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Exportação de carnes saltarão de 7 mi de ton para 9,3 mi de ton ao final da década

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De acordo com o estudo, no período, as exportações dos três tipos devem crescer 3% ao ano

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Exportação de carnes saltarão de 7 mi de ton para 9,3 mi de ton ao final da década

As vendas externas de carnes (bovina, frango e suína) saltarão de 7 milhões de toneladas para 9,3 milhões de toneladas ao final da década, com destaques para carne suína (+34%) e de frango (+33%), aponta análise do Ministério da Agricultura divulgado nessa sexta-feira (26). De acordo com o estudo, no período, as exportações dos três tipos devem crescer 3% ao ano.

“O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, 2019) classifica o Brasil em 2028 como primeiro exportador de carne bovina, sendo a Índia o segundo, seguida pela Austrália e Estados Unidos. Nas exportações de carne de porco, o Brasil é classificado em quarto lugar, atrás da União Europeia, Estados Unidos e Canadá. Em carne de frango, o Brasil fica em primeiro lugar nas exportações, seguido pelos Estados Unidos e União Europeia”, aponta o estudo.

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O trabalho não avaliou os impactos do Acordo Mercosul – União Europeia, firmado em junho, em Bruxelas.

Fonte: MAPA

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Preparação para o período da seca deve começar no verão

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Preparação para o período da seca deve começar no verãoTodos os anos, milhares de pecuaristas sentem os prejuízos da seca. O pasto, principal fonte de alimentação e engorda do gado, fica escasso e sem vida. Porém, com planejamento, o produtor rural pode ter diversas alternativas e manter a estratégia de ganho de arrobas crescente. A Boi Saúde – Pecuária Inteligente orienta dicas simples para que todas as propriedades, não importa o porte, desde pequenas até grandes fazendas, possam manter uma boa produtividade nessa época crítica para a pecuária brasileira.

“O ideal é iniciar o planejamento logo nas primeiras chuvas, quando o pasto começar a brotar de novo. Por estar com boa nutrição, se bem preservado, pode salvar o produtor na busca de alternativas de alimentação para o gado. O manejo do dia a dia não sofrerá muitos impactos, mas os resultados compensam”, explica José Carlos Ribeiro, consultor da Boi Saúde – Pecuária Inteligente.

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Dicas para enfrentar o período da seca sem prejuízos

Vedação do pasto: vedar o pasto é uma boa maneira de garantir forrageira com bom teor nutricional o ano todo. O momento adequado para a atividade é o mês de abril. A justificativa é a qualidade nutricional desse capim que será vedado. Caso tenha uma extensão de pasto suficiente para separá-la em duas partes para vedação em épocas diferentes, o resultado pode ser melhor ainda.

Silagem de forrageira: aproveite o pasto abundante e prepare silagem para oferecer na seca. Basta armazenar corretamente e ter atenção na fermentação. Ainda, o produtor pode fazer estoques de silagem com ingredientes como cana de açúcar, milho, sorgo e muitos outros;

Compra de insumos e suplementos: aproveite agora no verão e faça um planejamento da quantidade de suplementos que irá precisar para enfrentar a seca. Quando algum produto estiver com promoção ou preço abaixo da tabela, não deixe de comprá-lo. Economia também é a base do sucesso da pecuária. E não deixe a ureia fora da sua lista de compras;

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Inicie o oferecimento de sal agora: não espere a seca chegar. Iniciar o oferecimento de sal mineral e proteinado no cocho fortalece o organismo do animal desde já. Dessa forma, quando a falta de pasto começar na sua propriedade, a queda de peso será evitada, pois o bovino estará com as arrobas adequadas para enfrentar o período.

Fonte: Boi Saúde – Pecuária Inteligente

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Importações de soja da China em dezembro saltam 67% na comparação anual

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Importações de soja da China em dezembro saltam 67% na comparação anualA China, principal mercado global para a soja, importou 9,54 milhões de toneladas da oleaginosa em dezembro, ante 5,72 milhões de toneladas no mesmo mês do ano anterior, segundo dados da Administração Geral de Alfândegas.

Os embarques tiveram alta de 15% frente às 8,28 milhões de toneladas em novembro.

“Os números foram bem elevados, uma vez que cargas atrasadas foram liberadas na alfândega, incluindo embarques dos EUA”, disse a analista da consultoria Shanghai JC Intelligente Co, Monica Tu.

“Compradores chineses também agendaram compras de muitos grãos da América do Sul, que chegaram em massa”, afirmou.

No ano de 2019, as importações de soja somaram 88,51 milhões de toneladas, pouco acima das 88,03 milhões de toneladas de 2018, quando tarifas mais altas impactaram os embarques dos Estados Unidos.

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Compradores chineses agendaram cargas dos EUA em diversas ocasiões após terem recebido isenções temporárias de tarifas nos últimos meses, em meio a um alívio nas tensões comerciais entre EUA e China.

Importadores também elevaram compras do Brasil devido aos bons preços e às incertezas comerciais.

Fonte: Reuters

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