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Agronegócio

LEITE/CEPEA: Com oferta limitada, preços sobem

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Cepea, 30/01/2019 – As cotações do leite ao produtor terminaram o ano de 2018 em queda, mas já em janeiro de 2019 observa-se um cenário de inversão de tendência. Segundo pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, a “Média Brasil” líquida de janeiro (referente à captação de dezembro) foi de R$ 1,2836/litro, aproximadamente 4% (ou 5 centavos) acima do valor registrado no mês anterior. A alta foi mais intensa nos estados do Sul do Brasil, mas, por outro lado, no Sudeste, os preços se mantiveram praticamente estáveis. A valorização do leite no campo esteve atrelada à oferta limitada e ao aumento da competição entre empresas para assegurar matéria-prima.

 

Apesar de, no geral, 2018 ter sido um ano de elevação dos preços ao produtor, os custos de produção subiram justamente no último trimestre daquele ano, período em que a receita do pecuarista recuou – o que freou novos investimentos. Além disso, no final de 2018, as assimetrias de informações e ações especulativas diminuíram a confiança de produtores em seguir aumentando a produção, limitando a oferta já em janeiro. Além disso, há que se considerar que o excesso de chuvas no Sul e a escassez no Centro-Oeste também impactaram a atividade.

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A expectativa para fevereiro é de que os preços aumentem ainda mais, uma vez que, durante janeiro, as empresas acirraram a disputa por fornecedores e elevaram os patamares de negociação. Além disso, os mercados do leite spot (negociação entre indústrias) e do leite UHT (longa-vida), importantes direcionadores do preço no campo, também reagiram. No primeiro mês de 2019, a maior demanda das indústrias pelo leite spot impulsionou sua valorização em 37,6% na média de Minas Gerais. No caso do UHT, o preço médio recebido pelas indústrias no estado de São Paulo registrou alta acumulada de 6,5% de 2 a 29 de janeiro.

 

MUDANÇA DA METODOLOGIA – A partir de janeiro de 2019, os preços médios do leite ao produtor passaram a ser calculados pelo Cepea com base em uma nova metodologia. As principais mudanças são: coleta de dados desagregada por produtor; nova nomenclatura para preços mínimos e máximos, que passam a ser “preço médio do menor estrato de produção (maior que 200 litros de leite por dia) ” e “preço médio do maior estrato de produção (maior que 2.000 litros de leite por dia) ”; novo cálculo das médias estaduais e da “Média Brasil”, que passam a ser ponderadas pelo volume da amostra. Clique aqui e veja mais detalhes sobre essa mudança metodológica.

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ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado lácteo aqui e por meio da Comunicação do Cepea, com a pesquisadora Natália Grigol e Prof. Dr. Sergio De Zen: (19) 3429 8836 / 8837 e cepea@usp.br.

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Agronegócio

Demanda de frete rodoviário no Agronegócio tem incremento de mais de 10% no acumulado do ano, revela Repom

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Percentual supera o registrado pela Indústria e Varejo, que fechou o mesmo período com 6,8% de crescimento

Portal do Agronegócio 

Demanda de frete rodoviário no Agronegócio tem incremento de mais de 10% no acumulado do ano, revela Repom

Segundo o Índice de Fretes e Pedágios Repom (IFPR), a demanda por frete rodoviário no Agronegócio teve incremento de mais de 10% ao considerar o acumulado do ano – de janeiro a agosto de 2020. A Repom, marca líder em soluções de gestão e pagamento de despesas para frota própria e terceirizada da Edenred Brasil, traz mensalmente os dados e as análises do período e, ao analisar o mês de agosto com o mesmo período em 2019, é possível notar um aumento de 6,7% no volume de fretes rodoviários.

Já a Indústria e o Varejo, tiveram um incremento de 6,8% nas demandas por frete considerando os oito primeiros meses do ano, reforçando a retomada das atividades econômicas. Ao considerar somente agosto, o crescimento no volume de frete foi de 6,3% frente ao mesmo mês do ano passado, mantendo o ritmo positivo observado desde junho. Porém, é possível notar uma desaceleração de acordo com os números observados nos últimos dois meses – 50% menor frente a junho e 20% menor se comparado com julho.

“Diferentemente da Indústria e do Varejo, no Agronegócio não se observou a depressão da pandemia entre abril e maio, mas sim um pico de movimento, que está sendo compensado nos últimos dois meses, mais moderados, mas ainda positivos na visão acumulada. Este comportamento mais equilibrado também se deve ao término das safras no País”, pontua Thomas Gautier, Head de Mercado Rodoviário da Edenred Brasil.

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Com relação ao número total de viagens emitidas de janeiro a agosto, o ano de 2018 figurou com 2,14 milhões de viagens, 2019 com 2,39 milhões – um incremento de 11,7% com relação ao ano anterior – e 2020 ficou com 2,57 milhões de viagens emitidas, representando um aumento de 7,5% frente a 2019.

