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Mato Grosso

Em MT, 76 pessoas foram mortas em confronto com a polícia, segundo monitor da violência

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Dados apontam que 76 pessoas foram mortas em confronto com a polícia — Foto: G1/Monitor da Violência

Dados apontam que 76 pessoas foram mortas em confronto com a polícia — Foto: G1/Monitor da Violência

Setenta e seis pessoas foram mortas em confrontos com policiais, em Mato Grosso, em 2018, segundo dados do monitor da violência, divulgados nesta terça-feira (7). No mesmo ano, dois policiais foram mortos, no estado.

O levantamento faz parte de uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Os dados são disponibilizados pelos órgãos de segurança pública dos estados. O levantamento revela que:

  • O Brasil teve 6.160 pessoas mortas por policiais no ano passado – um aumento de 18% em relação ao ano anterior, quando foram registradas 5.225 vítimas
  • A taxa de mortes pela polícia subiu de 2,5 para 3 a cada 100 mil habitantes em um ano
  • O Rio de Janeiro é o estado com a maior taxa de mortes por policiais: 8,9 a cada 100 mil
  • O país teve 307 policiais assassinados em 2018 (menos que em 2017, quando 374 oficiais foram mortos)
  • O Rio Grande do Norte tem a maior taxa de policiais mortos do país: 2,7 a cada mil
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Das 6.160 mortes cometidas pela polícia em 2018, a maioria (90%) aconteceu com policiais em serviço. Os 10% restantes são vítimas de policiais civis e militares na ativa, mas que não estavam trabalhando no momento.

O Rio de Janeiro é o estado com a maior taxa e o maior número absoluto de pessoas mortas em confronto com a polícia: 1.534 vítimas, o equivalente a 8,9 assassinatos a cada 100 mil habitantes. O dado representa 1/4 do total de mortes pela polícia no país. A taxa é a mais alta registrada no estado desde 1998, ano de início da série histórica.

Mortos pela polícia em MT

Em setembro do ano passado, dois jovens suspeitos de fazerem parte de uma facção criminosa foram mortos, em Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá.

Segundo o boletim de ocorrência, os jovens dispararam contra os policiais durante a abordagem. Os militares revidaram os disparos e atingiram os rapazes, que morreram no local.

Policial morto em MT

Um dos policiais mortos em Mato Grosso, no ano passado, é o sargento da PM Ilário Vilela Silva, de 42 anos. Ele foi morto a tiros durante uma abordagem, em Rondonópolis, a 218 km de capital.

De acordo com a Polícia Militar, o sargento e outro soldado faziam rondas quando avistaram um carro estacionado em frente a um supermercado em construção.

Dentro do veículo estaria um vigia que havia sido contratado pelo proprietário do supermercado. Ele teria se assutado com a aproximação do policial e disparado cinco tiros contra o PM.

Por G1MT

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Estadual

Segunda-feira (01): Mato Grosso registra 2.636 casos e 67 óbitos por Covid-19

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Dos 2.636 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 1.656 estão em isolamento domiciliar e 749 estão recuperados. Há ainda 164 pacientes hospitalizados

Ana Lazarini | SES-MT

Os pacientes são devidamente acompanhados pelas equipes de Vigilância Epidemiológica do Estado e dos municípios. – Foto por: Tchélo Figueiredo – Secom/MT

Os pacientes são devidamente acompanhados pelas equipes de Vigilância Epidemiológica do Estado e dos municípios.A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta segunda-feira (01.06), 2.636 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 67 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado. As últimas quatro mortes envolveram residentes de Acorizal, Barra do Garças, Cuiabá e Rondonópolis.

Dentre os 20 municípios com maior número de casos de Covid-19, estão: Cuiabá (795), Várzea Grande (257), Rondonópolis (206), Primavera do Leste (117), Tangará da Serra (113), Sorriso (87), Confresa (82), Lucas do Rio Verde (76), Barra do Garças (73), Sinop (58), Campo Verde (43), Rosário Oeste (42), Pontes e Lacerda (40), Jaciara (39), Alta Floresta (37), Cáceres (33), Nova Mutum (32), Peixoto de Azevedo (28), Aripuanã (25) e Sapezal (25).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada no Boletim anexado ao final desta matéria.

Nas últimas 24 horas, surgiram 152 novas confirmações em Barra do Garças (1), Bom Jesus do Araguaia (1), Cáceres (2), Campos de Júlio (5), Colíder (1), Comodoro (3), Confresa (3), Conquista D’Oeste (1), Cuiabá (49), Jaciara (1), Juína (4), Lucas do Rio Verde (2), Marcelândia (6), Nossa Senhora do Livramento (2), Nova Ubiratã (2), Pedra Preta (2), Peixoto de Azevedo (3), Pontes e Lacerda (10), Primavera do Leste (9), Rondonópolis (2), Sapezal (2), Sinop (4), Sorriso (1), Tangará da Serra (1), Tapurah (1), Várzea Grande (25), Vila Bela da Santíssima Trindade (3) e Vila Rica (3).

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Contudo, a área técnica esclareceu que houve a correção de um caso de duplicidade em Juara. Além disso, um caso anteriormente notificado em Cuiabá foi reposicionado para Várzea Grande, município de residência do paciente.

