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Escola Estadual Júlio Muller em Barra do Bugres deve ser entregue em 2020

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O governo de Mato Grosso reiniciou  57 obras que estavam paralisadas somente no setor da Educação, o que totaliza um investimento de R$ 54,7 milhões. Além dessas obras, também foram retomadas o pagamento de convênios com prefeituras para reformas, ampliações e construções de salas de aula e quadras.

Muitas dessas obras estavam paralisadas há vários anos, como é o caso da construção da escola estadual do Distrito de Celma, em Jaciara, no valor de R$ 3,3 milhões. Do montante, R$ 2,2 milhões é oriundo do Estado e R$ 1,014 milhão do Governo Federal. A obra teve início em 2013.

Outra unidade que estava com as obras paralisadas é a da Escola Estadual Marechal Cândido Rondon, em Coqueiral Quebó, em Nobres. A obra foi paralisada na época em que foi deflagrada a “Operação Rêmora”, em 2016. A nova ordem de serviço já foi concedida.

Muitas das obras que foram retomadas neste ano já estão em ritmo acelerado, pois o governo só deu a ordem de serviço com a garantia de ter o recurso para pagar as construtoras pelo serviço realizado.

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“Nós retomamos essas obras de acordo com o fluxo de caixa do Governo, para que não ocorra nenhum tipo de interrupção, por falta de pagamento”, explicou o governador Mauro Mendes, que revelou ainda que essas obras tiveram a autorização para a sua retomada assinada já há alguns meses.

“Muitas dessas obras já estão com o trabalho bem adiantado e já temos previsões de entregar algumas delas já em 2020”, assegurou.

Mendes relatou que uma das unidades que deve ser entregue em 2020 é a Escola Estadual Júlio Muller, em Barra do Bugres. O local passa por uma reforma geral e a obra está orçada em R$ 3.319.614,38. Todo o recurso é do Governo do Estado.

De acordo com a secretária de Educação, Marioneide Kliemaschewsk, a retomada dos investimentos representa melhoria para a comunidade escolar, e, principalmente, a certeza que o Estado está caminhando no rumo certo e com planejamento. “Retomamos essas obras, que já representam um grande avanço pela melhoria no ambiente escolar, pois sabemos da importância da infraestrutura física para o ensino e a aprendizagem”, ponderou.

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Os convênios totalizam um montante de R$ 25,7 milhões. Desse valor, R$ 24 milhões são de recursos do Estado e R$ 1,7 milhão vem dos cofres das prefeituras. Em alguns casos, de acordo com o levantamento da secretaria, nenhum recurso havia sido repassado para o município como contrapartida do Estado, como é o caso de uma escola nova que está em fase de construção no município de Campo Verde e outra em Várzea Grande.

O Estado também trabalha na climatização de 40 unidades escolares, com a adequação da parte elétrica, seguido da colocação dos transformadores, para só então passar para a instalação do aparelho de ar condicionado.

Redação Só Notícias (foto: Christiano Antonucc

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Mendes ironiza Taques por paralisação de obra em Denise e diz que está ‘consertando MT’

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Mauro-Facebook.pngO governador democrata Mauro Mendes – quebrando a promessa de quando assumiu o comando do Palácio Paiaguás, de evitar falar da gestão anterior -, acabou esta semana, no entanto, ironizando o ex-governador Pedro Taques (PSDB), pela paralisação de uma obra em Denise (240 km de Cuiabá).

O ex-governador tucano teria – já no final de sua gestão -, mandado arrancar toda a capa asfáltica na rodovia que dá entrada ao município, sem dar continuidade à obra, causando transtornos aos moradores da cidade.

“Estamos neste momento na chegada da cidade de Denise. Estamos recuperando todo o asfalto. Aqui tem uma história bacana – bacana não. Uma história triste na verdade. No ano passado, o governo anterior veio aqui, arrancou todo asfalto, fez um barulho danado, disse que iria asfaltar. Até atoleiro deu nesta rodovia por ter arrancado a capa asfáltica. Parou a obra e causou grandes transtornos para população da cidade de Denise”, afirmou Mauro Mendes.

A declaração postada em suas redes sociais – Instagram e Facebook -, foi feita em sua viagem ao interior do estado, recentemente, acompanhado de prefeitos, secretários de Estado e deputados, ao percorrer as obras retomadas nas rodovias da região Médio-Norte

A declaração postada em suas redes sociais – Instagram e Facebook -, foi feita em sua viagem ao interior do estado, recentemente, acompanhado de prefeitos, secretários de Estado e deputados, ao percorrer as obras retomadas nas rodovias da região Médio-Norte.

