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Educação

Fim dos ciclos?

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Deputada quer a volta do sistema de séries e a reprovação de alunos no ensino fundamental

(Foto: Ednilson Aguiar/ O Livre)

Um projeto de lei em trâmite na Câmara dos Deputados pode alterar a forma como as escolas públicas vêm tratando o aprendizado de crianças que estão no ensino fundamental.

De autoria da deputada Carla Zambelli (PSL-SP), o projeto proíbe a organização dessa etapa escolar em ciclos. A ideia é que escolas de todo o país voltem a adotar o sistema de séries.

“O ensino por série pressupõe que cada aluno com desempenho insatisfatório seja reprovado ao final do ano letivo”, ela explica.

“Já o ensino por ciclo tem outra perspectiva: os estudantes devem obter as habilidades e competências em um ciclo que, em geral, é mais longo do que um ano ou uma série”, completa.

O problema para a deputada é o fato de não haver repetência de ano no sistema de ciclos. A previsão é que o aluno recupere, com aulas de reforço, o conteúdo que não aprendeu em um ano anterior, no ano seguinte.

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Para a deputada, “uma tentativa de camuflar o fracasso escolar e as altas taxas de reprovação”.

A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Educação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

(Com Assessoria)

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Educação

Professores da Unemat auxiliam no combate ao coronavírus

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Professores integram e assessoram o Comitê de Crise para o enfrentamento ao coronavírus com informações técnicas e científicas. A ideia é ajudar nas tomadas de decisões e medidas sanitárias para o enfrentamento da pandemia

Lygia Lima | Assessoria Unemat

Em Tangará da Serra, professores da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) integram e assessoram o Comitê de Crise para o enfrentamento ao coronavírus com informações técnicas e científicas. A ideia é ajudar nas tomadas de decisões e medidas sanitárias para o enfrentamento da pandemia.

A professora Ana Cláudia Pereira Terças Trettel, doutora em Medicina Tropical, com ênfase em virologia pela Fundação Osvaldo Cruz, atua diretamente no enfrentamento ao coronavírus no âmbito do município e também da Unemat.

Além da professora do curso de enfermagem, outros 16 professores também se colocaram à disposição para ajudar nesse momento de forma voluntária ao município, sendo 12 do curso de enfermagem e cinco do curso de Biologia.

Os professores da Unemat devem atuar em treinamento para equipes e profissionais de saúde, orientação sobre medidas a serem adotadas, em laboratórios e no atendimento direto a população.

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Além disso, os professores estão estudando o comportamento dos profissionais de saúde no enfrentamento ao coronavírus e no tratamento dos pacientes que acabam contraindo a COVID-19. Um artigo científico sobre essa relação está em fase de finalização e deve ser encaminhado para publicação nos próximos dias.

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Educação

Unemat tem meta de produzir 800 protetores faciais para trabalhadores da saúde

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Os protetores faciais vão ser entregues gratuitamente a unidades de saúde em Sinop, Colíder, Barra do Bugres e Cáceres

Danielle Tavares | Assessoria/Unemat

Diferentes equipes da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) estão empenhadas na produção de equipamentos individuais de proteção para trabalhadores da saúde, que atuam na linha de frente do combate ao Coronavírus. Nos câmpus de Sinop e Barra do Bugres estão em atividade duas dessas iniciativas.

Em Sinop (a 480 km de Cuiabá), uma equipe de pesquisadores vem trabalhando para produzir, em impressora 3D, os protetores faciais, também chamados “face shield”. A meta inicial era de 200 equipamentos para serem entregues para o setor de saúde da cidade e região. Com o início da divulgação e a arrecadação de doações para a aquisição de materiais, a iniciativa foi somando parceiros.

Por meio da Fundação de Apoio ao Ensino Superior Estadual (Faespe), foi viabilizada a aquisição de material acetato suficiente para a confecção de 800 viseiras que compõem as máscaras. “A nossa ideia, enquanto fundação, foi apoiar essas primeiras unidades como teste e, enquanto isso, buscar mais recursos e parceiros para produzir um número maior”, afirmou o Diretor Geral da Faespe, Valter Danzer.

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“Unimos forças e hoje temos um grupo, composto por professores da Unemat, em conjunto IFMT, UFMT, membros da sociedade civil e empresas, que busca soluções rápidas para atender às demandas das unidades de saúde”, explicou o coordenador do projeto da Unemat em Sinop, professor Tales Nereu Bogoni, doutor Ciência da Computação. Nessa frente, também fazem parte os professores Benevid Félix da Silva (Sinop) e Marcelo Leandro Holzschuh (Colíder).

O maior limitador, segundo o professor Tales, é o tempo de produção na impressora 3D. Cada modelo demora em torno de uma hora para ficar pronto. Com isso, cada máquina consegue fazer entre 12 e 15 unidades por dia.

Para superar esse limite, o grupo está elaborando um molde para injeção de polímeros de plástico, que seria produzido em grande escala por uma empresa da região. “Isso agilizará o processo de fabricação das estruturas das face shields. Com a injeção de plástico, poderão ser feitas centenas de unidades em apenas um dia”, afirmou Tales.

Entenda como é feita uma máscara de proteção individual em impressora 3D

A máscara é composta de duas partes: uma estrutura de suporte feita na impressora 3D e uma viseira em folha de acetato ou um tipo de resina denominada Poliestireno Cristal (PSCR), que foi a opção da Faespe/Unemat, por ser mais transparente do que o acetato. O processo se inicia com a modelagem dos suportes no computador. É feito um projeto, utilizando o sistema Blender, um software para a criação em 3D.

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O processo de impressão utiliza um filamento plástico específico, em PLA ou ABS. Enquanto isso, a viseira em PS Cristal é cortada em impressora a laser. Depois da impressão, é feito o encaixe das peças.

Após a confecção do protótipo inicial, ele foi encaminhado para os profissionais de saúde de Sinop, que avaliaram, deram sugestões e validaram os equipamentos. “É uma máscara reutilizável e de fácil higienização. Ela tem uma proteção de 22 centímetros, protegendo toda a face dos profissionais de eventuais contatos com fluidos”.

Em Barra do Bugres, também há uma frente de produção de máscaras protetoras. Conheça essa iniciativa. Os protetores faciais produzidos pela Unemat vão ser entregues gratuitamente a hospitais e unidades de saúde em Sinop, Colíder, Barra do Bugres e Cáceres.

Fonte: assessoria

 

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