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Cursos do Soja Plus começam em março

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Sustentabilidade

Cursos do Soja Plus começam em março

Interessados devem procurar Sindicato Rural das cidades. Esta é a nona edição dos treinamentos que são oferecidos gratuitamente


22/02/2019

Produtores rurais poderão se capacitar nos cursos de qualidade de vida no trabalho a partir de 22 de março.  Oferecidas pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT), por meio do programa Soja Plus, as qualificações começarão por Diamantino e devem percorrer outros 33 municípios. Interessados devem procurar Sindicato Rural das cidades. Esta é a nona edição dos treinamentos que são oferecidos gratuitamente.

Os cursos são baseados na Norma Regulamentadora 31 (NR31) – Qualidade de Vida no Trabalho e Saúde e Segurança no Trabalho Rural. Conforme explica a gerente de Sustentabilidade da Aprosoja-MT, Marlene Lima,  os cursos tem por principal objetivo preparar os produtores de soja e milho de Mato Grosso, quanto às questões de legislação trabalhistas, previdenciária,  gestão e segurança no trabalho, bem como prevenção de acidentes.

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“Essa é uma oportunidade ímpar para o produtor rural obter informações quanto às legislações trabalhistas e evitar alguns riscos nas fazendas, como multas, notificações e até acidentes de trabalho, por exemplo”, enfatizou Marlene.

Produtores rurais que desejarem fazer o curso devem procurar os Sindicatos Rurais ou supervisores de campo da Aprosoja-MT, pois os cursos já estão programados ao longo do ano e irão percorrer os municípios de Diamantino, Vera, Ipiranga do Norte, Jaciara, Tabaporã, Lucas do Rio Verde, Tapurah, Sapezal, Cláudia, Sinop, Alta Floresta, Alto Taquari, Matupá, Porto Alegre do Norte, Confresa, Nova Mutum, Nova Maringá, Porto dos Gaúchos, Campos de Júlio, Tangará da Serra, Campo Verde, Itiquira, Rondonópolis, Sorriso, Querência, Gaúcha do Norte, Canarana, Água Boa, Nova Xavantina, Campo Novo do Parecis, Vila Rica, Primavera do Leste, Paranatinga e São José do Xingu.

“As datas de onde os cursos vão percorrer serão disponibilizadas nos próximos dias. Este ano caso o produtor rural não consiga se adaptar ao horário das qualificações, vamos oferecer uma flexibilização. Basta procurar os supervisores de campo da sua região”, concluiu Marlene Lima.

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Soja Plus

O Soja Plus é um programa de melhoria contínua das propriedades rurais, com objetivo de aumentar a eficácia da gestão e preparar o produtor rural para atender as demandas de forma mais sustentável, econômico, social e ambientalmente. O curso é um pré-requisito para os agricultores serem inseridos no programa.

 

Fonte: Ascom Aprosoja


Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215

Email: comunicacao@aprosoja.com.br

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União Europeia: tendências de suprimento dos três principais fornecedores de carne de frango

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União Europeia: tendências de suprimento dos três principais fornecedores de carne de frangoEm 2019, os três devem ampliar suas exportações para o bloco. Mas o Brasil – que já foi líder absoluto, continua como segundo fornecedor.

Nas projeções atualizadas do USDA, em 2019 a União Europeia deve importar cerca de 780 mil toneladas de carne de frango, os três principais fornecedores sendo responsáveis por mais de 90% desse volume. Porém, a participação brasileira – dez anos atrás correspondente a mais de 70% do total importado pela UE (680 mil toneladas em 2009) – deve, neste ano, ficar reduzida a pouco mais de um terço das 780 mil toneladas previstas.

A queda observada nestes 10 anos não é fato recente, começou na década passada, quando o planeta ainda sofria os efeitos da grande crise econômica mundial eclodida em 2008. No entanto, entre 2013 e 2016 as exportações brasileiras de carne de frango para a União Europeia permaneceram em relativo equilíbrio.

