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De Bem Com a Vida promove palestra de prevenção a violência contra professores em Alto Boa Vista

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Assessoria | PJC-MT

Cerca de 150 alunos da rede pública de ensino participaram de uma ação do programa “De Bem Com a Vida”, da Polícia Judiciária Civil, no município de Alto Boa Vista, na quarta-feira (13.03).

A “Roda de Conversas” destinada a adolescentes e adultos do ensino médio da Escola Estadual Professor João Resende, aconteceu durante o período noturno, com objetivo de conscientizar os participantes a respeito do uso de armas brancas no ambiente escolar.

O ato contou com a participação de todos os professores e alunos presentes na escola, onde foi abordado principalmente o tema: Respeito ao Professor e ao próximo.

O trabalho extracurricular foi proposta aos alunos, após professores relatarem que estão se sentindo constrangidos ao desenvolverem suas atividades, devido as ameaças que sofrem dentro da sala de aula.

Após a realização da palestra, vários alunos entregaram aos investigadores de polícia alguns canivetes, comprovando com isso a eficácia e eficiência na realização da conversa. Os professores ficaram satisfeitos com o evento e afirmaram que se sentem mais seguros em desenvolver seus trabalhos.

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Os policiais civis orientaram os professores a registrar Boletim de Ocorrência quando ocorrerem situações de ameaça, agressão entre outras, no ambiente escolar e se coloram a disposição da instituição de ensino.

A atividade faz parte de uma programação que é desenvolvida pela Polícia Judiciária Civil de Alto Boa Vista, com intuito de prevenir a ocorrência de crimes, principalmente no ambiente escolar e proximidades.

A ação foi desenvolvida pelos policiais civis, Marcelo Silva Souza, Junio Dias Costa e Wilkens Cleber de Castro, sob orientação do Delegado de Polícia Marcello Henrique Maidame.

 

Fonte: PJC MT
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Polícia Civil prende sete de associação criminosa envolvida no latrocínio de investigadora de Ribeirão Cascalheira

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Assessoria | PJC-MT

Sete integrantes de uma organização criminosa, entre eles dois menores de idade, foram autuados em flagrante, neste domingo (24), nas investigações do latrocínio da investigadora Márcia Régia de Matos, 59 anos. A policial civil foi morta com disparos na cabeça, após ter a chácara invadira por dois criminosos armados, no começo da noite de sexta-feira (22).

Os criminosos foram autuados por quadrilha armada, roubo seguido de morte (latrocínio), furto qualificado, roubo majorado, associação criminosa armada, e posse ilegal de arma de fogo de uso permitido.

As prisões ocorreram na força-tarefa que mobilizou policiais civis de todas as delegacias da Regional  de Água Boa, Regional de Barra dos Garças, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), e uma equipe da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) de Cuiabá. Os trabalhos contaram com total apoio da Secretaria de Estado de Segurança Pública e da Diretoria Geral da Polícia Judiciária Civil, assim como o Sindicato dos Investigadores (Sinpol).

O suspeito Diego Correa de Araujo, 21 anos, morador da cidade de Barra do Bugres, é o executor do latrocínio junto com o adolescente S.F.N, 17 anos. Ele e o menor infrator foram localizados na cidade de Querência (945 km a Nordeste), no sábado (23), com o com mais cinco pessoas que integram uma organização criminosa que praticou vários roubos e furtos na região, terminando com roubo seguido de morte (latrocínio) da investigadora da Polícia Civil, que era lotada na Delegacia de Ribeirão Cascalheira Cascalheira (900 km a Leste).

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Os demais envolvidos na associação criminosa são: Bruno da Silva Ribeiro, 18, Leonardo Souza Nascimento, 22, Ana Paula Pereira Carvalho, 20, Débora Crizostomo de Souza, e  J.M.Q, 17 anos. Todos eles, assim como o menor S.F.N. são moradores de Querência e formam o grupo criminoso que deu suporte logístico ao suspeito Diego Correa de Araújo, que chegou no começo da semana na cidade para praticar crimes.

Os criminosos de Querência colocaram à disposição dele (Diego) duas armas de fogo e duas motocicletas, com as quais roubaram, sequestraram e executaram friamente a investigadora de polícia.

