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Mulher

Mãe transmite parto natural e na água ao vivo no YouTube

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No sábado (23), Kara Baker, de 28 anos, transmitiu ao vivo no YouTube o seu parto natural
que aconteceu em casa, sem assistência médica e em uma banheira. A norte-americana decidiu compartilhar esse momento na internet como forma de incentivar outras mulheres a terem um parto como o dela.


Kara Baker escolheu ter um parto natural, em casa e na água após o nascimento do seu primeiro filho ser traumatizante
Reprodução/Youtube

Kara Baker escolheu ter um parto natural, em casa e na água após o nascimento do seu primeiro filho ser traumatizante

Ao site “The Sun”
, Kara conta que optou por ter o total controle de tudo o que aconteceria no seu parto natural
, já que a o nascimento do seu primeiro filho foi traumático. Como seria a sua quarta vez dando à luz, ela queria que tudo saísse do seu jeito.

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Transmissão ao vivo do parto natural


A mãe assistiu uma série de vídeos de parto natural disponíveis no YouTube para pegar dicas e perder o medo
Reprodução/Youtube

A mãe assistiu uma série de vídeos de parto natural disponíveis no YouTube para pegar dicas e perder o medo

A mãe conta que se preparou para dar à luz sozinha assistindo a vídeos no YouTube de outras mulheres. Para ela, essa foi uma forma de amenizar seus medos e pegar dicas para a hora do nascimento.

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“Eu fiquei obcecada em assistir a vídeos de mulheres dando à luz. Eu assistia diariamente e comecei a observar padrões nos movimentos no momento de tirar o filho”, fala.

Quando foi a sua vez, Kara afirma que já se sentia pronta para encarar esse momento no conforto de sua casa. Para se preparar para o parto na água
, ela adotou uma dieta baseada apenas em alimentos orgânicos na tentativa de ficar longe de qualquer toxina.

Além disso, ela tentou ficar o mais tranquila possível, se distanciando de todo tipo de estresse.

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Para Kara, transmitir o seu parto natural e em casa é uma forma de inspirar outras mulheres a passar pelo mesmo
Reprodução/Youtube

Para Kara, transmitir o seu parto natural e em casa é uma forma de inspirar outras mulheres a passar pelo mesmo

Quando entrou em trabalho de parto, Kara posicionou os equipamentos e começou a transmissão do parto no YouTube
. No vídeo, é possível ver todo o processo de nascimento. Desde as primeiras contrações da mãe até ela com o filho em seu colo. A transmissão teve duração de 48 minutos. Confira a íntegra abaixo: 

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Kara ainda comenta que ter o parto em casa deu a ela a autonomia de decidir quanto tempo deixar o bebê com o cordão umbilical, além de ainda deixá-lo em contato com a placenta. Segundo ela, isso fortalece o sistema imunológico da criança.

“Eu quero mudar a percepção das pessoas sobre o nascimento. Não é um evento médico, não deve ser temido e não precisa ser doloso. Nós somos projetadas para dar à luz”, finaliza Kara, que quer inspirar outras mulheres a passar pelo parto natural

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Mulher

Deputados de MT apresentam moção de repúdio e protesto contra ‘Lei Neymar da Penha’

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Por encaminhamento da Câmara Setorial Temática de Combate à Violência Contra a Mulher da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, os deputados Janaina Riva (MDB) e Wilson Santos (PSBD) apresentaram moção de repudio e protesto contra o teor do Projeto de Lei 3369/2019, proposto pelo deputado Federal Carlos Jordy (Vice-líder do Governo) batizado de “Lei Neymar da Penha”.

“É importante frisar que essa moção atinge tão somente o teor do projeto, não alcançando suas características constitucionais, uma vez que o deputado federal, que foi legitimamente eleito, possui a prerrogativa de propor ações legislativas, as quais eu a Câmara Temática defendemos. O repúdio se dá na ação midiática que, sem contextualizar e fazer o devido resgate histórico, modifica sem critérios técnicos, um dispositivo criminalizador e, no caso específico, afeta muito o tema”, explica a deputada.

