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Economia

Governo esclarece composição do preço de medicamentos em Mato Grosso

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Secom-MT – Foto por: Reprodução

O Governo de Mato Grosso vem a público esclarecer que o aumento do ICMS aplicado aos fármacos e medicamentos, decorrente do ajuste tributário, devido à entrada em vigor da lei complementar 631/2019, é variável de acordo com o tipo do produto, sua origem e a forma como o estabelecimento repassa o imposto cobrado, integralmente ou não.

Pela lei complementar, o imposto passou a ser cobrado pelo Preço Máximo ao Consumidor (PMC), com redutor, quando o medicamento é vendido no Estado de Mato Grosso, e não mais pelo preço ao qual ele era adquirido junto ao fabricante ou distribuidora.

Um exemplo é o caso da medicação Sedamed, que até 2019 era vendida a R$ 10,00. Desse total, R$ 6,37 correspondia ao preço médio pago pelo produto por parte do comerciante. Outros R$ 0,96 correspondia ao ICMS e os R$ 2,67 restantes era a margem bruta de lucro do estabelecimento.

Agora em 2020, com a nova lei em vigor, o mesmo lote do remédio está sendo comercializado a R$ 12,09, mas a base de cálculo para o ICMS, com o redutor previsto na LC 631, é de R$ 9,20. Desse total, R$ 6,37 corresponde ao preço médio do produto ao entrar no Estado, R$ 1,31 é referente ao ICMS e os demais R$ 4,41 é a margem de lucro bruta do proprietário da farmácia.

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Desta forma, a margem de lucro do dono da farmácia saltou de R$ 2,67 em 2019 para R$ 4,41 em 2020, já descontados os impostos e o valor pago pelo produto, o que evidencia que o aumento da lucratividade não possui relação com a nova legislação.

É preciso ressaltar ainda que o Governo não interfere na margem de lucro praticada pelas farmácias e nem de qualquer outro setor, pois respeitamos a livre concorrência.

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Economia

100 mil consumidores já negociaram seus débitos com a Energisa

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Maioria das negociações foram realizadas pelos canais digitais do Grupo 

Com o objetivo de ajudar os clientes que sofrem os efeitos econômicos causados pela pandemia a manter a organização financeira, o Grupo Energisa está oferecendo condições especiais de parcelamentos para os consumidores que estão com suas contas atrasadas. Desde o início da pandemia, decretada no final do mês de março, mais de 100 mil acordos foram realizados.

“Essa oportunidade de negociação é válida para clientes atendidos em baixa tensão, como as residências, pequenos comércios e clientes rurais. Para se ter uma ideia, mais de 30% das negociações e renegociações foram realizadas para consumidores residenciais”, destaca Murilo Galvão, gerente do departamento de serviços comerciais da Energisa Mato Grosso.

“Não é necessário nenhum tipo de intermediação, basta o cliente entrar em contato com os canais oficiais da empresa e solicitar a negociação e/ou parcelamento de contas atrasadas”, enfatiza Galvão.

Para Sthenio Martins, economista formado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), é um momento importante para colocar tudo na ponta do lápis e aproveitar as condições de negociação que são oferecidas pelas empresas. “É preciso se organizar e definir as prioridades. Somente dessa forma é possível saber quais os gastos e fontes de receitas, verificar o valor, prazo de pagamento e analisar também possíveis gastos que podem ser eliminados durante a pandemia. Caso não seja possível realizar o pagamento de alguma dívida, é importante tentar renegociar. A pandemia não isenta o pagamento das contas, então é importante quitar as dívidas para não ficar inadimplente”, explica.  

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Como negociar?

Os clientes podem parcelar seus débitos com entrada facilitada e opções de parcelamento adequadas para a necessidade de cada cliente. “Temos feito todo o possível para que os clientes mantenham a vida financeira equilibrada e não deixem as contas acumularem. Além de ser uma excelente oportunidade, a negociação exclui o nome do devedor da lista dos órgãos de proteção ao crédito”, lembra Murilo.

Para negociar os débitos com a Energisa basta entrar em contato com a distribuidora pelo Whatsapp da Gisa (65 9999 7974) website, aplicativo Energisa On ou pelo Call Center. Pelo Whatsapp, é só escrever “Parcelamento” e a negociação será iniciada. 