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Com um aporte financeiro de mais de R$ 80 milhões – oriundos de recursos federais e do novo Fethab -, o governador democrata vem retomando obras em seis rodovias que atendem mais de 200 mil pessoas dos municípios de Barra do Bugres, Denise, Arenápolis, Diamantino e Tangará da Serra, além de toda da região Médio-Norte.

A obra paralisada em Denise virou alvo de críticas dos moradores e esta semana acabou virando alvo do governador, que ainda faz uma brincadeira em sua redes que agora estaria “consertando Mato Grosso”.

Mendes ainda agradeceu a paciência dos moradores do município, ao apoio que tem recebido dos deputados estaduais na Assembleia e ao seu staff, em particular à Secretaria de Estado de Infraestrutura por destravar a obra na região.

Por: Rafael Medeiros /Marisa Batalha – O Bom da Notícia

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Mato Grosso tem 5 praias impróprias para banhistas, Barra do Bugres esta na lista

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Mato Grosso tem cinco praias consideradas impróprias para banho. Boletim de balneabilidade divulgado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), revela que de 27 amostragens analisadas, cinco foram classificadas como impróprias por oferecerem risco à saúde e proliferação de doenças como hepatite. Destes, dois pontos estão no rio Cuiabá, sendo um na Comunidade São Gonçalo, no município de Cuiabá; e outro na Comunidade Bonsucesso, na cidade de Várzea Grande; outro na praia do Rio Paraguai, no município de Barra do Bugres; e dois em Cáceres, no Córrego Peraputanga (cachoeira) e na praia da Carne Seca.

Apesar de reduzir os trechos de análise em relação ao levantamento feito no ano passado, o número de praias impróprias aumentou. A diminuição ocorreu por fatores como falta de acessibilidade ao ponto de coleta ou ainda por não serem mais frequentados por banhistas. Em 2018 foram 30 pontos analisados sendo quatro impróprios, neste ano 27, com cinco impróprios. Praias como a de Bonsucesso e São Gonçalo Beira Rio figuram como impróprias há mais de 10 anos. Para o coordenador de Monitoramento da Água e do Ar da Sema, Sérgio Batista de Figueiredo, a repetição destes resultados constata que a área urbana não está tendo o tratamento adequado do esgoto. “Isso significa que as ações destes municípios não tem sido eficazes e a poluição não está sendo contida”, destaca.

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Sérgio explica que o estudo de balneabilidade avalia as condições dos locais usados para banho. São monitorados anualmente os lugares que têm fluxo de banhistas. O levantamento é realizado no período de estiagem, quando o rio baixa e as praias começam a aparecer. Das cinco coletas, há um limite de coliformes que vai determinar se a água está própria ou não para banho. Um dos critérios para as águas serem consideradas próprias é quando em 80% ou mais do conjunto de coletas houver no máximo 800 NMP (número mais provável) de Escherichia coli por 100 mililitros. Também poderá ser considerado impróprio quando no trecho avaliado for verificado que na última amostragem foi superior a 2.000 Escherichia coli por 100 mililitros; e quando houver incidência elevada ou anormal, na região, de enfermidades transmissíveis por via hídrica; presença de resíduos ou despejos, sólidos ou líquidos, inclusive esgotos sanitários, óleos, graxas e outras substâncias, capazes de oferecer riscos à saúde ou tornar desagradável a recreação, entre outros.

Os dados divulgados pela Sema além de provocar os municípios à mudanças, servem de alerta a população para evitar os locais considerados impróprios.José Aparecido da Costa, 68, é morador da comunidade de São Gonçalo Beira Rio. Ele diz que o rio era considerado uma fonte de vida para a comunidade, mas que aos poucos está vendo as águas que serviram a tantas famílias serem afetadas por poluição. “Criei meus filhos todos aqui, a gente vivia na beira do rio, banhava, lavava as roupas. Mas, com o passar do tempo o rio vem sendo destruído, nenhum dos meus cinco netos tomaram banho aqui, não deixamos. Hoje nós não temos nem coragem de comer o peixe daqui”, diz.

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Os prejuízos também são destacados pela moradora Helena Assis, 44. A dona de casa confirma que há alguns anos o rio tem sido alvo do despejo de esgoto. Também destaca a grande presença de lixo acumulada na água. Helena alega que a situação afasta até mesmo visitantes. “Muita gente que mora aqui nunca nem foi na beira do rio. Ninguém se arrisca a tomar banho. O que deveria ser espaço de lazer para os moradores está sendo tomado pela poluição. É um mau cheiro, lixo, esgoto. Nosso rio não merece isso”, avalia.

A Gazeta

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