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Mulher

Fotógrafa registra a morte de bebê gêmeo e foto emociona

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Lidar com a morte de um filho não é nada fácil. Para Heather Bowman, não foi diferente. Após anos tentando engravidar com tratamentos de reprodução assistida, a mãe solo enfrentou a morte de um bebê gêmeo que esperava.

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Para celebrar o laço entre irmãos, fotógrafa faz registro sensível de bebê gêmeo que sobreviveu e emociona internautas
Jessica Young

Para celebrar o laço entre irmãos, fotógrafa faz registro sensível de bebê gêmeo que sobreviveu e emociona internautas

Para ter uma lembrança do seu filho James, Heather procurou a fotógrafa Jessica Young para fazer um registro da sua filha, Leti, e a representação do bebê gêmeo
, que foi feita com um cobertor azul. O registro sensível foi compartilhado no Instagram de Jessica e rendeu comentários emocionados.

“Quando Jessica colocou Leti em seu lugar, tudo o que ela pôde fazer foi olhar para onde seu irmão estaria. Eu não pude deixar de sentir que ele estava deitado lá, deixando-a saber que ele estaria sempre com ela. Ela sorriu algumas vezes enquanto olhava em sua direção”, fala Heather ao site “Popsugar”
.

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Heather também conta sobre a jornada que enfrentou até chegar ao momento da foto. Ela fala que aos 36 anos ainda era solteira, mas tinha firme o sonho do ser mãe. No entanto, ela não estava disposta a abrir mão desse sonho pelo fato de ainda não ter encontrado um marido.

Foi aí que ela começou a sua jornada com a reprodução assistida. Em 2017, sofreu um aborto espontâneo e, alguns meses depois, engravidou de gêmeos, mas perdeu na 16ª semana de gestação.

 Após vários testes, os médicos descobriram que Heather faz parte de 1% da população feminina que tem uma malformação uterina, em que a mulher nasce apenas com metade do útero, ovário e trompa de falópio.

“O diagnóstico foi assustador para mim, mas meu especialista estava absolutamente confiante de que eu poderia gerar um bebê”, fala.

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A gestação e a morte do bebê gêmeo


Após uma série de tentativas para engravidar, mãe solo fica grávida de dois, mas um bebê gêmeo não sobrevive à gestação
shutterstock

Após uma série de tentativas para engravidar, mãe solo fica grávida de dois, mas um bebê gêmeo não sobrevive à gestação

Um tempo depois do diagnóstico, ela passou por uma fertilização in vitro e descobriu que estava grávida de um casal de gêmeos
. No entanto, em um ultrassom na 17ª semana de gestação, os médicos não conseguiram identificar o batimento cardíaco do menino.

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“Eu tive que ser forte em relação à minha dor para ser positiva com minha filha, para que ela aguentasse tudo e ficasse bem”, diz.

Em fevereiro de 2019, Heather deu à luz gêmeos, apesar de apenas a garotinha estar viva. Foi aí que ela decidiu chamar a fotógrafa Jessica para “honrar o vínculo entre os gêmeos”. Hoje, ela tem a lembrança do bebê gêmeo
que morreu. “Eu vou amar esta foto para sempre”, diz.

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Carla ‘Bora’ é agredida pelo namorado em Cuiabá

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Betell Fontes – Folha 360

Carla 'Bora' é agredida pelo namorado em Cuiabá

Foto: Instagram

A digital influencer Carla ‘Bora’ Reis foi agredida pelo seu namorado, na madrugada desta sexta-feira (24), em Cuiabá. Ela usou sua pagina no Instagram que possui mais de 530 mil seguidores para relatar o ocorrido.

Carla Bora ficou conhecida na internet por causa da voz grossa e pelo bordão “Bora? Bora tomar uma?. Após estourar na mídia, foi contratada pela RedeTV, onde participou do programa Encrenca.

A influencer relatou que já fez denúncia da agressão para as autoridades e utilizou as redes sociais para alertar outras mulheres. Em seguida ela mostrou uma suposta mensagem de seu namorado lhe pedindo desculpa e prometendo um noivado para reatar o relacionamento.

