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Política MT

Em evento com Bolsonaro, governador diz que MT preserva mais de 60% das áreas: ‘exemplo de sustentabilidade’

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Presidente e governadores assinam termo de cooperação para preservação do Araguaia — Foto: Gcom/MT

Durante evento com a presença do presidente Jair Bolsonaro (PSL), realizado neste quarta-feira (5), na região do Rio Araguaia, o governador Mauro Mendes (DEM) disse que o estado mantém mais de 60% das áreas preservadas.

No ocasião, foram feitos o lançamento e a assinatura do termo de cooperação técnica entre Mato Grosso e Goiás para a implantação o projeto “Juntos pelo Araguaia”, que, em parceria com produtores rurais da região, visa o desenvolvimento de ações de preservação do rio.

“Mato Grosso é o maior produtor de commodities do país. É o maior produtor de soja, milho, e tem o maior rebanho. E fazemos tudo isso com apenas 36% do território. Os outros 64% do território estão intactos. Isso é um exemplo que damos ao mundo, de que somos capazes de produzir e conservar”, citou.

Entre as ações previstas pelo projeto estão a reposição florestal, plantio de mudas nas margens e recuperação de áreas em toda a extensão do rio.

Os municípios de Mato Grosso inclusos no projeto fazem parte do Comitê de Bacia Hidrográfica do Alto Araguaia e são: Alto Taquari, Alto Araguaia, Alto Garças, Araguainha, Ponte Branca, Ribeirãozinho, Torixoréu, Guiratinga, Pontal do Araguaia, Tesouro, General Carneiro, Barra do Garças.

Presidente diz que o Brasil está preocupado com a questão ambiental — Foto: Gcom/MT

Presidente diz que o Brasil está preocupado com a questão ambiental — Foto: Gcom/MT

O presidente declarou que ações como esta demonstram que a questão ambiental é importante e que é preciso desenvolver alternativas que possibilitem o desenvolvido mantendo a preservação do meio ambiente.

“Esse momento da revitalização da bacia Araguaia é um exemplo para o mundo de que somos preocupados com o meio ambiente. Porém, nossa primeira missão é não atrapalhar quem quer produzir”, afirmou.

Mauro Mendes reforçou ainda que é preciso construir uma nação rica e capaz de promover crescimento.

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Mato Grosso

Deputada mantém voto contra a PEC da Previdência por considerar texto prejudicial aos servidores públicos

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“Fizemos o possível para negociar, foram meses de tentativa e centenas de emendas apresentadas para que a PEC 06, que trata da reforma da previdência estadual, se tornasse menos prejudicial aos servidores públicos de Mato Grosso. Como não houve os avanços que considerava adequados entre o governo do estado e os servidores públicos, mantive meu voto pela reprovação da PEC. Votei com minha consciência e mantendo a coerência na minha defesa aos servidores, mesmo sendo base do governo e mesmo sabendo que a reforma da previdência é essencial para o equilíbrio da balança contribuição x benefícios”, lamentou a deputada estadual Janaina Riva (MDB), na noite desta quarta-feira (12.08), após sessão de mais de seis horas, em que a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), número 06 de autoria do governo do estado, foi aprovada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Segundo a parlamentar, haviam algumas propostas que estavam consolidadas junto ao Fórum Sindical e que foram apresentadas em forma de emendas pelos parlamentares ao texto original da PEC, mas que não foram aprovadas pela ausência de votos suficientes. “O único avanço que obtivemos foi com relação à emenda 75, que trata dos 80% da média e contou com o voto de toda a base do governo e, por isso, conseguimos aprova-la votando a emenda em destaque. Eu e os deputados do bloco Resistência Democrática fizemos o que estava ao nosso alcance, pedimos que as mais de 100 emendas fossem votadas em destaque, uma a uma, votamos favorável a todas elas para tentar amenizar os efeitos da PEC Previdenciária aqui em Mato Grosso. Não conseguimos fazer muito, mas fizemos o nosso máximo, adiamos a votação até onde deu para tentar uma negociação que infelizmente não houve”, explicou.

