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Mulher

Idosa usa 300 sacolas plásticas de supermercado para costurar casaco e saia

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Aos 75 anos de idade, Rosa Ferrigno decidiu literalmente entrar na moda da reciclagem. A italiana usou 300 sacolas plásticas de supermercado para fazer duas peças de roupa: uma saia e um casaco. O conjunto combinando foi totalmente feito à mão.

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A italiana Rosa Ferrigno, de 75 anos, usou 300 sacolas plásticas de supermercado para costurar um conjunto de roupas
Reprodução/Facebook

A italiana Rosa Ferrigno, de 75 anos, usou 300 sacolas plásticas de supermercado para costurar um conjunto de roupas

Em entrevista ao “Democrat & Chronicle”, a italiana conta que saiu da Sicília, Itália, ainda na adolescência e, desde então, vive nos Estados Unidos. Entretanto, foi em seu país natal que aprendeu a costurar e a gostar disso. No fim das contas, a habilidade acabou sendo muito útil para colocar o projeto com as sacolas plásticas
em prática. 

Segundo as informações do portal, Rosa usou 140 sacolas para a saia e 170 para o casaco combinando. No total, ela utilizou 300 sacos e demorou cerca de quatro meses para finalizar o projeto de reciclagem
  . “Eu fiz isso para me divertir”, disse a idosa.

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A confecção foi trabalhosa, já que a italina cortou as sacolas em tiras, amarrou cada uma para que as tiras ficassem mais longas e costurou tudo junto. Ela conta que mandou fazer agulhas de tricô especiais para conseguir unir as tiras de plástico em uma única peça. 

A filha de Rosa, Fran Bertalli, revela que a ideia surgiu depois que a idosa percebeu o quanto de sacolas eram jogadas no lixo
, mas só quando elas viram pessoas usando bolsas feitas de sacolas durante um piquenique, surgiu a ideia de usar essa matéria prima em roupas.

As duas procuraram tutoriais no YouTube e Rosa começou a costurar
pequenas bolsas até pensar em fazer um conjunto para combinar com o acessório. “Isso é muito o estilo dela. Uma ideia levou para outra”, comenta Fran. “Todos ficaram malucos com o resultado.” 

Vestido de sacolas plásticas já viralizou nas redes sociais 


Amber Scholl fez uma roupa com sacolas plásticas de lixo e o resultado ficou tão impressionante que viralizou nas redes
Reprodução/Youtube

Amber Scholl fez uma roupa com sacolas plásticas de lixo e o resultado ficou tão impressionante que viralizou nas redes


Rosa não foi a primeira a ficar famosa com uma ideia de moda sustentável. Amber Scholl já é conhecida no YouTube por causa de suas dicas de moda e beleza e decidiu investir na criatividade depois que seguidora disse que mesmo se ela usasse um saco de lixo
continuaria deslumbrante. 

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Ela fez um tutorial mostrando como transformou um saco de lixo em um vestido que a deixou impressionada. “Honestamente, acho que esse é o melhor bricolagem que eu já fiz”, afirma.

No vídeo, Amber mostra os materiais que usou além do saco de lixo: cola, fita adesiva e um body preto. Ela também utilizou uma saia antiga de tecido transparente que encontrou perdida em seu armário e os sacos de lixo serviram para se transformar em flores para enfeitar a peça. 

A ideia da influenciadora e de Rosa é mostrar às pessoas que elas não precisam gastar muito para estar bem vestidas — talvez algumas sacolas plásticas
podem te ajudar com isso. 

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Mulher

Deputados de MT apresentam moção de repúdio e protesto contra ‘Lei Neymar da Penha’

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Por encaminhamento da Câmara Setorial Temática de Combate à Violência Contra a Mulher da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, os deputados Janaina Riva (MDB) e Wilson Santos (PSBD) apresentaram moção de repudio e protesto contra o teor do Projeto de Lei 3369/2019, proposto pelo deputado Federal Carlos Jordy (Vice-líder do Governo) batizado de “Lei Neymar da Penha”.

“É importante frisar que essa moção atinge tão somente o teor do projeto, não alcançando suas características constitucionais, uma vez que o deputado federal, que foi legitimamente eleito, possui a prerrogativa de propor ações legislativas, as quais eu a Câmara Temática defendemos. O repúdio se dá na ação midiática que, sem contextualizar e fazer o devido resgate histórico, modifica sem critérios técnicos, um dispositivo criminalizador e, no caso específico, afeta muito o tema”, explica a deputada.

