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Agronegócio

Exportação de carnes saltarão de 7 mi de ton para 9,3 mi de ton ao final da década

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De acordo com o estudo, no período, as exportações dos três tipos devem crescer 3% ao ano

Portal do Agronegócio

Exportação de carnes saltarão de 7 mi de ton para 9,3 mi de ton ao final da década

As vendas externas de carnes (bovina, frango e suína) saltarão de 7 milhões de toneladas para 9,3 milhões de toneladas ao final da década, com destaques para carne suína (+34%) e de frango (+33%), aponta análise do Ministério da Agricultura divulgado nessa sexta-feira (26). De acordo com o estudo, no período, as exportações dos três tipos devem crescer 3% ao ano.

“O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, 2019) classifica o Brasil em 2028 como primeiro exportador de carne bovina, sendo a Índia o segundo, seguida pela Austrália e Estados Unidos. Nas exportações de carne de porco, o Brasil é classificado em quarto lugar, atrás da União Europeia, Estados Unidos e Canadá. Em carne de frango, o Brasil fica em primeiro lugar nas exportações, seguido pelos Estados Unidos e União Europeia”, aponta o estudo.

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O trabalho não avaliou os impactos do Acordo Mercosul – União Europeia, firmado em junho, em Bruxelas.

Fonte: MAPA

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Agronegócio

INDICADORES: Boi gordo registra queda no preço nesta segunda-feira (7)

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No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial se manteve e o produto ainda é negociado a R$ 7,34

Rádio Mais – Raphael Costa

A cotação da arroba do boi gordo começou segunda-feira (7) com queda de 0,47% no preço e o produto é negociado a R$ 159,55 em São Paulo. Em Goiânia, o produto é vendido à vista a R$ 143,50. Já em Barretos e Araçatuba, em São Paulo, a arroba é comercializada a R$ 160.

O preço do quilo do frango congelado não teve alteração no valor e o produto é vendido a R$ 4,46. O preço do frango resfriado também se manteve e a mercadoria é comercializada a R$ 4,58.

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial não sofreu alteração e o produto ainda é negociado a R$ 7,34. Em Minas Gerais, o preço do suíno vivo não mudou e a mercadoria é vendida a R$ 4,99. No Paraná, o produto é comercializado à vista a R$ 4,52. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

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Agronegócio

Carne é saúde, é meio ambiente, é economia forte!

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Marco Túlio Duarte Soares é diretor presidente da Acrimat.

Assessoria ACRIMAT

Antes, o ovo, hoje, a carne. Vítima de uma guerra midiática que no passado já mirou o ovo como grande vilão da saúde, a proteína vermelha sofre investidas, e os que dizem que seu consumo, alegando que ela traz problemas à saúde, acabam por mostrar que seus argumentos não têm fundamento. Seja no campo da saúde ou do meio ambiente, é possível comprovar que os dados apresentados para embasar tais ataques têm falhas graves.

Então vamos falar, primeiro, de saúde. Como qualquer outro alimento, a carne pode ser consumida por qualquer pessoa, salvo aqueles com alguma patologia específica que impeça a ingestão. Mesmo em planos alimentares restritivos ela sempre está presente.

É um mito dizer que a carne vermelha não faz falta ao organismo. A falta de seu consumo pode levar à carência de diferentes nutrientes. A carne é fonte de proteínas, e de vitamina B12, não encontrada em alimentos vegetais, e ferro, que possui melhor qualidade e capacidade de ser utilizado pelo organismo quando comparado ao mineral encontrado nos vegetais.

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Já no campo do meio ambiente, é irresponsável dizer que a pecuária é prejudicial ao ecossistema. A pecuária em sistema de integração com lavoura e floresta, a ILPF, além de mais produtiva, possibilita uma maior taxa de lotação (de 0,99 cabeça por hectare em 2018 para 1,54 cabeça por hectare em 2019*). Assim, o mesmo rebanho produz mais carne em menos espaço, graças a melhoramentos no componente zootécnico, que envolve sanidade, nutrição e genética.

Entre as fazendas com maior produtividade, a redução no uso da área é ainda maior. Enquanto a área média daquelas que produzem mais de 18 arrobas por hectare é de 620 hectares, as com produção abaixo de 12 arrobas por hectare possuem área média de 2,43 mil hectares*.

E esclarecer estes pontos vitais da pecuária é necessário, pois o consumo de carne no mundo aumentou rapidamente nos últimos 50 anos, e sua produção hoje é quase cinco vezes maior do que no início dos anos 1960. E disso dependem a vida de muitas famílias, que geram renda e fortalecem nossa economia. E MT sabe muito bem disso: temos o maior rebanho do Brasil, com 30 milhões de cabeças.

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De acordo com os últimos dados disponíveis, os Estados Unidos e a Austrália lideravam o ranking global de consumo anual de carne, seguidos de Argentina, Uruguai e Brasil, conhecidos por sua produção de carne de qualidade.

Altos níveis de consumo de carne podem ser vistos em todo o Ocidente, e, na maioria dos países da Europa Ocidental, onde o consumo é de 80 a 90 kg por pessoa*.

E apesar de pensarmos que a carne está se tornando menos popular, o consumo americano em 2018 esteve próximo de seu pico em décadas. É um quadro semelhante ao da União Europeia. Tais dados indicam que o consumo de carne per capita aumentou nos últimos anos*. Sabendo disso, é seguro dizer que comer carne é seguro, pois carne é sinônimo de saúde, de meio ambiente seguro, de economia forte!

*Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Organização Mundial do Comércio (OMC) e Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

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