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Educação

Escola Técnica – Aberta Inscrições para cursos à distância Gratuitos em Tangará da Serra

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Cursos serão na modalidade EAD, através da Escola Técnica de Tangará

Cursos 100% online

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de Mato Grosso (Seciteci-MT), por meio das escolas técnicas estaduais, ofertará a partir de junho cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) de Educação a Distância (EAD). Os cursos fazem parte do programa ‘Novos Caminhos’, do governo federal, e a seleção será através de processo Simplificado de Discentes.

Ao todo, serão ofertadas 650 vagas gratuitas em dois cursos: Operador de Computador e Promotor de Vendas, nas escolas técnicas estaduais dos municípios de Barra do Garças, Tangará da Serra, Rondonópolis e Lucas do Rio Verde. A carga horária, que será de 160 horas, ocorrerá em um ambiente virtual de aprendizagem (AVA).

Para Tangará da Serra serão ofertadas 200 vagas, sendo 100 vagas para o curso de Promotor de Vendas e outras 100 vagas para Operador de Computador. “São cursos de Formação Inicial e Continuada na modalidade a distância, 100% online e gratuito”, reitera a coordenadora Adjunta da Escola Técnica Polo de Tangará da Serra, Ester Ferreira, ao convidar a população de Tangará e região para participarem desses cursos. “Para que possam estudar conosco, no polo de Tangará, totalmente online”.

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Aos interessados, as inscrições para processo seletivo estão abertas e seguem até o dia 17 de junho. As inscrições/matrículas são gratuitas e devem ser realizadas pelo endereço https://forms.gle/MgekFj5GzwbjSh2D6.

Você pode ser morador de qualquer município de Mato Grosso e se inscrever em um polo de preferência. O resultado será divulgado no dia 21 de junho e início das aulas, em Tangará, está previsto para o dia 22 de junho.

Fonte: Fabíola Tormes / Redação DS 

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Educação

Unemat fará seleção de ingressantes 2020/2 com notas do Enem 2017-2019

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por Hemilia Maia

A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) aprovou na última sexta-feira (3) em forma de regime emergencial, o modo simplificado de seleção 2020/2 para o ingresso de novos acadêmicos. Excepcionalmente, a Unemat utilizará as notas do Enem das edições de 2017, 2018 e 2019 ao invés do seu tradicional vestibular.

O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Conepe) avaliou e aprovou a medida por entender que a situação sanitária imposta pela pandemia de Covid-19 inviabilizou a realização do vestibular próprio em tempo hábil.

A Unemat adota como formas de seleção para ingresso na graduação o Sistema de Seleção Unificada (SiSU) e o vestibular próprio tradicional. O SiSU é adotado para ingresso no primeiro semestre letivo de cada ano e o vestibular próprio para ingresso no segundo semestre letivo.

Esta seleção excepcional será feita pela própria Unemat, não pelo SiSU.

As datas para as inscrições ainda não foram definidas.

Basta acompanhar nosso site, nossa página do Facebook e nosso perfil do Instagram que divulgaremos assim que tivermos novidade

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Site: http://www.novoportal.unemat.br/

Facebook: https://www.facebook.com/UnematOficial/

Instagram: https://www.instagram.com/unematoficial/

 

 

 

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Educação

Volta às aulas deve ser com rodízio, máscaras e o distanciamento social

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Seduc

Quando forem retomadas, as aulas presenciais nas escolas terão menos alunos por sala e só atividades individuais, nada de trabalhos em grupo. Haverá rodízio entre estudantes em sala e em casa, com continuidade das atividades online. No intervalo, refeitórios terão lugares marcados para que estudantes mantenham a distância entre si. Cada um deverá ter a própria garrafinha de água. Podem ocorrer aulas de reposição aos sábados ou em outros períodos. Professores e alunos devem usar máscaras o tempo todo.

Essas são algumas das diretrizes elaboradas pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) para o retorno às aulas presenciais no País. Os secretários estaduais não têm previsão de datas para a volta, mas elaboraram a cartilha nacional para que Estados façam adaptações às realidades locais, principalmente em relação às ações sanitárias. O documento dedica grande espaço a medidas pedagógicas.

As escolas devem apresentar alternativas para o cumprimento da carga horária mínima anual com ampliação da jornada diária e reposição de aulas aos sábados ou à noite. O documento prevê a ‘possibilidade de prorrogação do calendário para o período de recesso ou para o ano seguinte‘. Isso significa que o ano letivo não deve acabar em dezembro.

