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Em Tangará, hotel e residências foram alvos de busca e apreensão

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A Delegacia Fazendária (Defaz-MT) e o Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) deflagraram na manhã desta quarta-feira (29) a Operação Mantus. A ação é advinda de investigações que monitoravam desde 2017 a movimentação do Jogo do Bicho no Estado de Mato Grosso. João Arcanjo Ribeiro foi um dos presos pela operação, na capital do estado. Ordens judiciais foram cumpridas no aeroporto de Guarulhos em São Paulo, em Cuiabá, Várzea Grande e mais 5 cidades do interior de Mato Grosso, entre elas Tangará da Serra.

Na cidade, a Polícia Judiciária Civil deu apoio nos trabalhos. Em Tangará foram feitas três ações de busca e apreensão, sendo duas em residências localizadas no centro e no Jardim Tarumã, além de um hotel no centro da cidade. Dois mandados de prisão preventiva foram cumpridos, mas os nomes dos envolvidos não foram divulgados. Os agentes da Defaz recolheram computadores e diversas pastas contendo documentos. O delegado da Polícia Judiciária Civil de Tangará da Serra, Edmar Faria Filho, falou sobre os trabalhos de apoio às equipes.

“Nós recebemos determinações superiores para dar suporte e apoio às equipes da Delegacia Fazendária de Cuiabá que desencadearam a Operação que abrange essa cidade. Então, nesse sentido, foram designadas equipes que acompanharam os investigadores da Delegacia Fazendária e deram cumprimento aos mandados de prisão e busca e apreensão”, afirmou.

Ao todo, foram cumpridos 63 mandados judiciais, 33 de prisão e 30 de busca e apreensão, expedidos pelo juiz Jorge Luiz Tadeus, da 7ª Vara Criminal. As investigações iniciadas há dois anos pretendem desarticular duas organizações criminosas que comandam o jogo do bicho no Estado de Mato Grosso, e que movimentaram em um ano, apenas em contas bancárias, mais de R$ 20 milhões. Uma das organizações é liderada por João Arcanjo Ribeiro e seu genro Giovanni Zem Rodrigues, já a outra é liderada por Frederico Müller Coutinho.

João Arcanjo Ribeiro, conhecido como “Comendador”, é acusado de liderar o crime organizado em Mato Grosso, nas décadas de 80 e 90, sendo o maior “bicheiro” do Estado, além de estar envolvido com a sonegação de milhares de Reais em impostos, entre outros crimes.

Operação Mantus

Arca de Noé

No ano de 2002, Arcanjo foi alvo da operação da Polícia Federal, Arca de Noé, em que teve o mandado de prisão preventiva expedido pelos crimes de contravenção penal, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e homicídio. A prisão do bicheiro foi cumprida em abril de 2003 no Uruguai. Arcanjo conseguiu a progressão de pena do regime fechado para o semiaberto em fevereiro de 2018, após 15 anos preso.

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Operação Sodoma

O empresário Frederico Müller Coutinho é um dos delatores da Operação Sodoma, que investigou fraudes que resultaram na prisão do ex-governador Silval Barbosa. Müller trocava cheques no esquema e chegou a passar dinheiro para o então braço direito do ex-governador. Os cheques teriam sido emitidos como parte de um suposto acordo de pagamento de propina ao grupo político do ex-governador.

Durante as investigações, foi identificada uma acirrada disputa de espaço pelas organizações, havendo situações de extorsão mediante sequestro praticada com o objetivo de manter o controle da jogatina em algumas cidades.

Dinheiro no Exterior

Os investigadores também identificaram remessas de valores para o exterior, com o recolhimento de impostos para não levantar suspeitas das autoridades. Foram decretados os bloqueios de contas e investimentos em nome dos investigados, bem como houve o sequestro de ao menos três prédios vinculados aos crimes investigados.

Os suspeitos irão responder pelo crime de organização criminosa, lavagem de dinheiro, contravenção penal do jogo do bicho e extorsão mediante sequestro, cujas penas somadas ultrapassam 30 anos.

