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Esportes

Diretoria do Inter relata ameaça de morte no Allianz Parque

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Terra

Presidente Marcelo Medeiros e o vice Roberto Melo relataram o problema ocorrido com torcedores do Palmeiras durante jogo da Copa do Brasil

O presidente do Internacional, Marcelo Medeiros, e o vice Roberto Melo disseram ter recebido ameaças de morte no Allianz Parque. A denúncia foi feita depois da derrota para o Palmeiras por 1 a 0, pela Copa do Brasil. De acordo com o relato dos dirigentes, o problema aconteceu com torcedores que estavam no camarote ao lado ao que ficou a comitiva colorada.

Marcelo Medeiros, presidente do Inter, relatou ter sofrido ameaça de morte (Foto: Divulgação/Internacional)

Foto: LANCE!

“Lamentável o tratamento que recebemos no camarote do Palmeiras. É um camarote ao lado, não é de uma torcida comum. Fomos hostilizados, ameaçados de morte. Isso nunca ocorreu. Presidente de clube ameaçado por um senhor”, contou Roberto Melo. “O camarote ao lado, que é de uma empresa de segurança, não é de torcida comum, é alugado, fomos ameaçados de morte. Queria fazer este registro, é lamentável vir para um estádio de futebol, de Série A, e passar por isso. Nunca tinha acontecido o que aconteceu hoje”, acrescentou.

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Os dirigentes colorados relataram o ocorrido à diretoria do Palmeiras. De acordo com Roberto Melo, os mandantes prometeram fazer uma reclamação contra a empresa do camarote de onde partiram as ameaças.

“Desde o começo do jogo a provocação. Teve gente que saiu do camarote. Mandaram ficarmos quietos. Teve ameaças, que poderiam nos matar, com sinal de arma”, encerrou.

Os dirigentes do Inter não informaram se vão registrar um Boletim de Ocorrência, nem se levarão o caso à CBF. As equipes voltam a se enfrentar na quarta-feira que vem, no Beira-Rio. O Palmeiras joga pelo empate para avançar à semifinal da Copa do Brasil.

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Esportes

Presidente do Mixto anuncia renúncia do cargo “não dá mais” 

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Dizendo-se sem apoio a frente do clube e desestimulado, Hudson garante que entregará o Mixto em ‘boas condições’. “Fizemos os últimos pagamentos pendentes referente ao Estadual desse ano”, afirmou.

Questionado sobre a possibilidade de o clube ser arrendado ou terceirizado por um grupo de investidores, supostamente interessado, Hudson se mostrou cético: “Um investidor que pretende fechar um negócio não precisa de 60 dias para dar a resposta”, destacou, referindo-se ao prazo solicitado por um emissário enviado à reunião, realizada na noite de quarta-feira na Capital.

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Hudson não participou do encontro, mas A Gazeta apurou que o tal emissário é um cidadão cuiabano que reside no Rio e se apresentou como representante dos ‘investidores’.

A proposta consiste em o clube ceder todos os direitos ao grupo, incluindo a negociação de atletas revelados nas categorias de base. O mesmo emissário teria citado um investimento de R$ 5 milhões e até a quitação de todas as dívidas do clube. O conselho preferiu não revelar o nome do representante.

A Gazeta (foto: assessoria/arquivo)

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Esportes

Secretário-geral da CBF cita Alemanha e cogita volta do futebol em junho

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“Parar foi necessário e voltar é possível. Esse é o grande aprendizado com o retorno do Alemão… a Alemanha é uma ótima sinalização”, disse o dirigente em entrevista à Agência Reuters.

No último final de semana, a bola voltou a rolar no Campeonato Alemão, com jogos sem torcida. Além disso, como medida para evitar a contaminação, os atletas passaram por testagem e havia restrições na quantidade de pessoas que poderiam entrar nos estádios. Feldman sinalizou que o Brasil pode passar por algo semelhante. “Podemos ter sim só jogos com portões fechados… em países a epidemia vai e volta, tem novas ondas. Aglomerações mesmo só com vacina e controle absoluto”, disse.

Para poder voltar com as atividades do futebol, a Alemanha passou por uma rígida política de isolamento social, que resultou na diminuição do contágio. No Brasil, mesmo com sucessivos recordes de casos em 24 horas, já há movimentações de alguns dirigentes para que os clubes voltem aos treinos. O secretário geral da CBF espera um abrandamento nos meses seguintes para o retorno do futebol por aqui.

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“Maio é o período mais dramático da doença e vamos ver as portas que vão se abrir em junho… o aprofundamento da crise, agora, significa que logo em seguida deve vir o abrandamento”, analisou.

Gazeta Esportiva (foto: Alexandre Vidal/assessoria/arquivo)

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