‘Os anos letivos de 2020 e 2021 serão entendidos como um ciclo. Com isso, os alunos não seriam prejudicados. Os conteúdos de 2020 seriam distribuídos nesse ciclo‘, diz a secretária de educação de Alagoas, Laura Souza, uma das coordenadoras do documento. ‘Vamos olhar para o currículo e identificar aprendizagens fundamentais que não podem faltar para todos os estudantes.‘

Embora seja orientado principalmente para escolas públicas, a cartilha do Consed também influencia as particulares. Em São Paulo, gestores e professores já começaram a quebrar a cabeça para se adequar ao ‘novo normal‘ antes mesmo de o documento ser divulgado. Medidas de prevenção, como máscaras, medição de temperatura e álcool em gel, são itens de consenso. O problema será o distanciamento social.

Rodízio

No Colégio Equipe, em Higienópolis, região central paulistana, os mais de 600 alunos deverão viver um rodízio de uma turma por vez, por dia e por período na escola. ‘Na segunda-feira, teremos aulas apenas para os alunos do 1º do ensino médio, por exemplo. Esses alunos, da mesma turma, serão distribuídos em várias salas‘, diz a diretora Luciana Fevorini.

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O mesmo rodízio deve ocorrer com os 814 alunos do Colégio Gracinha, no Itaim-Bibi, na zona oeste de São Paulo. ‘Será muito difícil que a gente retorne com todos de uma vez. Concordamos que o retorno deve ser gradual, por partes, com poucos alunos‘, avalia Wagner Cafagni Borja, diretor geral.

Eliana Rahmilevitz, diretora pedagógica da Stance Dual School, escola bilíngue na Bela Vista, região central da cidade, mostra preocupação com o lado emocional dos quase 500 alunos e suas famílias. ‘Queremos ouvir o que eles têm a dizer nas aulas de teatro, música e artes.‘

O documento divulgado pelo Consed faz recomendações sobre ‘como‘ as escolas devem proceder, mas não faz referência ao ‘quando‘. Ainda não há previsão de reabertura das escolas para aulas presenciais.

Benjamim Ribeiro da Silva, presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino de São Paulo, aposta no mês de agosto como a possível retomada de todas as escolas, privadas e públicas. Os colégios particulares de São Paulo preparam protocolo próprio, já apresentado ao governo estadual, mas ainda não obtiveram retorno.

Uma das preocupações dos autores do estudo é com o financiamento das ações na esfera pública. ‘Os cuidados de prevenção vão criar custos extras. Não temos margem para tantos investimentos. É preocupante‘, diz Claudio Furtado, secretário de Educação da Paraíba e também coordenador do estudo do Consed. Ele diz que não houve participação do Ministério da Educação (MEC). ‘Por isso, o protocolo é importante como ação unificada de Estados e Distrito Federal.‘ Procurado, o MEC não se manifestou.

Falta de recursos

Especialistas ouvidos pela reportagem apontam desafios para a implementação do plano, tanto em relação à disponibilidade de profissionais e recursos quanto à diversidade das redes de ensino pelo País.

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Silvia Colello, professora de pós-graduação da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, afirma que algumas medidas estão distantes da realidade escolar. ‘Temos propostas sobre contratação de mais servidores e formação dos professores. Outra cita ampliação das aulas em horários alternativos. Mas as escolas já funcionam em três turnos e os professores trabalham em diferentes instituições‘, argumenta. ‘Há boa intenção. Mas é preciso tomar cuidado entre boas intenções e um discurso prescritivo sem a efetivação das medidas.‘

O professor Wagner Cafagni Borja, diretor geral do colégio Gracinha, no Itaim-Bibi, zona oeste, classifica o documento como ‘embasado e que alinha medidas bastante razoáveis do ponto de vista sanitário, ainda que apresentem grande dificuldade de implementação, e do ponto de vista pedagógico‘.

O documento foi criado pela Frente Protocolo de Retomada, que reúne técnicos das secretarias estaduais de Educação e do Distrito Federal, a partir da experiência de outros países que já retomaram as aulas, como a França, organismos internacionais, entre eles a Unesco, e de protocolos de Estados que já se adiantaram nesse quesito. O Sebrae foi parceiro técnico.

Método

Luiz Miguel Martins Garcia, presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação de São Paulo (Undime), afirma que o documento não contempla as necessidades dos municípios. ‘Não basta dizer o que fazer. Também temos de dizer ’como’ fazer‘, diz.

‘O documento traz a leitura e o olhar das redes estaduais. Ele olha para o atacado, como um todo. O Estado de São Paulo, por exemplo, tem 645 municípios. Cada um tem uma realidade diferente entre si‘, avalia o presidente da Undime, que pretende lançar o seu próprio protocolo de diretrizes para retomada das escolas na próxima sexta-feira.

Fonte: Seduc / A Gazeta

 

 

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