Por: Gazeta FM Tangará/Gazeta Digital

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Sesp apreende quase 2.000kg de drogas em nove meses

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Resultado de imagem para Sesp apreende quase duas toneladas de drogas em nove mesesTambém foram apreendidas 118 armas de fogo, 551 veículos e efetuadas 725 prisões em 193 municípios de Mato Grosso. Os dados são da Coordenadoria de Planejamento e Monitoramento (Coplam).

A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) apreendeu quase duas toneladas de drogas no período de janeiro a setembro de 2019. Também foram apreendidas 118 armas de fogo, 551 veículos e efetuadas 725 prisões. Os dados são da Coordenadoria de Planejamento e Monitoramento (Coplam).

Nesse período foram executados 359 mandados de busca e apreensões, 212 mandados de prisões, internação cautelar e busca temporária e 586 flagrantes delitos. Foram lavrados 378 termos circunstanciados. Ao todo, foram abordados mais de 24 mil pessoas e 11 mil veículos.

As ações fazem parte das operações integradas entre as forças de Segurança Pública compostas pela Polícia Militar (PM-MT), Polícia Judiciária Civil (PJC-MT), Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT), Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT).

Segundo o Secretário adjunto de Integração Operacional da Sesp, coronel PM Victor Paulo Fortes, a avaliação é positiva. “Esse apoio que intensifica as ações nas regiões fortalece o sistema de Segurança Pública, traz uma imagem positiva para a sociedade, mostrando que as forças realmente estão se unindo para combater a criminalidade e enfrentar a violência”.

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O secretário afirma que é nítida a percepção deste trabalho conjunto, no qual uma força complementa o serviço da outra. “Em alguns locais, principalmente no interior do estado, nós temos menos recursos, menos efetivo, as forças realmente estão se unindo porque têm a percepção de que sozinhas não vão conseguir dar a resposta necessária. Isso é demonstrado exatamente nos resultados das operações”.

As Operações Integradas hoje não se limitam apenas às forças que compõem a Segurança Pública. Em algumas operações, a Sesp contou com a participação do efetivo de fiscalização da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea-MT), de órgãos federais como a Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Exército Brasileiro. Em algumas ações contou também com a participação do Ministério Público e do Juizado Volante Ambiental (Juvam).

“A gente observa que há realmente o interesse de vários atores que integram o sistema de Estado, não só do Executivo, para fomentar essa integração. Essa soma de esforços é para prestar um serviço melhor para a sociedade”, conclui o coronel Fortes.

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Homem é preso acusado de abusar sexualmente de cinco crianças em Nova Olímpia

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Acusado abusada das sobrinhas

Um homem de 49 anos de idade foi preso na última sexta-feira, 27, acusado de pedofilia em Nova Olímpia. Investigações da Polícia Judiciária Civil apontaram que J.R.T.S, teria estuprado cinco vítimas, fato que fez com que o juiz da comarca de Barra do Bugres acatar o pedido de sua prisão.
De acordo com o delegado Adil Pinheiro de Paula, a PJC estava debruçada nas investigações desde o fim do mês de agosto.

“Esse suspeito, no mês de fevereiro desse ano tinha abusado de uma criança de apenas 3 anos de idade. Essa criança é sobrinha dele, sobrinha de sangue da mulher dele. Essa criança demorou todo esse tempo [de fevereiro a agosto] para noticiar o fato à mãe. Quando a mãe ficou sabendo dessa situação, levou a criança na Delegacia de Polícia. As investigações começaram com essa vítima e rapidamente, dentro de um mês, a Polícia Civil conseguiu identificar outras quatro vítimas, num total de cinco vítimas desse suspeito preso na data de hoje”, disse.

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Ainda conforme o delegado, quatro das cinco vítimas eram sobrinhas do homem preso. Graças às investigações a polícia apurou que além do caso de fevereiro deste ano, alguns casos aconteceram há mais de 10 anos. Os investigadores descobriram que o homem agia oferecendo balas e doces para persuadir as crianças. O homem foi interrogado e negou os cinco casos. Segundo o delegado, ele se disse surpreso com as acusações.

Redação DS

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