De toda forma, entre 2009 e 2016 o volume exportado recuou a uma média pouco superior a 2% ao ano – índice que, no ano seguinte , chegou a ser considerado “palatável”, pois então (2017) as exportações com destino à UE recuaram mais de 18%. Efeito, óbvio, da mal divulgada Operação Carne Fraca.

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O pior é que índice de redução muito similar se repetiu no ano seguinte, como reflexo da desabilitação, por parte da União Europeia, de 20 abatedouros brasileiros autorizados a exportar para o bloco. Neste caso, uma decorrência da segunda fase (2018) da Operação Carne Fraca.

Com isso, no biênio 2017-2018 o volume de carne de frango exportado pelo Brasil para a UE recuou perto de 36% e ensejou a ascensão da Tailândia ao posto de principal fornecedor de carne de frango dos países da zona do euro.

Não se pode dizer que tal ocorrência foi inesperada. Desde o final da década passada, superado o trauma da Influenza Aviária que quase dizimou a avicultura local, as exportações da Tailândia para a UE cresceram de forma praticamente contínua, enquanto a participação brasileira recuava ou se estabilizava. Mas a ocupação do primeiro posto era algo previsto para 2023 ou 2024. A deflagração da Carne Fraca apenas antecipou esse processo.

Até quatro ou cinco anos atrás Brasil e Tailândia, juntos, detinham a maior parte das importações europeias. Surge então, como novo player do mercado internacional, a Ucrânia – com exportações pouco representativas no início, mas já superiores a 100 mil toneladas anuais no corrente biênio.

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De acordo com o USDA, essa expansão é devida à assinatura, em 2014, de um tratado de livre comércio entre Ucrânia e União Europeia. Por outro lado, o rápido crescimento do volume importado é atribuído a uma brecha que possibilita à Ucrânia exportar peito de frango com osso para a UE com taxa “zero”, ou seja, sem nenhuma tributação. O produto é direcionado, normalmente, para a Holanda e a Eslováquia, onde é reprocessado.

Explica-se, pois, porque o Brasil viu reduzir-se, por exemplo, suas exportações de carne salgada: parte de seu espaço anterior está agora ocupado pela Ucrânia. O detalhe, neste caso, é que a brecha existente acaba em 2020. Então, as exportações ucranianas destinadas à UE estarão sujeitas às taxações europeias normais. Quem sabe seja a oportunidade de o Brasil retomar o terreno perdido.

Fonte: AviSite

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Contratos futuros do açúcar caem em NY; etanol hidratado recua

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Contratos futuros do açúcar caem em NY; etanol hidratado recuaO vencimento para outubro/19 foi firmado em 10.99 centavos de dólar por libra-peso, queda de 1 ponto. Na tela março/20 os contratos ficaram em 12.00 centavos de dólar por libra-peso, desvalorização de 7 pontos. Os demais lotes caíram entre 6 e 8 pontos.

Segundo a Reuters, “operadores disseram que a expectativa de aperto na oferta na temporada 2019/20 manteve um piso para preços, à medida que usinas buscam maximizar o uso da cana para produzir o etanol, mais lucrativo.”

Em Londres o único lote que fechou positivo foi o vencimento para dezembro/19, que subiu 90 cents de dólar e foi firmado em US$ 321,90 a tonelada. A tela para março/20 ficou em US$ 325,20 a tonelada, desvalorização de 90 cents de dólar. Os outros contratos caíram entre 70 cents e 1,50 dólar.

Mercado doméstico

No mercado interno o açúcar cristal também fechou em baixa pelos índices do Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 quilos foi comercializada ontem em R$ 60,48, desvalorização de 0,67% no comparativo com a véspera.

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Etanol hidratado

O indicador diário do etanol hidratado, medido pela Esalq/BM&FBovespa Posto Paulínia, desvalorizou, fechando cotado a R$ 1.801,50 o metro cúbico, queda de 0,19% no comparativo com a véspera.

Fonte: Agência UDOP de Notícias

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