O delegado Raphael Diniz informou que essa associação criminosa praticou diversos crimes na cidade, entre eles roubo de um veículo Pálio, uma Hilux, um Gol e a Fiat Strada da policial, furtos de defensivos agrícolas,  joias  e outros objetos,  fora muitas tentativas que nem chegou ao conhecimento da polícia.  “Temos mais pessoas envolvidas nessa facção criminosa e já identificamos quem são. As investigações continuam”, disse.

Os  veículos roubados foram recuperados e restituídos às vítimas ou seus familiares. As investigações continuam para recuperar as armas roubadas da policial civil.

Também foram apreendidas duas armas de fogo, de uso dos criminosos.

O latrocínio

A  policial estava em sua casa, que fica em uma chácara, às margens da BR 158, a 50 km da cidade de Ribeirão Cascalheira, quando foi surpreendida por dois criminosos armados, que roubaram um veículo Fiat Strada, de cor preta, de sua propriedade, duas armas pessoais (1 revólver 38 e um rifle 22) e pistola 940, acautelada da Polícia Civil.

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O corpo da investigadora foi localizado na madrugada deste sábado (23), por volta das 2 horas, em uma estrada vicinal, às margens da BR 158 (60 km de onde foi levada), com um tiro na cabeça. Os criminosos abandonaram, próximo ao mesmo local, o veículo dela e seguiram em uma motocicleta.

A Polícia Civil apurou que antes de invadir a propriedade da policial, os criminosos assaltaram uma residência que fica anexa a uma borracharia na região no Distrito de Serra Dourada, de onde levaram da casa joias, cheque e um carro (Gol). A vítima desse crime, também uma mulher, foi levada, mas liberada pelos criminosos, que seguiram no veículo, porém, perderam o controle do carro que caiu numa ribanceira, que fica perto da residência da casa da investigadora Márcia Régia.

A investigadora Márcia Régia de Matos completaria neste ano 29 anos de Polícia Civil. Ela é da turma de outubro de 1990, que ingressou Polícia Civil de Mato Grosso. A polícia era natural de Araguarça (GO).

O corpo da investigadora foi sepultado em Barra do Garças.

 

Fonte: PJC MT
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Delegado Rogério Gualda se aposenta com a sensação de dever cumprido

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Fabiane Rewel Assessoria | PJC-MT

“Sou um entusiasta. Sempre trabalhei como policial porque gosto da profissão”. É com essa frase que o delegado de polícia, Miguel Rogério Gualda Sanches, encerra suas atividades como policial civil, ao assinar sua aposentadoria no dia 20 de março.

Rogério Gualda começou a carreira policial como investigador no Estado de São Paulo, onde atuou por nove anos e após passar no concurso para delegado de polícia, no ano de 1999, se mudou para Mato Grosso.

De lá pra cá se passaram vinte anos. Quando chegou em Mato Grosso,  sua primeira lotação foi a Delegacia de Paranaíta, local em que trabalhou por um ano e meio, tendo atuado em sete delegacias da regional de Alta Floresta.

Após trabalhar no interior do Estado, o delegado veio para a Capital e sua primeira lotação foi na Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF), tendo passado em todas as delegacias da Diretoria Metropolitana, inclusive na Gerência Estadual de Polinter.

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Foi delegado Regional de Várzea Grande durante três anos e Diretor Metropolitano por dois anos, no biênio 2015/2016. Nos últimos dois anos de sua carreira policial, Rogério trabalhou na Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa, respondendo também pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas, que funciona dentro da DHPP.

Para Rogério trabalhar na polícia foi uma grande honra. Na instituição se realizou como profissional participando de grandes operações policiais, o que foi muito bom para sua carreira. “Deixo a instituição com a sensação de dever cumprido, procurei sempre fazer meu trabalho da melhor forma possível”.   

O delegado aposentado deseja aos futuros policiais, que vierem a ingressar na Polícia Civil, que possam se dedicar à instituição. “Ser policial é uma profissão muito nobre”, ressaltou Gualda.

Dessa forma, Rogério encerra seus 29 anos como policial civil, tendo trabalhado um ano na iniciativa privada, completando trinta anos de contribuição. Rogério Gualda disse que agora, aposentado, pretende empreender e recomeçar na área empresarial.

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Fonte: PJC MT
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