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Integrantes de associação criminosa são presos com arma e R$ 4 mil em Rondonópolis

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Assessoria | PJC-MT

Duas pessoas acusadas de integrar de uma organização criminosa foram presas em flagrante, na tarde de quarta-feira (13.03), pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis (212 km ao Sul). Além da prisão dos suspeitos, a ação resultou na apreensão de uma arma de fogo e de grande quantidade de dinheiro pertencente ao grupo criminoso.

O casal Elias Barbosa de Arruda, 33, conhecido como “Maxixe”, e Istefania Aparecida Mota, 27, ambos com antecedentes criminais, foram autuados em flagrante pelos crimes de posse ilegal de arma de fogo e munições e associação criminosa. Além da prisão em flagrante, Elias estava com mandado de prisão decretado pela Comarca de Primavera do Leste, o qual foi devidamente cumprido.

O suspeito conhecido como “Maxixe”, era alvo de investigação da Derf, uma vez que era apontado como importante membro de uma facção. Segundo informações, ele era responsável pela contabilidade e recebimento das mensalidades, referentes aos pagamentos realizados por comparsas, e por comércios que pagam o valor para não ter “problemas” com a criminalidade.

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Durante diligências, foi descoberto que o suspeito comercializava “cremosinho” em uma residência no bairro Ana Carla II, como forma de encobrir sua atuação no crime. Após levantamento do endereço do suspeito, os policiais civis foram até a casa onde encontraram Elias e sua companheira Istefania.

No local, foi apreendido mais de R$ 4 mil em dinheiro, cadernetas e agenda com anotações, uma arma de fogo, além de duas motocicletas (Titan de cor vermelha e Honda Biz de cor preta) e um veículo Ford Fiesta.

Em checagem via sistema, foi constatado que Elias Barbosa possuía passagens por tráfico de drogas, bem como é réu em um processo da Comarca de Primavera do Leste com pedido de prisão preventiva em aberto, por envolvimento com organização criminosa. A companheira identificada como Istefania também tem passagens pela polícia por tráfico de drogas

Diante dos fatos, os dois foram conduzidos à Derf de Rondonópolis, interrogados e autuados em flagrante pelos crimes posse ilegal de arma de fogo e associação criminosa.

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Fonte: PJC MT
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Polícia Civil prende sete de associação criminosa envolvida no latrocínio de investigadora de Ribeirão Cascalheira

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Assessoria | PJC-MT

Sete integrantes de uma organização criminosa, entre eles dois menores de idade, foram autuados em flagrante, neste domingo (24), nas investigações do latrocínio da investigadora Márcia Régia de Matos, 59 anos. A policial civil foi morta com disparos na cabeça, após ter a chácara invadira por dois criminosos armados, no começo da noite de sexta-feira (22).

Os criminosos foram autuados por quadrilha armada, roubo seguido de morte (latrocínio), furto qualificado, roubo majorado, associação criminosa armada, e posse ilegal de arma de fogo de uso permitido.

As prisões ocorreram na força-tarefa que mobilizou policiais civis de todas as delegacias da Regional  de Água Boa, Regional de Barra dos Garças, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), e uma equipe da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) de Cuiabá. Os trabalhos contaram com total apoio da Secretaria de Estado de Segurança Pública e da Diretoria Geral da Polícia Judiciária Civil, assim como o Sindicato dos Investigadores (Sinpol).

O suspeito Diego Correa de Araujo, 21 anos, morador da cidade de Barra do Bugres, é o executor do latrocínio junto com o adolescente S.F.N, 17 anos. Ele e o menor infrator foram localizados na cidade de Querência (945 km a Nordeste), no sábado (23), com o com mais cinco pessoas que integram uma organização criminosa que praticou vários roubos e furtos na região, terminando com roubo seguido de morte (latrocínio) da investigadora da Polícia Civil, que era lotada na Delegacia de Ribeirão Cascalheira Cascalheira (900 km a Leste).

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Os demais envolvidos na associação criminosa são: Bruno da Silva Ribeiro, 18, Leonardo Souza Nascimento, 22, Ana Paula Pereira Carvalho, 20, Débora Crizostomo de Souza, e  J.M.Q, 17 anos. Todos eles, assim como o menor S.F.N. são moradores de Querência e formam o grupo criminoso que deu suporte logístico ao suspeito Diego Correa de Araújo, que chegou no começo da semana na cidade para praticar crimes.

