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Hospital Municipal de Cuiabá abre processo seletivo com 1,2 mil vagas

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Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) - Dr. Leony Palma de Carvalho — Foto: Luiz Alves/Prefeitura de Cuiabá
O Hospital Municipal de Cuiabá abriu processo seletivo com 1.248 vagas imediatas e 644 vagas em cadastro de reserva para diversas funções. De acordo com o edital divulgado, os salários vão de R$ 1.127,39 a R$ 5.552,021.

As inscrições começam na sexta-feira (17) e vão até o dia 16 de junho. Para quem quer isenção nas inscrições, deve-se fazer o cadastro até quinta-feira (16).

Os interessados devem se inscrever no site do Selecon, instituto responsável pelo processo seletivo.

Segundo o edital, os profissionais vão atuar no Hospital Municipal Leony Palma de Carvalho, o Hospital Municipal de Cuiabá.

É cobrada uma taxa que varia entre R$ 60 e R$ 70.

Confira as vagas

  • Nível médio: almoxarife, condutor de pacientes, faturista, lactarista, motorista, porteiro, recepcionista, recursos humanos, telefonista, suporte técnico em informática, vigia, recreador hospitalar, secretário de unidade, eletricista, encanador, jardineiro, marceneiro e pedreiro.
  • Nível médio técnico: técnico em contabilidade, técnico de enfermagem, técnico de farmácia, técnico de hemoterapia, técnico de higienização bucal e gesseiro.
  • Nível superior: administrador, advogado, analista de rede, analista de sistemas, assistente social, cirurgião dentista, cirurgião dentista (bucomaxilo, facial e traumatologista), contador, enfermeiro assistencial, engenheiro clínico, estatístico, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, nutricionista, pedagogo hospitalar, psicólogo, psicólogo organizacional, secretário-executivo, vigilância sanitária, tecnólogo em recursos humanos e terapeuta ocupacional.
  • Nível superior com especialização: enfermeiro e fisioterapeuta.
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Por G1 MT

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Câmara de Denise consulta TCE sobre legalidade dos salários recebidos pela prefeita

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A Câmara Municipal de Denise, representada por seu presidente Jozias Gomes de Souza formulou uma consulta ao Tribunal de Contas do Estado-TCE/MT sobre a legalidade do pagamento de salários (retroativos) a prefeita Eliane Lins da Silva referente ao período em que esteve afastada do cargo (período de novembro de 2017 a setembro de 2018).

Segundo a Câmara, a prefeita teria recebido R$ 98.988,77 sem contraprestação de serviços.

 “A Prefeita cassada pela Câmara de Vereadores ao ser reintegrada ao cargo por decisão do Poder Judiciário possui o direito de receber os vencimentos retroativos do período de afastamento sem a contraprestação de serviço público, quando os subsídios já foram pagos ao vice-prefeito que assumiu  cargo?”

“O recebimento dos vencimentos retroativos configura bis in idem, vez que, já foram pagos ao Prefeito que a substituiu constatando-se pagamento em duplicidade oriundo do mesmo fato gerador?”

“É legal a determinação de pagamento e recebimento a título de vencimentos retroativos sem a anuência da Câmara Municipal, haja vista que, o desfalque financeiro não esta previsto na LOA e LDO?”

São esses os questionamentos da Câmara que aguarda a resposta por parte do Tribunal de Contas.

SOBRE O CASO – Na argumentação do presidente da Câmara para formular a Consulta, assim descreve:

“Em 29.08.2.017, o cidadão eleitor Paulo Evandro Perin Costa, apresentou a Casa Legislativa Municipal denúncia em face então Prefeita Municipal Eliane Lins da Silva pela prática, em tese, de atos caracterizadores de infração político-administrativa.

Diante disso, no âmbito da Casa de Leis restou instaurado o processo interno n°. 02/2017.

Na data de 05.09.2017, o denunciante manejou pedido de aditamento da denúncia e afastamento provisório, sustentado que, a denunciada estaria dificultando a plena apuração dos fatos ao tentar comprar votos de Vereadores para não receberem a denúncia na sessão plenária designada para aquela data, antes mesmo de iniciar o processo, encartando provas a respeito.

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O aditamento com o pedido de afastamento liminar foi submetido ao crivo do plenário da Câmara Municipal, na mesma sessão, em fiel cumprimento do art. 5º, inciso II, do Decreto 201/67, que, após votação, a Câmara de Vereadores com mais de 2/3 de votos de seus membros, recebeu a denúncia e entendeu que a denunciada na condição de Prefeita Municipal (usando do cargo) estaria dificultando a plena apuração dos fatos, quando dolosamente teria tentado comprar votos de Vereadores em seu benefício, atentando contra a lisura de um processo que sequer tinha iniciado causando transtornos e riscos à conveniência da instrução processual.