O IFPR também apresenta o comportamento nas passagens das praças de pedágio em todo o País. O universo analisado no levantamento contabilizou 27 milhões de passagens no período de janeiro a agosto de 2020. O ritmo mensal apresentou queda de 4,2% nos últimos dois meses – julho e agosto – frente aos dois primeiros meses do ano, período pré pandemia.

Porém, é possível notar uma melhora se comparado ao período de junho e julho em que a queda registrada foi de 12,1%. “A recuperação acumulada nos últimos três meses já passa de 19 pontos percentuais, o que demonstra claramente a retomada das atividades e maior circulação de veículos nas rodovias brasileiras”, conclui Gautier.

Ao analisar o fluxo de passagens nas principais rodovias do Brasil, nota-se uma grande recuperação ao comparar agosto com o mês de maio, por exemplo – pico da pandemia do coronavírus no País. A rodovia SP – 330 registrou queda de 23% no número de passagens em maio e, agosto, apresentou apenas 5,2% de queda – frente aos mesmos meses em 2019. A melhora representa quase 18 pontos percentuais em um cenário de recuperação.

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Já a BR – 116 contou com incremento de mais de 30 pontos percentuais na comparação do mesmo período. Maio teve queda de 40,9% no número de passagens, enquanto o mês de agosto apresentou queda de apenas 10,3% no comparativo com 2019.

Os veículos pesados registraram uma dinâmica de crescimento de 5,1% no fluxo de passagens em agosto, revertendo um cenário de queda vertiginosa registrado em maio, período que apresentou queda de 16,1%.

Com relação aos veículos leves e médios ainda é possível notar um cenário de recuo frente ao período pré pandemia – 16,2% menor em movimentações em agosto. Porém, com recuperação de 21 pontos percentuais frente ao mês de maio.

O IFPR é um estudo mensal que atualiza o cenário do frete rodoviário e também das passagens nas praças de pedágios das principais rodovias brasileiras, levantado pela Repom, que intermedia mais de 25 milhões de transações por anos, com mais de 1 milhão de caminhoneiros em sua base.

Com uma expertise de mais de 25 anos, a Repom conta com um forte DNA financeiro e de inovação por meio de suas plataformas e soluções, usando metodologia ágil, para que seus públicos atinjam altos níveis de eficiência nas operações.

Fonte: RPMA Comunicação

 

 

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Agronegócio

Saldo comecial do Agro é recorde em 2020

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Segundo a CNA, superávit de janeiro a agosto foi de US$ 61,5 bilhões. Exportações somaram US$ 69,6 bilhões no acumulado, alta de 8,3% em relação ao mesmo período de 2019

Portal do Agronegócio

A balança comercial brasileira do agro registrou superávit recorde de US$ 61,5 bilhões de janeiro a agosto de 2020. As exportações somaram, em receita, US$ US$ 69,6 bilhões no acumulado dos oito primeiros meses deste ano, alta de 8,3% em relação ao mesmo período de 2019, e 152,4 milhões de toneladas em volume (aumento de 15,8%).

Os dados foram divulgados pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), com base nas informações do Ministério da Economia. Os produtos mais exportados foram: soja em grãos (US$ 25,7 bilhões); carne bovina in natura (US$ 4,8 bilhões); o açúcar de cana em bruto (US$ 4,2 bilhões); a celulose (US$ 4 bilhões) e farelo de soja (US$ 3,9 bilhões). Esses cinco produtos representaram 61,3% dos embarques totais no período.

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A China foi o principal destino dos produtos brasileiros de janeiro a agosto, com receita de US$ 26,4 bilhões e uma parcela de 38% das exportações. O segundo mercado foi a União Europeia, que respondeu por 16% dos embarques do agro, que somaram US$ 11,3 bilhões.  As vendas para os Estados Unidos foram de US$ 4,2 bilhões, fatia de 6,1% do total. Japão e Hong Kong completam a lista dos principais consumidores no acumulado de 2020.

No desempenho mensal, as exportações em agosto totalizaram US$ 8,9 bilhões, fechando o mês com saldo positivo de US$ 8 bilhões, aumento de 7,8% em relação a agosto de 2019. Em volume, o total embarcado foi de 22,2 milhões de toneladas, variação de 15,4% na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Os principais produtos exportados no mês foram a soja em grãos (US$ 2,2 bilhões), o milho (US$ 1 bilhão) o açúcar de cana em bruto (US$ 824,3 milhões), a carne bovina in natura (US$ 654,2 milhões) e o farelo de soja (US$ 497 milhões), que tiveram participação de 58,7% do total das vendas externas no mês. China, União Europeia, Estados Unidos, Coreia do Sul e Tailândia foram os principais destinos dos produtos do agro brasileiro.

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A CNA também analisou o comércio de alguns produtos que fazem parte do escopo do projeto Agro.BR, desenvolvido em parceria com a Apex Brasil para estimular a inserção de pequenos e médios produtores rurais no mercado internacional. Destaque para chá, mate e especiarias, frutas, lácteos, pescados e produtos apícolas. Mais informações no site.

Fonte: Assessoria de Comunicação CNA

 

 

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