agosto de 2020. O ritmo mensal apresentou queda de 4,2% nos últimos dois meses – julho e agosto – frente aos dois primeiros meses do ano, período pré pandemia.

Porém, é possível notar uma melhora se comparado ao período de junho e julho em que a queda registrada foi de 12,1%. “A recuperação acumulada nos últimos três meses já passa de 19 pontos percentuais, o que demonstra claramente a retomada das atividades e maior circulação de veículos nas rodovias brasileiras”, conclui Gautier.

Ao analisar o fluxo de passagens nas principais rodovias do Brasil, nota-se uma grande recuperação ao comparar agosto com o mês de maio, por exemplo – pico da pandemia do coronavírus no País. A rodovia SP – 330 registrou queda de 23% no número de passagens em maio e, agosto, apresentou apenas 5,2% de queda – frente aos mesmos meses em 2019. A melhora representa quase 18 pontos percentuais em um cenário de recuperação.

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Já a BR – 116 contou com incremento de mais de 30 pontos percentuais na comparação do mesmo período. Maio teve queda de 40,9% no número de passagens, enquanto o mês de agosto apresentou queda de apenas 10,3% no comparativo com 2019.

Os veículos pesados registraram uma dinâmica de crescimento de 5,1% no fluxo de passagens em agosto, revertendo um cenário de queda vertiginosa registrado em maio, período que apresentou queda de 16,1%.

Com relação aos veículos leves e médios ainda é possível notar um cenário de recuo frente ao período pré pandemia – 16,2% menor em movimentações em agosto. Porém, com recuperação de 21 pontos percentuais frente ao mês de maio.

O IFPR é um estudo mensal que atualiza o cenário do frete rodoviário e também das passagens nas praças de pedágios das principais rodovias brasileiras, levantado pela Repom, que intermedia mais de 25 milhões de transações por anos, com mais de 1 milhão de caminhoneiros em sua base.

Com uma expertise de mais de 25 anos, a Repom conta com um forte DNA financeiro e de inovação por meio de suas plataformas e soluções, usando metodologia ágil, para que seus públicos atinjam altos níveis de eficiência nas operações.

Fonte: RPMA Comunicação

 

 

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Agronegócio

Saldo comecial do Agro é recorde em 2020

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Segundo a CNA, superávit de janeiro a agosto foi de US$ 61,5 bilhões. Exportações somaram US$ 69,6 bilhões no acumulado, alta de 8,3% em relação ao mesmo período de 2019

Portal do Agronegócio

A balança comercial brasileira do agro registrou superávit recorde de US$ 61,5 bilhões de janeiro a agosto de 2020. As exportações somaram, em receita, US$ US$ 69,6 bilhões no acumulado dos oito primeiros meses deste ano, alta de 8,3% em relação ao mesmo período de 2019, e 152,4 milhões de toneladas em volume (aumento de 15,8%).

Os dados foram divulgados pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), com base nas informações do Ministério da Economia. Os produtos mais exportados foram: soja em grãos (US$ 25,7 bilhões); carne bovina in natura (US$ 4,8 bilhões); o açúcar de cana em bruto (US$ 4,2 bilhões); a celulose (US$ 4 bilhões) e farelo de soja (US$ 3,9 bilhões). Esses cinco produtos representaram 61,3% dos embarques totais no período.

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A China foi o principal destino dos produtos brasileiros de janeiro a agosto, com receita de US$ 26,4 bilhões e uma parcela de 38% das exportações. O segundo mercado foi a União Europeia, que respondeu por 16% dos embarques do agro, que somaram US$ 11,3 bilhões.  As vendas para os Estados Unidos foram de US$ 4,2 bilhões, fatia de 6,1% do total. Japão e Hong Kong completam a lista dos principais consumidores no acumulado de 2020.

No desempenho mensal, as exportações em agosto totalizaram US$ 8,9 bilhões, fechando o mês com saldo positivo de US$ 8 bilhões, aumento de 7,8% em relação a agosto de 2019. Em volume, o total embarcado foi de 22,2 milhões de toneladas, variação de 15,4% na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Os principais produtos exportados no mês foram a soja em grãos (US$ 2,2 bilhões), o milho (US$ 1 bilhão) o açúcar de cana em bruto (US$ 824,3 milhões), a carne bovina in natura (US$ 654,2 milhões) e o farelo de soja (US$ 497 milhões), que tiveram participação de 58,7% do total das vendas externas no mês. China, União Europeia, Estados Unidos, Coreia do Sul e Tailândia foram os principais destinos dos produtos do agro brasileiro.

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A CNA também analisou o comércio de alguns produtos que fazem parte do escopo do projeto Agro.BR, desenvolvido em parceria com a Apex Brasil para estimular a inserção de pequenos e médios produtores rurais no mercado internacional. Destaque para chá, mate e especiarias, frutas, lácteos, pescados e produtos apícolas. Mais informações no site.

Fonte: Assessoria de Comunicação CNA

 

 

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