Por isso, nos termos do art. 203, inciso IV, §2º, da Constituição Estadual c/c art. 81, §3º, da Lei Orgânica do Município de Denise/MT, a afastou liminarmente do cargo de Prefeita Municipal pelo período de 90 (noventa) dias, prazo previsto para o término da instrução, nos moldes do Decreto nº. 01/2017.

Ocorre que, em 14.11.2017 o mérito do processo 02/2017 foi a julgamento pela Casa de Leis Municipal, oportunidade que o Plenário da Câmara julgou parcialmente procedente a denúncia procedendo a CASSAÇÃO DEFINITIVA DA PREFEITA MUNICIPAL ELIANE LINS DA SILVA pelo cometimento de INFRAÇÕES POLÍTICO-ADMINISTRATIVAS capituladas no art. 4º. III, VII, VIII e X, do Decreto Federal 201/67, expedindo-se Decreto Legislativo de Cassação Definitiva nº. 02/2017.

Por fim, votou pelo encaminhamento da matéria versando sobre a tentativa de compra de votos (crime de corrupção ativa) ao Ministério Público Estadual por entender a ocorrência, inclusive, de atos de improbidade administrativa e crime de responsabilidade, em tese, praticados pela prefeita cassada.

Contra esta decisão foi impetrado na seara judicial o Mandado de Segurança nº. 1000044-68.2018.8.11.0008. A liminar foi indeferida.

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Nesta senda, por ocasião do julgamento do mérito da ação mandamental o Poder Judiciário concedeu parcialmente a segurança determinando a nulidade parcial do processo legislativo nos seguintes termos:

“(…) 57. Assim, diante do exposto e tudo mais que consta nos autos, CONCEDO PARCIALMENTE A SEGURANÇA pretendida, com fulcro no art. 487, inc. I do Código de Processo Civil, e o faço para anular o procedimento para apuração de infração político-administrativa instaurado contra a Impetrante Eliane Lins da Silva a partir da 5ª Sessão Extraordinária da Câmara de Vereadores de Denise/MT que decidiu sobre a substituição do membro da Comissão Processante, determinando ainda sua imediata reintegração ao cargo de Prefeita do Município de Denise – MT, nos termos da fundamentação, e, julgo improcedente os demais pedidos formulados na exordial, com fulcro no art. 487, inc. I do Código de Processo Civil.

Atendendo os termos da decisão judicial a Prefeita foi reintegrada ao cargo.

Portanto, no período de 05 de novembro de 2017 até setembro de 2018 a prefeita ficou afastada do cargo, inicialmente por decisão provisória e posteriormente por decisão de cassação definitiva não prestando neste período qualquer modalidade de trabalho público em razão da função.

Lado outro, seu cargo foi preenchido pelo então Vice-Prefeito que percebeu os vencimentos na condição de Prefeito Titular do Município durante todo período de afastamento pela cassação.

Ocorre que, em janeiro de 2019 após sua reintegração ao cargo a Prefeita Municipal de Denise/MT, determinou o pagamento e recebeu a título de vencimentos retroativos a quantia de R$ 98.988,77 (noventa e oito mil e oitenta e oito reais e setenta e sete centavos) sem contraprestação de serviços”, assim relata o presidente da Câmara na sua narrativa.

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Denise: Fogo no ‘lixão’ deixa a cidade ‘sufocada’ na fumaça

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Denise: Fogo no 'lixão' deixa a cidade 'sufocada' na fumaça

Ainda não se sabe se as causas do fogaréu que tomou conta do aterro sanitário de Denise, o popular Lixão.

O que se sabe é que na tarde de ontem (21), uma intensa fumaça cobriu a cidade, deixando a população sufocada e temerosa, haja vista o receio de ser tóxica.

Moradores reclamam que a administração municipal foi acionada de imediato, porém demorou a tomar providência, deixando que o fogo se espalhasse.

Mais tarde, equipamentos  cedidos por empresários e moradores da cidade e um caminhão pipa da prefeitura foram disponibilizados para conter as chamas superficiais.

A noite, principalmente nas ruas próximas ao local, era impossível permanecer ou transitar.

Hoje, quarta-feira (22), a equipe do Corpo de Bombeiros (de Tangará) compondo uma força tarefa com homens e equipamentos cedidos por terceiros e pela prefeitura estão no local e deve eliminar os focos ainda hoje.

Denise: Fogo no >lixão> deixa a cidade >sufocada> na fumaça  Equipes estão no local contendo os focos Denise: Fogo no >lixão> deixa a cidade >sufocada> na fumaça  Equipes estão no local contendo os focos

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