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 A emenda 75,  ao qual a deputada se refere, é de autoria das lideranças partidárias e alterou o parágrafo único ao artigo 6º da Proposta de Emenda à Constituição 06/2020, Mensagem 16/2020, e ficou com a seguinte redação: “Art. 6º (…) Parágrafo único, para efeitos da aplicação do disposto no artigo 26 da Emenda Constitucional n.º 103/19, mencionado no caput, será considerada a média aritmética simples das maiores remunerações, utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência a que esteve vinculado o servidor, correspondentes a 80% de todo o período contributivo desde a competência julho de 1994, ou desde a do início da contribuição, devendo-se observar, ainda, as demais regras nele contidas”.

Além da deputada Janaina Riva, votaram contra a PEC da Previdência os deputados Thiago Silva (MDB), Lúdio Cabral (PT), Delegado Claudinei (PSL), Elizeu Nascimento (DC), Allan Kardec (PDT), Valdir Barranco (PT) e Max Russi (PSB). A PEC teve 112 emendas apresentadas e foi aprovada em segunda votação por 16 x 8 votos, numa sessão que durou aproximadamente 6 horas. Dentre as alterações principais que a PEC 06 traz, está o aumento da idade mínima de aposentadoria de 55 para 62 anos para mulheres e de 60 para 65 anos para homens. As carreiras da área de segurança e os professores passam a ter regras próprias. A aposentadoria compulsória permanece aos 75 anos para todos os servidores.

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Assessoria de Imprensa

Jornalista Laura Petraglia –  Audiovisual Jardel Silva

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Mato Grosso

Max Russi quer que Estado libere cirurgias eletivas em Mato Grosso 

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O Primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), encaminhou uma indicação ao governodo Estado, solicitando a retomada das cirurgias eletivas, principalmente as ortopédicas, que se encontram suspensas pela Secretaria de Estado de Saúde(SES) desde o dia 17 de março quando foram registrados os primeiros casos da Covid-19, o coronavírus, em Mato Grosso.

“Tais procedimentos foram suspensos há alguns meses, pois os leitos e todos os aparatos médicos precisavam ser direcionados urgentemente ao tratamento de pacientes acometidos pelo coronavírus. Ocorre que, conforme veiculado pela mídia, já não há mais filas por vagas nas Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) e, por isso as cirurgias devem ser retomadas imediatamente, já que muitos pacientes necessitam urgentemente desse procedimento”, argumentou Max Russi.

No documento encaminhado ao Poder Executivo com cópia à SES, o parlamentar ainda frisa os danos irreparáveis à saúde da população, causados pela não realização das operações.

O operador de máquinas CarlosAlberto Gonçalves, 58 anos, é uma dessas pessoas que está na fila de espera aguardando por operação de artroplastia do quadril (substituição da articulação da anca por um implante protético). Segundo ele, a solicitação da cirurgia foi feita no mês de maio do ano passado, mas devido à pandemia, foi obrigado a aguardar pela retomada dos procedimentos cirúrgicos. Carlos sofreu desgaste da cartilagem do quadril.

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“Infelizmente tenho que aguardar.Torço muito para que o deputado Max consiga convencer o governador a voltar atrás e liberar as cirurgias eletivas. A dor que eu sinto é tão forte que nem sei explicar. Tem dias que, não consigo colocar meus pés no chão, por causa da dor. Hoje conto com o auxílio da minha esposa até para me levantar da cama e ir ao banheiro. Minha situação é tão delicada, que o meu médico me proibiu de pegar um peso de 10 quilos, por exemplo,”, ressaltou Carlos Alberto que se aposentou por invalidez.

Cirurgias suspensas – No dia 17 de março, a Secretaria de Estado de Saúde (SES), divulgou o memorando circular 016/2020, adiando as cirurgias eletivas, limitando as visitas aos pacientes internados, além de suspender os procedimentos ambulatoriais. As medidas restritivas envolvem as seguinte s unidades de saúde: Metropolitano de Várzea Grande, Regional de Alta Floresta, Cáceres,Colíder, Sorriso, Rondonópolis, Sinop e o Hospital Santa Casa.

Fonte: Assessoria

 

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