Segundo Janaina, o PL ‘Neymar da Penha’ visa aumentar a penalidade para quem faz falsas acusações de crimes contra a dignidade sexual, porém, vale ressaltar que, em regra, os delitos contra a dignidade sexual e agressões não costumam possuir testemunhas já que geralmente praticados pelo agressor contra a vítima a sós. Para ela o projeto dificulta e desencoraja ainda mais as mulheres vítimas a denunciarem os agressores.

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“A mulher que é vítima de qualquer agressão, seja ela moral, física ou sexual geralmente tem muita dificuldade em denunciar o agressor justamente pelo julgamento e pela dificuldade de provar. E é por isso que palavra da vítima possui grande valor, quando analisada com o conjunto probatório. A mulher vítima de violência percorre um difícil caminho, até chegar à penalização do autor. Algumas acabam sendo revitimizadas, com os julgamentos sociais, com a mídia e, também, com o sistema de justiça. Não é possível permitir a inversão dos papéis, pois a legislação deve ser o principal canal a evidenciar a real vítima e o verdadeiro agressor. A cultura do estupro é percebida sempre na culpabilização e objetificação da vítima e neste sentido esse projeto de lei contraria ao que o país vive na atualidade, no que diz respeito ao enfrentamento e combate à violência contra as mulheres, máxime, a sexual”, afirma.

A deputada lembra ainda que a Lei Maria da Penha é o instrumento mais importante do País no enfrentamento à violência no âmbito doméstico e familiar, merecendo ser reconhecida nacionalmente, como é fora do Brasil. Segundo ela, a moção de repúdio e protesto se dá também ao desrespeito à Maria da Penha, mulher que dá nome à Lei e precisou recorrer às cortes internacionais para que o autor das sucessivas agressões que sofreu fosse punido, justamente por não encontrar amparo da legislação brasileira.

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“É de grande preocupação da Câmara Temática de Combate à Violência Contra a Mulher a forma desrespeitosa com que Maria da Penha Fernandes, que deu nome à Lei Maria da Penha, está sendo tratada no momento, passando, também, pela revitimação. O Brasil recebeu como recomendação internacional que a Lei 11.340\2006 fosse conhecida como Lei Maria da Penha, justamente para homenagear essa mulher vítima de violência doméstica que o País não havia dado o merecido tratamento quando sofreu as agressões. Apelidar o PL 3369\2019, de “Lei Neymar da Penha” é ofender à todas as mulheres brasileiras indistintamente. Esse projeto oferece ameaça às mulheres vítimas de estupro, que por anos a fio sofreram invisibilidade e julgamento com as discriminações e preconceitos vivenciados”, finaliza.

Assessoria de Imprensa

Jornalista Laura Petraglia – Audiovisual Jardel Silva

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Mulher

Convidados querem levar 8 pessoas à casamento e web reage: “Não é um churrasco”

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Imagina só você convidar um casal para seu casamento e depois eles “informarem” que vão levar mais oito pessoas com eles? Esses noivos passaram por isso, e a situação viralizou nas redes sociais.

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casamento
Reprodução/The Sun

Casal convidado para um casamento decide levar mais 8 pessoas com eles e internautas reagem: “Não é um churrasco”


O caso foi compartilhado no Facebook e chamou a atenção dos internautas. “Um casal foi convidado para o casamento
e eles decidiram chamar outras 8 pessoas!”, diz a postagem.

Os noivos
entregaram o convite e pediram para o casal em questão responder “gentilmente até 15 de abril de 2019” quantas pessoas da família iriam à cerimônia, e eles apontaram que “10 pessoas vão comparecer”.

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Na parte em branco, a dupla ainda especifica: “Seis adultos, quatro crianças”. Além disso, eles levantaram a hipótese de uma 11ª pessoa também ir ao evento.

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Na web, a publicação gerou diversos comentários. “É um casamento, não é churrasco”, escreve um internauta. “Eu ligaria para eles e diria ‘não’. Se as outras pessoas fossem convidadas, elas teriam recebido um convite
”, opina outro.

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Uma usuária da rede social compartilhou história semelhante que ela viveu ao ter convidados surpresas na festa de casamento
. “Tiveram a coragem de reclamar do bolo (nós tínhamos feito um muito pequeno, só para nós)”, conta.

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