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Mato Grosso

Em MT, a construção de 10 mil unidades habitacionais pode ser paralisada por falta de recurso

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Audiência discute os impactos dos cortes do Minha Casa Minha Vida em MT — Foto: Reprodução/TVCA

Audiência discute os impactos dos cortes do Minha Casa Minha Vida em MT — Foto: Reprodução/TVCA

A construção de cerca de 10 mil unidades habitacionais em Mato Grosso pode ficar paralisada por falta de recursos. De acordo com uma audiência realizada, neste segunda-feira (13), por representantes da indústria e do setor de construção civil, o corte de gastos anunciados pelo governo federal vai atingir diretamente a construção civil.

Dentre as medidas adotas pelo contingenciamento está a redução de R$ 100 para R$ 70 mil dos subsídios do Programa Minha Casa Minha Vida.

De acordo com representantes da indústria da construção civil, os contratos do programa são responsáveis por movimentar 70% do mercado imobiliário no estado. Alguns contratos estão parados há seis meses, por falta de recursos.

“A expectativa é que o ritmo de obras e projetos diminua cada vez mais até o final de setembro ou outubro. Caso não haja uma reversão, a indústria da construção civil entrará colapso” comentou ele.

O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil da Região Sul do Estado de Mato Grosso (Sinduscon), Júlio Flávio de Campos, disse o impacto ocasionado pelo corte atingirá cerca de 30 mil empregos diretos, pois todos o setores da indústria de construção têm contratos diretos ou indiretos com o Minha Casa Minha Vida.

As dificuldades financeiras no programa são o resultado da queda na arrecadação nos últimos anos, por causa da crise econômica. O governo diz ter rombos bilionários nas contas e que estaria tendo dificuldades para manter investimentos.

Atualmente, 90 mil famílias são beneficiadas pelo Minha Casa Minha Vida em todo o estado.

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Mato Grosso

Acusado de matar ex-namorada com tijolada na cabeça vai a júri nesta 5ª

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Dineia Batista Rosa: universitária foi estrangulada e morta pelo ex — Foto: Divulgação

Dineia Batista Rosa: universitária foi estrangulada e morta pelo ex — Foto: Divulgação

Acusado de matar a universitáriaDineia Batista Rosa em 2017, Wellington Fabricio de Amorim Couto, ex-namorado da vítima, vai enfrentar o Tribunal do Júri nesta quinta-feira (23). O julgamento deveria ter ocorrido em março, mas foi adiado por duas vezes.

Wellington responde pelos crimes de homicídio qualificado por motivo torpe, emprego de meio cruel, mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio.

A universitária foi morta no dia 20 de maio de 2017 em uma casa, no Bairro Serra Dourada, na capital, que ela tinha comprado como presente de Dia das Mães para a mãe dela.

Dinea estava no local para fazer uma limpeza, quando o Welington arrombou a casa e a matou. Vizinhos ouviram gritos e chamaram a polícia, no entanto, a vítima já estava morta.

Welington Fabrício de Amorim Couto — Foto: DHPP/Divulgação

Welington Fabrício de Amorim Couto — Foto: DHPP/Divulgação

Atualmente Welington está preso preventivamente no Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC).

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Mato Grosso

Presidente da AMM diz que prefeituras de MT são prejudicadas com sistema de distribuição da arrecadação dos recursos no país

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Presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga — Foto: TV Centro América

Presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga — Foto: TV Centro América

O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga, foi entrevistado no quadro Papo das Seis desta quinta-feira (23). Ele falou sobre a situação financeira dos municípios, repasse por parte dos governo estadual e federal e manutenção em escolas.

Para ele, as prefeituras não têm condições de manter alguns setores, como a educação.

“Hoje os municípios de Mato Grosso têm uma situação até razoável em comparação com outros estados. No sentido entre ter um equilíbrio entre despesas e receita. Mas a situação dos municípios não é boa, justamente por causa do sistema de distribuição dos recursos arrecadados no Brasil”, declarou.

O representante disse que nem o governo estadual ou o federal tem conseguido manter os recursos.

Com isso, as prefeituras passariam a receber R$ 500 milhões, cerca de R$ 100 milhões a mais do que recebem atualmente.

Por G1 MT

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