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Agronegócio

Genética Nelore ganha destaque no Brasil

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Genética Nelore ganha destaque no BrasilO nelore chegou ao Brasil no final do século XVIII e hoje é a raça mais criada e base para cruzamento em gado de corte. O zebuíno tem como principais características a adaptabilidade aos trópicos, sendo muito rústico e resistente a doenças e parasitas, entrega uma carne de boa qualidade e aceitação no mercado.

De olho nesse desempenho criadores de todo país vem investindo em touros com genética apurada. Visitamos a Agro-Pecuária CFM, em Magda, noroeste paulista, para conhecer como o programa de melhoramento genético resultou na venda de quase 43 mil touros nelore para 116 criadores de 15 estados. A reportagem em vídeo está logo abaixo, em mais um episódio da série “Pecuária 4.0: o caminho do boi brasileiro”.

Na CFM os leilões de touros CEIP superam os R$ 10 milhões. O Certificado Especial de Identificação e Produção (CEIP) é atribuído pelo Ministério da Agricultura a touros comprovadamente superiores. Baseado nisso a CFM pode comercializar 30% dos melhores machos de cada safra. O restante é descartado e segue para engorda. “A seleção busca manter as qualidades mais desejadas nos descendentes. Animais de personalidade difícil ou baixo ganho de peso não servem para genética”, explica o gerente, Tamires Miranda Neto.

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Além da venda de machos também ao comercializadas doses de sêmen, retiradas por empresas parceiras. São 20 touros constantemente nas centrais de inseminação e dez em teste, avaliados constantemente. A primeira venda de material genético ocorre aos 24 meses.

Fonte: Agrolink
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Agronegócio

A produção e o consumo de carne suína no mundo

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A produção e o consumo de carne suína no mundoO consumo global de carne aumentou 58% nos últimos 20 anos, de acordo com estudo publicado o ano passado pelo Bureau Australiano de Ciências e Economia Agrícola e de Recursos (ABARES). Segundo a instituição, tanto o crescimento populacional quanto o aumento de renda contribuíram igualmente para esse índice. Países em desenvolvimento, principalmente, foram os responsáveis por esse incremento no consumo de carne per capita, já que, em países desenvolvidos, o consumo manteve-se praticamente estável.

De acordo com pesquisa publicada pelo National Pork Board, programa patrocinado pelo Serviço de Marketing Agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, em 2018, a carne suína respondeu por 40,1% do consumo per capita mundial; a carne de boi, por 21,4%; a carne de frango, por 33,3% e a de ovino, por 5,3%.

Segundo a ABARES, nos Estados Unidos e na Austrália, o consumo de carne aumentou nos últimos anos, devido ao crescimento do consumo de carne de frango, demanda atendida principalmente pela produção doméstica. Em contraste, a demanda de carne no Japão reduziu, por conta, principalmente, do envelhecimento da população.

Quando se fala em produção de carne suína, China (43, 87%), União Europeia e Reino Unido (22,62%) e Estados Unidos (11,97%) lideram o ranking e, juntos, são responsáveis por 78,46% da produção global.

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O Brasil ocupa a quarta posição no ranking de produção de carne suína no mundo, com 3,88% da produção global. Do que produzimos (649.382,28 mil toneladas), 16% têm destino internacional, sendo a região Sul do País a maior produtora e exportadora. Responsável por 66% da produção nacional e quase que pela totalidade das exportações de carne suína, a região tem como maior destaque o estado de Santa Catarina. Os principais destinos hoje são China, Hong Kong e Chile, de acordo com o Ministério da Economia, Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em novembro de 2019, a produção de carne suína global sofreu uma queda de 8,5%(), fruto dos impactos da peste suína africana (PSA) que assolou os rebanhos na China e em outros países asiáticos e europeus. De acordo com o USDA, a previsão para este ano é de que haja ainda mais uma queda de 7% dessa produção global, sob o efeito da PSA.