Canais de atendimento:

Whatsapp Gisa (65) 9999-7974 (atende a todo o Estado de MT)

Call Center:  0800 6464 196

Aplicativo para celular Energisa On.

Bancos conveniados para pagamento: Caixa Econômica, Sicredi, Santander, Banco do Brasil, Bradesco, HSBC, Itaú e Sicoob.

Fonte: Assessoria

 

 

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Economia

Caixa amplia prazo da pausa na prestação habitacional para até 180 dias desde ontem (27)

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Clientes que optarem pela pausa devem solicitar a prorrogação pelo aplicativo Habitação CAIXA ou demais canais disponibilizados pelo banco

A CAIXA disponibiliza, a partir de hoje (27), a possibilidade de ampliação da pausa nas prestações dos créditos habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida (Faixas 1,5; 2 e 3), com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE) para um período de até 180 dias.

A medida faz parte das ações do banco para oferecer aos clientes alternativas para enfrentar os efeitos causados à economia pelo COVID-19. Para o presidente da CAIXA, Pedro Guimarães, “estender a pausa é mais uma medida importante do banco no suporte ao planejamento das famílias brasileiras nesse período de pandemia e à retomada da economia”.

Regras da pausa e cobrança de encargos:

Os clientes pessoas física e jurídica que já tiveram a pausa temporária de 120 dias concluída podem prorrogar o prazo por mais 60 dias. Quem ainda não optou por essa alternativa também pode solicitar a pausa de 180 dias.

Para as empresas, a opção de pausa é válida para os financiamentos à produção de empreendimentos e para os financiamentos de aquisição e construção de imóveis comerciais (modalidade individual). As opções de pagamento parcial dos encargos ou carência também foram estendidas para até 180 dias, porém não podem ser utilizadas em conjunto com a pausa.

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Durante o período de pausa, o contrato não está isento da incidência de juros remuneratórios, seguros e taxas. Os valores dos encargos pausados são acrescidos ao saldo devedor do contrato e diluídos no prazo remanescente. A taxa de juros e o prazo contratados inicialmente não sofrem alteração

Quem pode solicitar:

  • Clientes pessoa física com contratos em dia ou com até 180 dias em atraso (clientes que utilizaram o FGTS para reduzir uma parte da prestação também podem optar pela pausa);
  • Clientes pessoa jurídica com contratos em dia ou com atraso de até 60 dias (duas prestações).

Como solicitar:

Os clientes pessoa física podem solicitar a pausa de 180 dias, ou a prorrogação do período de pausa por mais 60 dias para os contratos já atendidos, pelo aplicativo Habitação CAIXA, pelos telefones 3004-1105 e 0800 726 0505, ou de forma automatizada pelo 0800 726 8068, opção 2 – 4 – 2.

Os clientes pessoa jurídica podem solicitar a pausa para contratos de aquisição e construção de imóveis comerciais pelo número 0800 726 8068, opção 2 – 4, ou com o auxílio do gerente de relacionamento. Para contratos de financiamento à produção de empreendimentos, a solicitação pode ser realizada somente por meio do gerente de relacionamento, que deve ser acionado preferencialmente por meio eletrônico.

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Canais de atendimento:

  • App Habitação CAIXA: disponível para os sistemas operacionais Android e IOS, pode ser baixado gratuitamente nas lojas GooglePlay ou AppStore.
  • 3004-1105 e 0800 726 0505, opção 7: disponível de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h.
  • 0800 726 8068, opções 2 – 4: disponível de segunda a sexta-feira, em qualquer horário, e aos sábados, de 10h às 16h.

Balanço:

Até o momento, mais de 2,4 milhões de mutuários já solicitaram a pausa na prestação habitacional. A CAIXA já registrou mais de 2,1 milhões de solicitações pelo aplicativo Habitação CAIXA, além de cerca de 170 mil atendimentos pelo telesserviço. Atualmente, 22 serviços são oferecidos pelo banco por meio do aplicativo e do telefone, para maior comodidade e segurança dos clientes. Saiba mais clicando aqui.

Assessoria de Imprensa da CAIXA

 

 

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