Os criminosos de Querência colocaram à disposição dele (Diego) duas armas de fogo e duas motocicletas, com as quais roubaram, sequestraram e executaram friamente a investigadora de polícia.

O delegado Raphael Diniz informou que essa associação criminosa praticou diversos crimes na cidade, entre eles roubo de um veículo Pálio, uma Hilux, um Gol e a Fiat Strada da policial, furtos de defensivos agrícolas,  joias  e outros objetos,  fora muitas tentativas que nem chegou ao conhecimento da polícia.  “Temos mais pessoas envolvidas nessa facção criminosa e já identificamos quem são. As investigações continuam”, disse.

Os  veículos roubados foram recuperados e restituídos às vítimas ou seus familiares. As investigações continuam para recuperar as armas roubadas da policial civil.

Também foram apreendidas duas armas de fogo, de uso dos criminosos.

O latrocínio

A  policial estava em sua casa, que fica em uma chácara, às margens da BR 158, a 50 km da cidade de Ribeirão Cascalheira, quando foi surpreendida por dois criminosos armados, que roubaram um veículo Fiat Strada, de cor preta, de sua propriedade, duas armas pessoais (1 revólver 38 e um rifle 22) e pistola 940, acautelada da Polícia Civil.

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O corpo da investigadora foi localizado na madrugada deste sábado (23), por volta das 2 horas, em uma estrada vicinal, às margens da BR 158 (60 km de onde foi levada), com um tiro na cabeça. Os criminosos abandonaram, próximo ao mesmo local, o veículo dela e seguiram em uma motocicleta.

A Polícia Civil apurou que antes de invadir a propriedade da policial, os criminosos assaltaram uma residência que fica anexa a uma borracharia na região no Distrito de Serra Dourada, de onde levaram da casa joias, cheque e um carro (Gol). A vítima desse crime, também uma mulher, foi levada, mas liberada pelos criminosos, que seguiram no veículo, porém, perderam o controle do carro que caiu numa ribanceira, que fica perto da residência da casa da investigadora Márcia Régia.

A investigadora Márcia Régia de Matos completaria neste ano 29 anos de Polícia Civil. Ela é da turma de outubro de 1990, que ingressou Polícia Civil de Mato Grosso. A polícia era natural de Araguarça (GO).

O corpo da investigadora foi sepultado em Barra do Garças.

 

Fonte: PJC MT
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Delegado Rogério Gualda se aposenta com a sensação de dever cumprido

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Fabiane Rewel Assessoria | PJC-MT

“Sou um entusiasta. Sempre trabalhei como policial porque gosto da profissão”. É com essa frase que o delegado de polícia, Miguel Rogério Gualda Sanches, encerra suas atividades como policial civil, ao assinar sua aposentadoria no dia 20 de março.

Rogério Gualda começou a carreira policial como investigador no Estado de São Paulo, onde atuou por nove anos e após passar no concurso para delegado de polícia, no ano de 1999, se mudou para Mato Grosso.

De lá pra cá se passaram vinte anos. Quando chegou em Mato Grosso,  sua primeira lotação foi a Delegacia de Paranaíta, local em que trabalhou por um ano e meio, tendo atuado em sete delegacias da regional de Alta Floresta.

Após trabalhar no interior do Estado, o delegado veio para a Capital e sua primeira lotação foi na Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF), tendo passado em todas as delegacias da Diretoria Metropolitana, inclusive na Gerência Estadual de Polinter.

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Foi delegado Regional de Várzea Grande durante três anos e Diretor Metropolitano por dois anos, no biênio 2015/2016. Nos últimos dois anos de sua carreira policial, Rogério trabalhou na Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa, respondendo também pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas, que funciona dentro da DHPP.

Para Rogério trabalhar na polícia foi uma grande honra. Na instituição se realizou como profissional participando de grandes operações policiais, o que foi muito bom para sua carreira. “Deixo a instituição com a sensação de dever cumprido, procurei sempre fazer meu trabalho da melhor forma possível”.   

O delegado aposentado deseja aos futuros policiais, que vierem a ingressar na Polícia Civil, que possam se dedicar à instituição. “Ser policial é uma profissão muito nobre”, ressaltou Gualda.

Dessa forma, Rogério encerra seus 29 anos como policial civil, tendo trabalhado um ano na iniciativa privada, completando trinta anos de contribuição. Rogério Gualda disse que agora, aposentado, pretende empreender e recomeçar na área empresarial.

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Fonte: PJC MT
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