Para a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a PSA representa o fator mais significativo para as perspectivas do mercado mundial de carne(), que elevou o comércio global de carne bovina para 13,8 milhões de toneladas e provocou uma pequena redução no volume da carne ovina para 1 milhão de toneladas.

Países como o Brasil e os Estados Unidos, e, em menor grau, a União Europeia e o Reino Unido estão compensando parte da queda da produção na Ásia. Essa forte demanda vinda dos países asiáticos elevou para 10,5 milhões de toneladas as exportações globais de carne suína, o que incentivou os produtores a expandirem seus rebanhos.

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As importações da China aumentaram para 3,9 milhões de toneladas de carne suína, montante que representa 40% das importações globais. Em contrapartida, a importação de carne por outros países teve sua previsão reduzida em 2020.

Espera-se que, até 2050, o consumo de carne no mundo dobre, devido ao crescimento populacional e ao aumento da renda per capita, porém a tendência é que o consumo per capita desacelere, à medida em que o padrão de consumo no mundo se aproxime ao dos países desenvolvidos. Outra tendência global é que as carnes brancas tomem o lugar das carnes vermelhas na dieta das pessoas.

Além disso, o impacto da COVID-19 certamente será negativo na demanda global de carnes, mas espera-se que a capacidade de recuperação econômica da China e dos Estados Unidos contribua para a retomada regular da demanda de proteína animal no curto prazo.

Heloiza Nascimento – Médica-veterinária formada pela UFV, com MBA em Marketing pela FGV e mestranda em Ciência Animal pela UFMG, atualmente, faz parte da equipe de assistentes técnicos de suínos da Zoetis.

Fonte: Zoetis

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ETANOL: Usinas de MT querem redução do ICMS nas operações interestaduais

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ETANOL: Usinas de MT querem redução do ICMS nas operações interestaduaisAs indústrias de etanol ainda esperam alguma medida de socorro do Governo Federal para minimizar os efeitos causados pela pandemia da Covid-19. Apesar da frustração com a demora de uma resposta definitiva de Brasília, o setor mantém a esperança de que será atendido, mesmo que parcialmente. Já está “claro” que das três principais solicitações feitas à União (redução do PIS/Cofins, elevação da CIDE sobre a gasolina e a concessão de linhas de créditos “baratas” para a ampliação dos estoques do produto) apenas a terceira parece ter chances de sair do papel.

Em meio a este cenário incerto e desafiador, em Mato Grosso as usinas tentam convencer a Secretaria Estadual de Fazenda a antecipar a redução de 1 ponto percentual no ICMS incidente nas vendas do etanol hidratado para outras regiões do país. Hoje a alíquota nestas operações é de 6%. A medida tornaria mais competitivo o combustível produzido no estado, “facilitando” a sua entrada em outros estados.

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Presidente da União Nacional do Etanol de Milho (UNEM), Guilherme Nolasco explica que a redução está prevista em uma resolução do Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (CONDEPRODEMAT). “A cada crescimento de 400 milhões de litros de etanol vendidos para fora do estado, haverá a redução de 0,5 ponto percentual na alíquota do ICMS. Esse benefício está limitado ao corte de no máximo 1 ponto percentual, mediante ao crescimento de 800 milhões de litros. Certamente esse volume será atingido este ano. É uma oportunidade do Governo dar mais competitividade ao produtor de etanol de Mato Grosso, antecipando um benefício que já está previsto”, argumenta.

Diretor-executivo do Sindicato das Indústrias Sucroalcooleiras de Mato Grosso (Sindalcool-MT), Jorge dos Santos diz que o estado deve produzir cerca de 3,7 bilhões de litros de etanol na safra 2020/21, que começou no mês de abril. O volume é muito superior ao registrado na última safra, que ficou em 2,5 bilhões de litros. O problema, segundo ele, é que o consumo dentro do estado é pequeno, gira em torno de 1,2 bilhão de litros. Ou seja, será preciso vender 2,5 bilhões de litros para outros estados, o que reforça a importância estratégia da redução do ICMS nestas vendas.

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Fonte: Grupo Idea

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