Dos 2.636 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 1.656 estão em isolamento domiciliar e 749 estão recuperados. Há ainda 164 pacientes hospitalizados, sendo 81 em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 83 em enfermaria.

No boletim, a SES também divulga que a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) dispõe, atualmente, de 176 leitos de UTI e 761 leitos de enfermaria especificamente para pacientes com coronavírus no Estado. O aumento da taxa de ocupação das unidades se deve à desabilitação de leitos por parte das unidades hospitalares especificadas em Boletim.

Considerando o número total de casos em Mato Grosso, 50,5% dos diagnosticados são do sexo feminino e 49,5% masculino; além disso, 747 pacientes têm faixa-etária entre 31 a 40 anos. O documento ainda aponta que um total de 7.618 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 320 amostras em análise laboratorial.

Os pacientes são devidamente acompanhados pelas equipes de Vigilância Epidemiológica do Estado e dos municípios. Mais informações estão detalhadas na Nota Informativa divulgada diariamente pela SES disponível neste link, a partir das 17h.

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Cenário nacional

Até o último domingo (31), o Governo Federal confirmou 514.849 casos da Covid-19 no Brasil e 29.314 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, divulgado pelo Ministério da Saúde, o país contabilizava 28.834 mortes e 498.440 casos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus. Até o fechamento deste material, não foram atualizados os dados desta segunda-feira (01).

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;
– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
– Evitar contato próximo com pessoas doentes. Ficar em casa quando estiver doente;
– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;
– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

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  • Boletim COVID 01.06.20

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Economia

Projeto de confinamento de bovinos da Empaer atrai produtores que desejam investir na tecnologia

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Foram implantados quatro confinamentos com a previsão de retirada de animais em 90 dias, com maior rendimento de carcaça e acabamento.

Rosana Persona | Empaer | MT

Os animais confinados ganham em média cinco arrobas e estão prontos para o abate com o peso médio de 17 arrobas. – Foto por: Jair Siqueira | Empaer

Os animais confinados ganham em média cinco arrobas e estão prontos para o abate com o peso médio de 17 arrobas.

Pequenos e médios produtores de bovinos estão profissionalizando cada vez mais a atividade ao investir em tecnologia. Uma delas é o confinamento para engordar o gado com menos tempo para o abate. O médico veterinário da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Jair de Albuquerque Siqueira, destaca que na região Norte do Estado, nos municípios de Matupá e Guarantã do Norte, foram implantados quatro confinamentos com a previsão de retirada de animais em 90 dias, com maior rendimento de carcaça e acabamento.

O Projeto Mato-grossense de Terminação Intensiva de Bovinos para Abate, elaborado pela Empaer, é voltado para o pequeno e médio produtor. Conforme Jair, com um plantel de 20 cabeças de bovinos, dependendo do peso de entrada, do sexo, da qualidade genética e da alimentação fornecida, o produtor poderá ter, em apenas um ano, até 100 animais terminados. “Os animais confinados ganham em média cinco arrobas e estão prontos para o abate com o peso médio de 17 arrobas”, enfatiza.

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Dentre as vantagens do confinamento está a redução da área necessária à produção. Em apenas um hectare podem ser confinados até mil animais somente com ração balanceada. Além de evitar o desmatamento com a abertura de novos pastos e piquetes, contribui também para a geração de empregos direto e indireto. Confinamento é a prática de restringir a movimentação dos animais, colocando-os em instalações adequadas e fornecendo todos os nutrientes, inclusive água necessária ao seu pleno desenvolvimento.

Jair Siqueira | Empaer

O pecuarista poderá ter um retorno de R$ 500,00 por animal no final do confinamento

O mercado está exigente e visando maior rentabilidade, melhoria na gestão e padronização do produto final. De acordo com o médico veterinário, a principal vantagem do confinamento é a engorda do animal em menos tempo. No sistema tradicional (a pasto), o bovino pode levar em média, após o desmame, dois anos para o abate. “Estamos orientando os produtores interessados no confinamento desde a elaboração do projeto até a montagem de toda a estrutura, que inclui a construção dos galpões de confinamento, da fábrica de rações, inclusive com piso de concreto e cobertura, além de máquinas, equipamentos, alimentação, entre outros”, esclarece.

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No final do mês de maio (25 a 29/05), a diretora de Ater da Empaer, Selma Rodrigues de Moraes, juntamente com médico veterinário, visitaram os municípios de Campo Verde e Santo Antônio de Leverger para auxiliar produtores interessados na técnica do confinamento em suas propriedades rurais. A diretora Selma destaca que a visita em Santo Antônio contou com a participação de agricultores do município de Pontes e Lacerda, que estão buscando informações para realizar o projeto de confinamento da Empaer.

Conforme Jair, a rentabilidade depende de vários fatores, tais como preço da arroba na compra e na venda dos animais, preço dos insumos das rações durante o confinamento, peso de entrada e saída dos animais, duração do confinamento, qualidade da alimentação, etc. As taxas de rentabilidade variam entre 10 e 40% do capital investido (custeio + investimento), após cada lote terminado. “O pecuarista poderá ter um retorno de R$ 500,00 por animal no final do confinamento”, conclui.

 

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