Segundo Janaina, o PL ‘Neymar da Penha’ visa aumentar a penalidade para quem faz falsas acusações de crimes contra a dignidade sexual, porém, vale ressaltar que, em regra, os delitos contra a dignidade sexual e agressões não costumam possuir testemunhas já que geralmente praticados pelo agressor contra a vítima a sós. Para ela o projeto dificulta e desencoraja ainda mais as mulheres vítimas a denunciarem os agressores.

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“A mulher que é vítima de qualquer agressão, seja ela moral, física ou sexual geralmente tem muita dificuldade em denunciar o agressor justamente pelo julgamento e pela dificuldade de provar. E é por isso que palavra da vítima possui grande valor, quando analisada com o conjunto probatório. A mulher vítima de violência percorre um difícil caminho, até chegar à penalização do autor. Algumas acabam sendo revitimizadas, com os julgamentos sociais, com a mídia e, também, com o sistema de justiça. Não é possível permitir a inversão dos papéis, pois a legislação deve ser o principal canal a evidenciar a real vítima e o verdadeiro agressor. A cultura do estupro é percebida sempre na culpabilização e objetificação da vítima e neste sentido esse projeto de lei contraria ao que o país vive na atualidade, no que diz respeito ao enfrentamento e combate à violência contra as mulheres, máxime, a sexual”, afirma.

A deputada lembra ainda que a Lei Maria da Penha é o instrumento mais importante do País no enfrentamento à violência no âmbito doméstico e familiar, merecendo ser reconhecida nacionalmente, como é fora do Brasil. Segundo ela, a moção de repúdio e protesto se dá também ao desrespeito à Maria da Penha, mulher que dá nome à Lei e precisou recorrer às cortes internacionais para que o autor das sucessivas agressões que sofreu fosse punido, justamente por não encontrar amparo da legislação brasileira.

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“É de grande preocupação da Câmara Temática de Combate à Violência Contra a Mulher a forma desrespeitosa com que Maria da Penha Fernandes, que deu nome à Lei Maria da Penha, está sendo tratada no momento, passando, também, pela revitimação. O Brasil recebeu como recomendação internacional que a Lei 11.340\2006 fosse conhecida como Lei Maria da Penha, justamente para homenagear essa mulher vítima de violência doméstica que o País não havia dado o merecido tratamento quando sofreu as agressões. Apelidar o PL 3369\2019, de “Lei Neymar da Penha” é ofender à todas as mulheres brasileiras indistintamente. Esse projeto oferece ameaça às mulheres vítimas de estupro, que por anos a fio sofreram invisibilidade e julgamento com as discriminações e preconceitos vivenciados”, finaliza.

Assessoria de Imprensa

Jornalista Laura Petraglia – Audiovisual Jardel Silva

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Mulher

Convidados querem levar 8 pessoas à casamento e web reage: “Não é um churrasco”

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Imagina só você convidar um casal para seu casamento e depois eles “informarem” que vão levar mais oito pessoas com eles? Esses noivos passaram por isso, e a situação viralizou nas redes sociais.

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casamento
Reprodução/The Sun

Casal convidado para um casamento decide levar mais 8 pessoas com eles e internautas reagem: “Não é um churrasco”


O caso foi compartilhado no Facebook e chamou a atenção dos internautas. “Um casal foi convidado para o casamento
e eles decidiram chamar outras 8 pessoas!”, diz a postagem.

Os noivos
entregaram o convite e pediram para o casal em questão responder “gentilmente até 15 de abril de 2019” quantas pessoas da família iriam à cerimônia, e eles apontaram que “10 pessoas vão comparecer”.

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Na parte em branco, a dupla ainda especifica: “Seis adultos, quatro crianças”. Além disso, eles levantaram a hipótese de uma 11ª pessoa também ir ao evento.

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Na web, a publicação gerou diversos comentários. “É um casamento, não é churrasco”, escreve um internauta. “Eu ligaria para eles e diria ‘não’. Se as outras pessoas fossem convidadas, elas teriam recebido um convite
”, opina outro.

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Uma usuária da rede social compartilhou história semelhante que ela viveu ao ter convidados surpresas na festa de casamento
. “Tiveram a coragem de reclamar do bolo (nós tínhamos feito um muito pequeno, só para nós)”, conta.

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