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Cursos de Pós Graduação e Capacitação serão oferecidos em Barra do Bugres

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Para os moradores de Barra do Bugres e toda região que gostariam de fazer um curso de pós graduação ou até mesmo cursos de capacitação, agora será possível com aulas presenciais apenas uma vez no mês.

A Professora Cleide explica que busca esses cursos para facilitar aos estudantes esta oportunidade única no município.

Os cursos são ministrados por professores mestres e doutores de universidades e também todos os cursos são reconhecidos pelo MEC.

Para mais informações é só ligar nos telefones: 65 99903-1040 ou 65 99957-0194.

Acompanhe a reportagem com a professora e tire suas dúvidas:

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Após morte de dois bebês, secretário anuncia reabertura de leitos de UTI e novos funcionários para Hospital Regional

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Hospital Regional de Sinop — Foto: SES-MT/Assessoria

Após a morte de dois bebês em Unidades de Pronto Atendimento (UPA), que aguardavam por uma vaga em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em Sinop, a 503 km de Cuiabá, o secretário de Saúde do estado, Gilberto Figueiredo, anunciou a contratação de novos enfermeiros e a reabertura de dois leitos de UTI e 10 leitos de clínica médica para o Hospital Regional, que atende a região norte do estado.

O anúncio aconteceu nessa quinta-feira (16) após reunião com a prefeita Rosana Martinelli e com o promotor Pompílio de Azevedo.

Com as novas medidas, o HR deve operar em sua capacidade máxima, com 86 leitos no total, podendo chegar a média de 350 cirurgias realizadas por mês. Atualmente, esse número não passa de 180.

Durante uma coletiva de imprensa, Gilberto ressaltou a precariedade do Hospital Regional, que faz com que diversos pacientes dependam do Ministério Público e da Defensoria Pública para conseguir transferência para uma UTI.

Mortes à espera de UTI

No dia 27 de abril, uma criança de um ano e dois meses morreu depois de dar entrada em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), em Sinop, com falta de ar e febre.

A diretora da UPA afirmou que a criança ficou na unidade por dois dias, foi entubada e passou a respirar com a ajuda de aparelhos. No entanto, ela necessitava de uma UTI pediátrica.

Uma recém-nascida indígena também morreu à espera de uma UTI no dia 23 de abril. A bebê apresentava um quadro suspeito de meningite.

A Defensoria Pública havia ingressado com uma ação para que o estado disponibilizasse a vaga. O pedido foi acatado pela Justiça, mas a transferência não foi realizada.

Por João Carlos Morandi, TV Centro América

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Mais de 600 professores de MT se afastaram para tratar depressão e síndrome do pânico em 2018

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Mais de 2 mil professores foram afastados para tratamento de saúde em MT — Foto: Rafaella Zanol - Gcom/MT

Mais de 2 mil professores foram afastados para tratamento de saúde em MT — Foto: Rafaella Zanol – Gcom/MT

Um total de 2.022 professores se licenciaram para tratamento de saúde no ano passado e, destes, 667 estavam com depressão e pânico, segundo dados da Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão (Seplag).

Apesar de alto, o índice houve redução de 17,5% das licenças, se comparado com 2017.

Transtornos mentais e comportamentais, como depressão, ansiedade e síndrome do pânico, são os que mais afetam os professores da educação básica, que representa 33% dos laudos.

No caso dessas patologias, o número de casos aumentou de 2015 para 2018. Em 2015, 29,8% se referiam a transtornos dessa natureza.

Os dados fazem parte do relatório de Absenteísmo por Doença Professores (2015-2018), levantado pela Coordenadoria de Perícia Médica da Secretaria de Planejamento e Gestão de Mato Grosso (Seplag).

Esses dados se referem aos registros de Licença para Tratamento de Saúde (LTS) no Sistema Estadual de Administração de Pessoal (Seap). Constam licenças de mais de três dias, englobando todas as doenças.

No âmbito do ensino superior, o percentual de professores da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat) afastados para tratamento de saúde caiu de 10,3%, em 2015 para 7,9%, em 2018.

Não passam pela perícia médica os servidores com licença de até 3 dias. Dessa forma, não são contabilizados no relatório.
Levantamento da Seplag aponte que 33% dos professores afastados tratam transtornos mentais — Foto: Junior Silgueiro/Seduc-MT

Levantamento da Seplag aponte que 33% dos professores afastados tratam transtornos mentais — Foto: Junior Silgueiro/Seduc-MT

De acordo com a psicóloga Fabiana Barbosa, uma das razões do estresse excessivo e das síndromes comuns entre professores, por exemplo, é o fato de precisar lidar com pessoas diferentes, com muitas particularidades.

“O professor precisa se remodelar para cada aluno. Absorve muita coisa. Não é uma profissão que envolve apenas a parte técnica. Ele tem que se reinventar o tempo todo e sem apoio emocional é bem desgastante”, explicou a psicóloga.

A diretora de uma escola de pública de Cuiabá, que pediu para não se identificada informou que na unidade onde ela trabalha, três professores estiveram de licença para tratamento de saúde, em especial, para tratar transtornos mentais.

Ela explicou ainda que alguns profissionais foram reabsorvidos no organograma, na modalidade “desvio de função”.

“O professor, muitas vezes, trabalha com 20 turmas diferentes, cada uma com 30 a 35 alunos. Crianças e adolescentes com perfis opostos e realidades diferentes. Muitas vezes, absorvemos os dramas dos estudantes, na tentativa de ajudá-los”, explicou ela.

Mais de 2 mil professores se afastaram da sala de aula para tratar problemas de saúde em 2018. — Foto: ALMT/Divulgação

Mais de 2 mil professores se afastaram da sala de aula para tratar problemas de saúde em 2018. — Foto: ALMT/Divulgação

Na tentativa de reverter esse quadro dentro da educação pública e promover melhorias no ambiente de trabalho do servidor, a Seplag iniciou, em 2017, a implantação do Programa de Atenção à Saúde Mental.

A princípio, o projeto-piloto foi implantado nas secretarias estaduais de Planejamento e Gestão (Seplag), Segurança Pública (Sesp), Fazenda (Sefaz), Assistência Social e Cidadania (Setac) Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Controladoria Geral do Estado (CGE) e Polícia Judiciária Civil (PJC).

O programa tem o objetivo de identificar os fatores, dentro do ambiente de trabalho, que possam provocar mal estar e sofrimento aos servidores. Assim, é possível desenvolver ações preventivas que possibilitem a redução dos casos de afastamento de funcionários.

O programa é desenvolvido por uma equipe multiprofissional composta por psicólogo, assistente social e enfermeiro.

Por G1 MT

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