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Fifa discute Copa do Catar com 48 seleções e novo Mundial de Clubes nesta sexta

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Os dirigentes da Fifa irão se reunir nesta sexta-feira (15) em Miami, nos Estados Unidos, para discutir três projetos que deverão mudar o calendário do futebol. Entre os principais assuntos estão as novas propostas para a Copa do Mundo e o Mundial de Clubes, além da criação de uma Liga Mundial de Seleções.

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Gianni Infantino, presidente da Fifa, apresentará aos membros do Conselho um estudo para antecipar ao Mundial de 2022 o aumento de 32 para 48 seleções
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Gianni Infantino, presidente da Fifa, apresentará aos membros do Conselho um estudo para antecipar ao Mundial de 2022 o aumento de 32 para 48 seleções

O presidente da entidade que rege o futebol no mundo, Gianni Infantino, apresentará aos membros do Conselho da Fifa um estudo para antecipar ao Mundial de 2022 o aumento de 32 para 48 seleções que participarão da Copa do Mundo . O projeto irá para votação e será aprovado ou não pelos dirigentes.

A mudança da quantidade de participantes já está garantida para o Mundial de 2026, que terá como sede os Estados Unidos, o Canadá e o México. No entanto, o Catar, que receberá a Copa de 2022 , não apoia a sugestão da entidade. O país asiático não deseja dividir a organização do torneio com outros países do Oriente Médio,entre eles, Bahrein, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.

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Caso o Conselho aprove a mudança, o projeto estará bem encaminhado para ser aceito de forma oficial no congresso anual da entidade em junho, quando Infantino disputará a reeleição do cargo máximo da Fifa sem adversários.

Outro tema que será debatido é a criação de um novo Mundial de Clubes . A organização pretende realizar a competição de quatro em quatro anos, a partir de 2021, com a participação de 24 equipes. Atualmente, o torneio é disputado anualmente e conta com sete times.

O novo formato do Mundial de Clubes servirá como um evento teste para as Copas do Mundo e substituirá a Copa das Confederações. Por fim, o Conselho também avaliará o projeto de criação de uma Liga Mundial de Seleções, que será também disputada de quatro em quatro anos.

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O presidente da Fifa está buscando a aprovação dos três projetos desde junho passado, mas o cartola enfrenta diversos pontos de rejeição. A Uefa, liderada por Aleksander Ceferin, é a principal opositora do novo Mundial de Clubes e da Liga Mundial de Seleções. Segundo a entidade, ela seria um concorrente da Champions League e da recém-criada Liga das Nações.

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Fonte: IG Esportes
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Gustagol marca no fim e Corinthians busca empate com Ferroviária no jogo de ida

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Lance de Ferroviária x Corinthians, em Araraquara
Twitter/Reprodução/Gazeta Esportiva

Lance de Ferroviária x Corinthians, em Araraquara

O Corinthians visitou a Ferroviária no confronto de ida das quartas de final do Campeonato Paulista, na noite deste domingo, e acabou buscando o suado empate nos minutos finais da partida: 1 a 1 na Fonte Luminosa.

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As duas equipes voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira, dia 27 de março, na Arena Corinthians . Quem vencer, avança à semifinal. Novo empate por qualquer placar leva a decisão da vaga para os pênaltis.

O primeiro tempo na cidade de Araraquara foi bastante equilibrado. A Ferroviária começou melhor no duelo, envolvendo o Corinthians com mais posse de bola e boas trocas de passes no campo de ataque.

Em uma dessas jogadas, Leo Arthur tabelou com Tony, chegou até a meia lua da grande área e finalizou rasteiro, raspando a trave esquerda do goleiro Cassio.

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O Corinthians também teve bom volume ofensivo e assustou, principalmente, nas bolas aéreas. Em dois lances de cabeça, o zagueiro Manoel chegou perto de abrir o placar: no primeiro deles, o goleiro Tadeu fez duas grandes defesas, inclusive no rebote; depois, Manoel cabeceou para fora.

