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Agronegócio

Desempenho do frango (vivo e abatido) na trigésima semana de 2019

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Após sofrer quedas praticamente sucessivas desde a semana retrasada até a última segunda-feira, 23, na semana que passou o preço obtido pelo frango abatido estabilizou-se em pouco mais de R$4,00/kg

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Desempenho do frango (vivo e abatido) na trigésima semana de 2019

Após sofrer quedas praticamente sucessivas desde a semana retrasada até a última segunda-feira, 23, na semana que passou (quarta de outubro e trigésima do ano) o preço obtido pelo frango abatido (base: produto resfriado comercializado no Grande Atacado da cidade de São Paulo) estabilizou-se em pouco mais de R$4,00/kg.

Tende, à primeira vista, ser o menor valor do mês. De um lado, por ter retrocedido a um patamar que já não influencia o consumo (o consumidor está exaurido e o preço, qualquer que seja, não faz diferença). De outro, porque a virada de mês está próxima e o normal, doravante, é uma nova retomada de preços.

O retrocesso do abatido (na média da semana, cerca de 9% a menos que o alcançado na segunda semana do mês, a melhor de julho corrente) não influenciou a cotação do frango vivo comercializado no interior paulista, que completou mais uma semana (ou 40 dias consecutivos) cotado a R$3,30/kg.

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A estabilidade da ave viva apesar do retrocesso de preços da abatida sugere que o frango vivo atingiu patamar que, à primeira vista, atende adequadamente às duas partes, vendedor e comprador. Mas isto só se aplica ao produto previamente programado, porquanto as ofertas “spot” permaneceram sujeitas a descontos, conforme as necessidades e interesses de uma e outra parte.

Às portas, já, do oitavo mês de 2019, é provável que o mercado seja mais ativo no decorrer de agosto. Porque, em essência, terminam as férias de parte da população e é retomada a merenda escolar. E os primeiros movimentos nesse sentido começam nesta semana.

Fonte: AviSite

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Altos custos na produção de soja preocupam agricultores de Mato Grosso

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O valor é 7,5% mais alto do que na safra passada. Esse valor deve representar o recorde negativo de maior custo de produção, superando os valores de 2016/2017, quando o produtor gastava, em média, R$ 3,8 mil para plantar a soja

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Altos custos na produção de soja preocupam agricultores de Mato Grosso

Produtores do oeste de Mato Grosso estão preocupados com os custos para a próxima safra de soja. De acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o investimento necessário para plantar um hectare do grão no estado fica em torno de R$ 3,9 mil.

O valor é 7,5% mais alto do que na safra passada. Esse valor deve representar o recorde negativo de maior custo de produção, superando os valores de 2016/2017, quando o produtor gastava, em média, R$ 3,8 mil para plantar a soja.

De acordo com o instituto, o que mais tem puxado para cima os custos de produção são a alta do dólar e os fertilizantes, que tiveram os preços reajustados em quase 24%. Herbicidas, fungicidas e sementes também apresentam altas.

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Uma consequência é que o produtor Luciano Resende resolveu reduzir a área plantada. “É um ano de desafio para a cadeia do produtor rural”, avalia.

Segundo ele, em 2018 a saca de soja era vendida entre US$ 19 e US$ 21 dólares. ?Este ano, nós estamos vendendo a US$ 16, US$ 17?, conta.

Fonte: Globo Rural

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Exportação de carnes saltarão de 7 mi de ton para 9,3 mi de ton ao final da década

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De acordo com o estudo, no período, as exportações dos três tipos devem crescer 3% ao ano

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Exportação de carnes saltarão de 7 mi de ton para 9,3 mi de ton ao final da década

As vendas externas de carnes (bovina, frango e suína) saltarão de 7 milhões de toneladas para 9,3 milhões de toneladas ao final da década, com destaques para carne suína (+34%) e de frango (+33%), aponta análise do Ministério da Agricultura divulgado nessa sexta-feira (26). De acordo com o estudo, no período, as exportações dos três tipos devem crescer 3% ao ano.

“O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, 2019) classifica o Brasil em 2028 como primeiro exportador de carne bovina, sendo a Índia o segundo, seguida pela Austrália e Estados Unidos. Nas exportações de carne de porco, o Brasil é classificado em quarto lugar, atrás da União Europeia, Estados Unidos e Canadá. Em carne de frango, o Brasil fica em primeiro lugar nas exportações, seguido pelos Estados Unidos e União Europeia”, aponta o estudo.

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O trabalho não avaliou os impactos do Acordo Mercosul – União Europeia, firmado em junho, em Bruxelas.

Fonte: MAPA

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