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Fifa estuda mudança de sede da Copa do Mundo de 2022, diz site

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Terra

Após as suspeitas de corrupção na escolha da sede e a prisão do Michel Platini, a entidade já realizou reuniões secretas nesta terça para definir o substituto imediato do Qatar

LANCE!

A prisão de Michel Platini nesta terça-feira já surtiu grandes efeitos dentro da Fifa. Devido aos supostos atos de corrupção para a escolha do Qatar como sede, feitos pelo francês, a entidade estuda trocar a sede do próximo mundial, em 2022. A informação foi veiculada pelo site ‘TNT Sports’.

Gianni Infantino é o atual presidente da Fifa (Foto: AFP)

Foto: Lance!

De acordo com o portal, a federação pode mudar o local da disputa do Mundial por ‘atos de suborno ativo e passivo’. A Fifa já realizou algumas reuniões secretas nesta terça-feira para encontrar o substituto imediato para o Qatar.De acordo com o jornal francês ‘Le Monde’, a Promotoria Financeira Nacional investiga um almoço organizado, em novembro de 2010, na sede do governo francês, Palácio do Eliseu, em que estavam presentes o ex-jogador, o então presidente Nicolas Sarkozy, o primeiro ministro do emirado, Sheikh Hamad, Bem Jassem e o Emir do Qatar, Tamim Ben Hamad Al Thani.

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Futebol de São Paulo mostra cautela quanto a retorno de campeonato

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Diferente do Rio de Janeiro, os grandes clubes de São Paulo mostraram sinal de união em encontro, realizado por videoconferência na tarde desta terça (26), organizado pela Federação Paulista de Futebol (FPF).

No encontro, os presidentes de São Paulo (Carlos Augusto de Barros), Corinthians (Andrés Sanchez), Santos (José Carlos Peres) e Palmeiras (Maurício Galiotte) apresentaram discurso afinado. O tom da reunião foi de agir com cautela e respeito às orientações das autoridades de saúde, priorizando a manutenção da saúde e recomeçando o Campeonato Estadual quando for possível. Nenhuma data foi apontada para o reinício da competição.

A ideia é fazer testes conjuntos para o novo coronavírus (covid-19) nos jogadores e elaborar uma agenda de treinamentos, sempre seguindo as orientações dos órgãos de saúde. O futebol em São Paulo e em todo território brasileiro está parado desde meados de março.

O decreto de quarentena do Governo Estadual de São Paulo é válido até o próximo domingo (31) e há a possibilidade de este prazo ser prorrogado, dependendo da curva da pandemia de cada município. Segundo boletim divulgado no início da noite desta terça pela Secretaria de Saúde de São Paulo, 203 mortes foram registradas no estado nas últimas 24 horas, somando o total de 6.423 óbitos pelo novo coronavírus (covid-19). Além disso, foram contabilizados 86.017 casos da doença no total.

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No Rio de Janeiro, segundo estado mais atingido pela covid-19 no país, Botafogo e Fluminense se mostram contrários ao retorno das atividades do futebol. Posição diferente têm Vasco e Flamengo que defendem a volta de treinos e jogos, seguindo o protocolo Jogo Seguro da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj).

Edição: Fábio Lisboa

Fonte: EBC Esportes

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Esportes

Corinthians se posiciona oficialmente contra o retorno do futebol

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O Corinthians se posicionou oficialmente hoje (26) contra o retorno do futebol brasileiro, paralisado em decorrência da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Em carta aberta assinada pelo presidente Andrés Sanchez, o clube entende que ainda não é o momento de a bola voltar a rolar, e que há a necessidade de alinhamento de ações coletivas.

Sanchez ressalta a legitimidade dos clubes em procurarem saídas junto aos governos federal, estaduais e municipais e federações no intuito de tentar impedirem um aprofundamento da crise, porém, argumenta que o Brasil vive um cenário muito diferente dos países que retomaram suas ligas.

A carta cita o exemplo do Campeonato Alemão, que só voltou a ser disputado após o diálogo entre todos os agentes políticos e esportivos, mantendo responsabilidade com seu produto, astros e público. Andrés Sanchez salientou que, na Bundesliga, havia um princípio claro: “O futebol não pode se antecipar ao controle da pandemia”.

Ao comparar com a situação no Brasil, o Corinthians lembra que a Série A conta com 20 clubes de nove estados, cada um com um panorama distinto do novo coronavírus. Isto exigiria um trabalho coordenado entre governo, clubes e federações. O presidente do Timão finaliza a carta afirmando que qualquer retorno apenas adiará “uma pausa forçada, em que os clubes vão, de novo, agonizar”.

Confira a carta na íntegra:

Depois de 23 mil mortes causadas pela Covid-19, todo debate é menor. Por isso, em nome do Corinthians, manifesto antes nossa solidariedade a cada brasileiro afetado por doença, luto, ou prejuízo profissional. Tudo isso importa. 
E é legítimo que o futebol – como qualquer setor – procure saídas junto ao governo federal e a seus respectivos estados, prefeituras e federações, a fim de impedir um aprofundamento da crise na atividade. É preocupante, porém, que o Brasil viva um cenário muito diferente daqueles países que retomam suas ligas. 
A queda de receitas já obrigou muitos clubes a executar cortes e demissões. O Corinthians tem adotado medidas de austeridade, como a redução temporária de salários e jornada, apoiada na MP 936. Fazemos e refazemos as contas diariamente, mas somos realistas: trata-se da pior epidemia no país nos últimos 100 anos, e nenhuma atividade econômica sairá dessa sem transformações inevitáveis. 
No Corinthians, não será diferente. O que não muda é o nosso compromisso com um futebol forte como carro-chefe e a parte social como tradição, e é para isso que estamos trabalhando. Como também vemos o clube como um veículo capaz de impactar mais de 30 milhões de torcedores via mídias digitais, levamos informação útil e iniciativas solidárias, com o sonho de terminar a pandemia sem nenhum torcedor a menos.  
Somos testemunhas dos elogiáveis esforços da CBF, da Federação Paulista de Futebol e de outros clubes. Mas é preciso repensar, de forma ampla, o papel do futebol e sua influência nesse jogo. 
Na Alemanha, houve diálogo intenso entre todos os agentes políticos e esportivos, e um princípio foi claro para a Bundesliga: o futebol não pode se antecipar ao controle da pandemia. Quando a sociedade confiou no sucesso do combate alinhado entre governo e estados alemães, a Bundesliga finalmente retomou seus jogos em sincronia, no último dia 16. Houve responsabilidade com seu produto, seus astros e seu público. 
O futebol brasileiro, porém, caminha para outra direção. 
Se o combate ao vírus não tem alinhamentos entre os governos, no futebol as reações estão ainda mais fragmentadas. Com decisões facultadas aos Estaduais, criam-se ruídos. O futebol perde muito como produto quando transmite que, para a bola rolar, basta decidir qual clube está mais pronto, ou qual estado está mais disposto a riscos, enquanto se somam mais de mil óbitos por dia.
Em 2020, a Série A tem 20 clubes de nove estados, cada um com panoramas distintos da doença. Isso pede um trabalho mais coordenado entre governos, clubes e federações. Num esporte coletivo, não dá para jogar sozinho.
Sem isso, qualquer retorno apenas adiará a próxima pausa forçada, em que os clubes vão, de novo, agonizar. Como negócio sustentável, o futebol só poderá voltar depois de uma articulação eficiente, focada tanto no bem-estar das pessoas quanto na segurança da Saúde nos estados envolvidos.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Fonte: EBC Esportes

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