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Agronegócio

ETANOL/CEPEA: Preços sobem com força e volume de negócios aumenta

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Cepea, 26/2/2019 – Os valores dos etanóis anidro e hidratado subiram de maneira rápida e contínua na semana passada, de acordo com dados do Cepea. De segunda a quarta-feira, o volume negociado foi significativo, mas recuou a partir da quinta-feira. Entre 18 e 22 de fevereiro, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado fechou a R$ 1,7998/litro (sem ICMS e sem PIS/Cofins), alta de 6,4% em relação à semana anterior. No caso do etanol anidro, o Indicador CEPEA/ESALQ foi de R$ 1,8782/litro (sem PIS/Cofins), elevação de 6,8% no mesmo comparativo. Distribuidoras estiveram ativas em suas compras, devido à proximidade do carnaval. Do lado vendedor, agentes estiveram firmes nos valores, fundamentados também nas altas quase que diárias da cotação do petróleo e nos consequentes repasses ao preço da gasolina A por parte da Petrobras. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Agronegócio

Brasil alcança abertura de 60 mercados para produtos agropecuários

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Brasil alcança abertura de 60 mercados para produtos agropecuáriosO mais recente é a habilitação de estabelecimentos para venda de lácteos para a Tailândia, conforme anunciou nesta sexta-feira (22) a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) durante webinar sobre oportunidades e perspectivas para o setor agropecuário durante a pandemia do coronavírus, promovido pelo Instituto de Engenharia.

Entre outros produtos que serão exportados estão melão para China (primeira fruta brasileira para o país asiático), castanha de baru para Coreia do Sul, gergelim para a Índia, castanha do Brasil para Arábia Saudita e material genético avícola para diversos países.

“O Ministério da Agricultura, na área internacional, optou pela abertura de mais mercados, mas também da diversificação de produtos”, ressalta ministra, destacando que a pauta exportadora não deve ficar concentrada somente em soja, milho, carnes e cana-de-açúcar.

As exportações do agronegócio atingiram valor recorde em abril, ultrapassando pela primeira vez a barreira de US$ 10 bilhões no mês. O recorde anterior das vendas externas neste mês ocorreu em abril de 2013, quando as exportações somaram US$ 9,65 bilhões. O valor no mês passado (US$ 10,22 bilhões) foi 25% superior em comparação a abril de 2019 (US$ 8,18 bilhões).

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O recorde foi obtido em função, principalmente, do aumento dos embarques da soja em grão, que cresceram 73,4%, com 16,3 milhões de toneladas. A China foi o principal importador do produto, com a compra de 11,79 milhões de toneladas ou 72,3% da quantidade total exportada.

A ministra enfatiza que a prioridade é sempre garantir o abastecimento de alimentos e demais produtos agropecuários no mercado interno. Desta forma, destaca, que a expansão das exportações não será feita sem privilegiar a demanda interna do Brasil. “Estamos acompanhando o que colhemos, o que vendemos. Esse monitoramento é fundamental para a segurança alimentar do Brasil e também o cumprimento dos nossos acordos comerciais”, diz.

Segundo Tereza Cristina, não há risco de falta de alimento no mercado brasileiro.

Após a pandemia do novo coronavírus, a ministra prevê que os países deverão se tornar mais protecionistas, fechando seus mercados para produtos estrangeiros. Para continuar a expansão no mercado internacional, o Brasil, segundo Tereza Cristina, deverá avançar nas áreas de sanidade vegetal e animal e rastreabilidade para manter a confiança dos importadores, além das partes encontrarem o equilíbrio.

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“Brasil já produz de maneira abundante e com muita qualidade. Temos anexar mais estados brasileiros nessa excelência”, afirma, citando trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Mapa com produtores rurais do semiárido.

Outro ponto a ser superado, conforme a ministra, é a logística de transporte, sendo necessário buscar vias para tornar o escoamento da produção agrícola mais barata e efetiva.

Fonte: MAPA

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Agronegócio

China não renova salvaguarda e reduz tarifa para entrada de açúcar no país

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China não renova salvaguarda e reduz tarifa para entrada de açúcar no paísA medida expirou hoje, o que pode representar uma oportunidade para o setor ampliar a comercialização internacional em meio à crise causada pela COVID-19 no mercado interno.

A barreira comercial foi alvo de pedido de consulta na Organização Mundial de Comércio (OMC) pelo Governo Federal brasileiro, que passou a negociar a reversão do quadro. Isso permitiu um acordo entre os dois países, por meio do qual o Brasil concordou em não dar seguimento ao processo de abertura de painel na OMC mediante o compromisso chinês de não estender a salvaguarda após maio de 2020.

“Processos na OMC podem levar anos e ser custosos. A saída via diplomacia encontrada pelo Governo Brasileiro, em especial pelo Ministério de Relações Exteriores, com o apoio do Ministério da Agricultura e do Ministério da Economia, foi a melhor solução e fortalece as relações comerciais com este que é um importante mercado para o açúcar brasileiro”, avalia Eduardo Leão de Sousa, diretor executivo da UNICA.

A China estabelece uma cota de importação anual de 1,95 milhão de toneladas de açúcar com a tarifa de 15%. Volumes extracota, até 2017, tinham 50% de tributo. Com a salvaguarda, volumes extracota passaram a ser taxados em 95%, com uma progressão decrescente de 5% ano a ano até o final do prazo. Entre maio de 2019 e maio de 2020, a barreira estava em 85%.

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Até o início da salvaguarda, a China era o maior mercado para o açúcar brasileiro, com exportações que ultrapassavam 2,5 milhões de toneladas por ano. Em 2017/2018, com a política em vigor associada à exclusão de diversos países produtores e exportadores de açúcar da salvaguarda, o volume caiu para apenas 115 mil toneladas. Em 2018/2019, a China resolveu estender o mecanismo para todos os países e o Brasil embarcou 890 mil toneladas para o país, acima do registrado no ciclo anterior, mas abaixo dos patamares do passado. O ciclo 2019/2020 encerrou-se com 1,3 milhão de toneladas de açúcar exportadas para a China.

“Esperamos que as exportações ao país voltem aos níveis próximos àqueles anteriores à salvaguarda, ampliando mercado aos produtores brasileiros e oferecendo aos consumidores chineses um açúcar mais barato e produzido de forma sustentável”, comenta Leão. Com o fim da salvaguarda, todo volume extracota volta a ser tributado em 50%.

Atuação da UNICA

Desde o início da salvaguarda, em 2017, a UNICA esteve à disposição dos técnicos do Itamaraty para fornecimento de informações e análises técnicas que suportassem o processo na OMC e as negociações. A diretoria e os membros do Conselho Deliberativo da UNICA visitaram diversas vezes a China, reunindo-se com representantes do governo e do setor produtivo. No Brasil, executivos da entidade realizaram encontros com o Embaixador da China e sua equipe e receberam delegações do país asiático.

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Além do açúcar, as conversas giram em torno do etanol. O país tem a intenção de adotar uma mobilidade sustentável, com a adição de 10% de etanol à gasolina, reduzindo assim as emissões de gases causadores de efeito estufa (GEE) e outros poluentes.

“O Brasil tem a capacidade de compartilhar conhecimento com países que pretendem fazer a transição energética para uma matriz mais limpa. Com a adoção de políticas claras e de longo prazo, podemos também, no futuro, complementar a produção local de biocombustíveis. Para isso, é essencial que as relações bilaterais sejam sólidas e a não renovação da salvaguarda é um passo importante para isso”, explica Leão.

Fonte: Unica

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