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Mato Grosso

Hortifrúti registra alta de preços nesse início de ano

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Produtos como maxixe, vagem, milho verde e o de pipoca tiveram aumento no custo direto ao mercado atacadista nesta semana

Luciana Cury | Seaf-MT

Preço da uva niagara, ao contrário de outros itens, reduziu 20%. A caixa de 7kg de uva custava R$ 60 há sete dias, e hoje está sendo vendida a R$ 48 – Foto por: Assessoria Seaf

Preço da uva niagara, ao contrário de outros itens, reduziu 20%. A caixa de 7kg de uva custava R$ 60 há sete dias, e hoje está sendo vendida a R$ 48

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Após períodos consecutivos de estagnação nos preços, o setor de hortifrúti começa a dar sinal de que pode voltar a pesar no bolso do consumidor nesse início de ano. De acordo com o levantamento realizado pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), o maxixe, a vagem, o milho verde e o de pipoca tiveram alta no custo direto ao mercado atacadista nesta semana.

A vagem e o milho de pipoca foram os grandes puxadores da alta de preços no período analisado. O legume figura com alta de 40%, subindo de R$ 50 para R$ 70 a caixa com 12kg. Já o milho de pipoca, denominado milho amarelo, passou de R$ 38 para R$ 52 a saca com 50kg, representando uma alta de 37% em apenas uma semana.

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O maxixe e o milho verde, esse muito usado na culinária na fabricação de pamonha, bolos e curau, aumentaram 20%.  Os dois na semana passada custavam R$ 50. Já nesta semana passou a valer R$ 70 a caixa com 16kg de maxixe, e 45kg de milho verde.

Segundo o engenheiro agrônomo da Seaf, Luiz Henrique Carvalho, variação da oferta e dos preços de verduras, legumes e frutas é sazonal. “É normal haver flutuação de preços. Os valores dependem da oferta dos alimentos, e isso depende de fatores imprevisíveis como o clima”, afirma Luiz.

Redução

Em contrapartida, foi registrado queda nos preços do quiabo, do abacate e da uva niagara. Todos eles tiveram os valores reduzidos em 20% no período de cotação. A caixa de 7kg de uva custava R$ 60 há sete dias, e hoje está sendo vendida a R$ 48. Já o abacate era vendido a R$ 100 a caixa com 18kg, passando a custar R$ 80. Por último o quiabo está ao preço de R$ 40 a caixa com 14kg. Na semana passada essa mesma quantidade era de R$ 50.

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Cotação

A cotação de preços dos principais produtos da agricultura familiar é realizada semanalmente, toda terça-feira, a partir das 5 horas, por técnicos da Seaf, Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e Prefeitura de Cuiabá. A pesquisa de preço leva em conta o preço mínimo, mais comum, e o preço máximo dos produtos encontrados nas barracas em três horários distintos durante o período matutino.

Além disso, o índice de preço médio dos 48 principais produtos da agricultura familiar em 21 estados brasileiros podem ser conferidos no site http://www.prohort.conab.gov.br/

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Mato Grosso

Dr. Eugênio assume presidência da Comissão de Saúde da ALMT

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A comissão de saúde, previdência e assistência social da ALMT, esteve reunida na tarde desta segunda-feira (30), para tratar de diversos assuntos referentes aos trabalhos e medidas que serão tomadas nos próximos dias referente ao Covid-19 e também, oficializaram os deputados Dr. Eugênio, único representante da região do Araguaia e de Tangará da Serra  Dr. João, ambos na presidência e vice.

A comissão continua sendo composta pelos deputados, Paulo Araújo  (PP), Lúdio Cabral (PT), Dr. João (MDB) e Dr. Gimenez (PV), o ex-presidente abriu a reunião falando sobre os importantes trabalhos realizados pela comissão durante sua gestão, “Visitamos os hospitais regionais e apresentamos os relatórios com apontamentos técnicos”, o parlamentar se referiu ao trabalho, onde os membros titulares estiveram em 13 municípios mato-grossenses: Barra do Bugres, Cáceres, Rondonópolis, Várzea Grande, Água Boa, Cuiabá, Sinop, Sorriso, Alta Floresta, Colíder, Peixoto de Azevedo, Poconé e Juína. Em todos os locais foram verificadas as condições estruturais (parte física e equipamentos), a situação financeira e os serviços/atendimentos oferecidos aos cidadãos.

O tema mais debatido na reunião foi a situação relacionada ao Covid-19. Os deputados debateram ações de trabalho e fornecimento de ajuda para toda a sociedade, entre eles, o projeto de decreto legislativo, de autoria do deputado Lúdio Cabral, que faz alterações ao decreto governamental número 425.

Por fim, ficou oficializada a nova formação dos cargos de presidência e vice e o médico Dr. Eugênio, agora presidente, falou sobre os próximos passos da comissão, “O trabalho será um grande desafio, ainda mais no momento que estamos vivendo. Será uma honra representar o Araguaia e todo o Mato Grosso nesta importante comissão”, explicou o deputado.

Fonte: Mato Grosso Mais

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Max Russi propõe que emendas impositivas sejam destinadas a ações de combate ao coronavírus

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Parlamentar defende investimento na construção de mais unidades de terapia intensiva e atenção maior no atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade

Uma das alternativas de combate ao Coronavírus em Mato Grosso, sugeridas pelo deputado Max Russi (PSB) nesta quarta-feira (01) na Assembleia Legislativa, propõe a autorização de remanejamento emergencial de emendas parlamentares durante o período de calamidade pública no estado. O Projeto de Lei 247/2020 de Russi tem por base a projeção dos impactos socioeconômicos e financeiros, decorrentes da pandemia causada pelo Covid-19.

A intenção do novo texto, acrescido a Lei no 10.986, de 05 de novembro de 2019 que aborda as diretrizes para a elaboração da Lei Orçamentária de 2020, é garantir o investimento prioritário da saúde neste período de enfrentamento.

O deputado Max Russi reforça que esse é momento em que a união de todos os parlamentares se torna mais do que essencial. “Todos podemos nos esforçar para que mais recursos cheguem a quem precisa.”, complementou.

Max Russi lembra ainda que as emendas atualmente são impositivas, no entanto tem vinculação em percentuais com diversas áreas, como educação, cultura e esporte. O deputado defende, principalmente, a abertura de novas unidades de terapia intensiva (UTIs) nos hospitais e uma atenção efetiva para o social, principalmente quanto ao atendimento das famílias em situação de vulnerabilidade.

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“A opção, neste momento, é a gente poder fazer essa destinação e poder atender a população, abrir novos leitos de UTI, enfim, fazer o que for necessário e possível para que possamos trazer segurança e tranquilidade às famílias mato-grossenses, ao nosso povo que está angustiado, aflito e que precisa sim de definições, tanto na área da saúde, como também na área social’, finalizou

Fonte: Assessoria

 

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