O goleiro Cassio sentiu lesão no intervalo e foi substituído por Walter no segundo tempo.

E a etapa final começou com a equipe alvinegra buscando o gol. Pedrinho teve boa oportunidade finalizando de voleio, com a bola explodindo no ombro do zagueiro Rodrigão – o VAR entrou em ação para avaliar um possível pênalti, mas o árbitro mandou seguir. 

Aos poucos a Ferroviária foi se encontrando no segundo tempo até inaugurar o marcador. Aos nove minutos, o lateral Diogo Mateus acertou um lindo chute cruzado de fora da área e marcou um golaço. Walter não alcançou e a bola ainda bateu na trave antes de entrar.

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O técnico Fabio Carille colocou  Gustagol , recuperado de lesão, e Jadson em campo, melhorando seu poderio ofensivo. O time da capital seguiu insistindo nas bolas aéreas e chegou perto do empate em chute de Vagner Love, desviado pela zaga. 

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Aos 42 minutos, brilhou novamente a estrela do atacante Gustagol. Clayson fez boa jogada pela esquerda e cruzou para o centroavante se antecipar à marcação e estufar as redes, empatando o marcador para o Corinthians e dando números finais ao duelo.

Fonte: IG Esportes
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CEO da McLaren ameaça abandonar a Fórmula 1 se novo regulamento não for aprovado

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McLaren em 2019 tem Lando Norris e Carlos Sainz como pilotos
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McLaren em 2019 tem Lando Norris e Carlos Sainz como pilotos

A McLaren ameaçou deixar a Fórmula 1 se as mudanças promovidas pela Federação Internacional de Automobilismo – FIA e a FOM, para o ano de 2021, não forem aprovadas. A escuderia é, ao lado da Ferrari, a mais antiga na modalidade.

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De acordo com o jornal The Guardian , o atual CEO da McLaren Group, Zak Brown, o regulamento de 2021 quer simplificar a tecnologia e os custos e isso não é benéfico para as equipes.

“Para a McLaren é preciso atender a dois requisitos: ser economicamente viável e capaz de lutar de forma justa e competitiva. Se não, teremos que considerar seriamente nossa posição na Fórmula 1. Isso não é uma posição, onde queremos estar”, disse Brown.

Nesta terça-feira (26), antes do GP do Bahrein, a Liberty Media realizará uma reunião com a FIA e todas as dez equipes da Fórmula 1 , em Londres, para definir os pontos do novo regulamento.

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Dentre as ideias da agência está um limite orçamentário na modalidade, uma distribuição de receita mais justa, unidades de energia, novas regulamentações e governança. Brown espera para que a F1 invista nas novas mudanças para equilibrar os ‘gastos desproporcionais’ da Ferrari, Mercedes e Red Bull.

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“A distribuição de receita deve ser mais equilibrada, deve ser orientada para o desempenho. Todos concordamos que a Ferrari é o maior nome e deve ser remunerada como tal, mas não no nível que é e você também não deve ser capaz de colocar esse dinheiro nas corridas”, afirmou o CEO da McLaren.

Uma saída para Brown é um esquema de ‘equipe B’ como a relação Haas – Ferrari. A escuderia comandada por Gene Haas utiliza peças da Ferrari. Juntamente com a Renault e a Williams essas equipes não possuem uma tecnologia de ponta capaz de se manter em alto nível na temporada.

Baseado no modelo implementado na NFL, o diretor-executivo afirmou “Uma vez nivelado, isso deve acelerar a competitividade de todos. A F1 teve períodos dominantes, mas uma grande F1 é que ninguém mais domina. Pode significar uma equipe ganhando dois campeonatos no trote – não cinco ou seis”.

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Um dos exemplos citados pelo CEO da McLaren é os cinco campeonatos conquistados por Lewis Hamilton, pela Mercedes, nos últimos anos.

Fonte: IG Esportes
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