Carla conta que é difícil sair de um relacionamento, ainda mais quando se ama a pessoa, mas lembra que é preciso amar a si mesma em primeiro lugar.

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Mulher

Deputados de MT apresentam moção de repúdio e protesto contra ‘Lei Neymar da Penha’

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Por encaminhamento da Câmara Setorial Temática de Combate à Violência Contra a Mulher da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, os deputados Janaina Riva (MDB) e Wilson Santos (PSBD) apresentaram moção de repudio e protesto contra o teor do Projeto de Lei 3369/2019, proposto pelo deputado Federal Carlos Jordy (Vice-líder do Governo) batizado de “Lei Neymar da Penha”.

“É importante frisar que essa moção atinge tão somente o teor do projeto, não alcançando suas características constitucionais, uma vez que o deputado federal, que foi legitimamente eleito, possui a prerrogativa de propor ações legislativas, as quais eu a Câmara Temática defendemos. O repúdio se dá na ação midiática que, sem contextualizar e fazer o devido resgate histórico, modifica sem critérios técnicos, um dispositivo criminalizador e, no caso específico, afeta muito o tema”, explica a deputada.

Segundo Janaina, o PL ‘Neymar da Penha’ visa aumentar a penalidade para quem faz falsas acusações de crimes contra a dignidade sexual, porém, vale ressaltar que, em regra, os delitos contra a dignidade sexual e agressões não costumam possuir testemunhas já que geralmente praticados pelo agressor contra a vítima a sós. Para ela o projeto dificulta e desencoraja ainda mais as mulheres vítimas a denunciarem os agressores.

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“A mulher que é vítima de qualquer agressão, seja ela moral, física ou sexual geralmente tem muita dificuldade em denunciar o agressor justamente pelo julgamento e pela dificuldade de provar. E é por isso que palavra da vítima possui grande valor, quando analisada com o conjunto probatório. A mulher vítima de violência percorre um difícil caminho, até chegar à penalização do autor. Algumas acabam sendo revitimizadas, com os julgamentos sociais, com a mídia e, também, com o sistema de justiça. Não é possível permitir a inversão dos papéis, pois a legislação deve ser o principal canal a evidenciar a real vítima e o verdadeiro agressor. A cultura do estupro é percebida sempre na culpabilização e objetificação da vítima e neste sentido esse projeto de lei contraria ao que o país vive na atualidade, no que diz respeito ao enfrentamento e combate à violência contra as mulheres, máxime, a sexual”, afirma.

A deputada lembra ainda que a Lei Maria da Penha é o instrumento mais importante do País no enfrentamento à violência no âmbito doméstico e familiar, merecendo ser reconhecida nacionalmente, como é fora do Brasil. Segundo ela, a moção de repúdio e protesto se dá também ao desrespeito à Maria da Penha, mulher que dá nome à Lei e precisou recorrer às cortes internacionais para que o autor das sucessivas agressões que sofreu fosse punido, justamente por não encontrar amparo da legislação brasileira.

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“É de grande preocupação da Câmara Temática de Combate à Violência Contra a Mulher a forma desrespeitosa com que Maria da Penha Fernandes, que deu nome à Lei Maria da Penha, está sendo tratada no momento, passando, também, pela revitimação. O Brasil recebeu como recomendação internacional que a Lei 11.340\2006 fosse conhecida como Lei Maria da Penha, justamente para homenagear essa mulher vítima de violência doméstica que o País não havia dado o merecido tratamento quando sofreu as agressões. Apelidar o PL 3369\2019, de “Lei Neymar da Penha” é ofender à todas as mulheres brasileiras indistintamente. Esse projeto oferece ameaça às mulheres vítimas de estupro, que por anos a fio sofreram invisibilidade e julgamento com as discriminações e preconceitos vivenciados”, finaliza.

Assessoria de Imprensa

Jornalista Laura Petraglia – Audiovisual Jardel Silva

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