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Mais precisos, pulverizadores reduzem uso de agrotóxicos no campo e gastos do produtor rural

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Mais precisos, pulverizadores reduzem uso de agrotóxicos no campo e gastos do produtor ruralPortal do Agronegócio
O pulverizador Uniport 3030 Eletrovortex

No campo, precisão e produtividade são os pontos principais para o produtor rural ter um bom desempenho em suas plantações e também durante a colheita. Para isso, ele precisa ficar atento ao controle de combate às pragas e doenças que atacam, frequentemente, as lavouras e que podem colocar a plantação em risco.

Nesse contexto, entra em cena o uso de agrotóxicos. Feito de maneira imprudente, pode causar prejuízos à saúde humana e ao meio ambiente. A introdução de maquinário adequado que controla as quantidades aplicadas, de forma que o alvo seja exclusivamente a praga, surge como uma das soluções para evitar sobras que venham a causar problemas à natureza.

Os pulverizadores atuam desde o pré-plantio até o estágio de enchimentos dos grãos. Ou seja, são consideradas as máquinas mais utilizadas no processo produtivo de uma lavoura. Há ofertas no mercado que atendem do pequeno ao grande produtor. A combinação tecnologia-uso racional proporciona resultados mais seguros, explicam os fabricantes.

Com maior rendimento operacional, possibilitando que as gotas de pulverização atinjam o alvo com mais eficiência, o Uniport 3030 EletroVortex, une produtividade, tecnologia de aplicação e controle ambiental. Lançada na feira, pela Jacto, a máquina é composta pelo carregamento eletrostático com a assistência de ar. Isso permite que ela fique menos suscetível a paradas devido variações climáticas.

Sendo assim, menos paradas para abastecimento significam maior rendimento operacional, que representam um ganho de até 35% para o produtor rural.

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O equipamento possui reservatório de 3 mil litros para armazenamento da água para a mistura da calda de defensivos. As barras de 32 metros oferecem dois ventiladores com velocidades de ar que podem chegar a 110 km/h, fornecendo para as barras todo o ar necessário para transportar as gotas, até o último bico de pulverização.

Embora gigantes, as barras apresentam boa estabilidade, que permite melhor distribuição e deposição gota a gota nas plantas.

O gerente de negócio de pulverizadores automotrizes da empresa, Rodrigo Madeira, explica que a qualidade das pulverizações com a tecnologia tem potencial para diminuir a quantidade de aplicações de inseticida e fungicida durante o ciclo da cultura.

“Ao todo, conseguimos diminuir 10% da aplicação de agrotóxicos, contribuindo com a sustentabilidade”, diz.

Importante destacar que o trabalhador do campo precisa estar atento ao uso de equipamentos de proteção individual (EPIs).

Versatilidade

Lançados pela Valtra, na Agrishow 2019, os pulverizadores automotrizes BS3330H e o BS3335H também oferecem aos agricultores mais produtividade, economia e versatilidade para diferentes condições de solo. Aliás, o manejo da terra é imprescindível para evitar que os produtos cheguem aos rios.

Com um dos maiores tanques do mercado agro, o BS3335H tem capacidade para 3,5 mil litros de defensivos, e a barra de pulverização é de 32 metros. Já o BS3330H tem versões com barras de pulverização de 24 e 30 metros – a barra com 24 metros é homologada de fábrica para funcionar com a metade do comprimento, função ideal para as lavouras de cana-de-açúcar.

Segundo o coordenador de marketing de produtos pulverizadores da Valtra, Ronaldo Botelho Machado, com este novo conceito de barra de pulverização a durabilidade do equipamento é maior.

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“A suspensão horizontal transfere a carga entre as barras e melhora a estabilidade da máquina e o desarme multidirecional de três metros impede que possíveis impactos durante os trabalhos danifiquem a barra”.

O coordenador da empresa de máquinas agrícolas ainda destaca que, para evitar desperdícios, os equipamentos dispõem de válvulas eletropneumáticas ProStop, de ativação instantânea, com tempo de resposta de 0,8 segundos, para o produtor.

“Com a tecnologia que temos hoje, também nos permite, com qualidade, a retenção de defensivos agrícolas no alvo”, diz Machado.

A economia não fica restrita ao gasto com defensivos. Nestes equipamentos de pulverização, o motor eletrônico AGCO Power de 200 cv, proporciona uma economia de 50% no consumo de combustível.

Equipamentos movidos a bateria

Além dos pulverizadores automotrizes, a Jacto oferece aos produtores de pequeno e médio porte diversos modelos na área de pulverização. Os lançamentos PJA18 e DJB20S, movidos a bateria, duram uma jornada diária de trabalho, ou seja, oito horas, e são recarregados na energia elétrica.

O gerente de produtos da divisão de portáteis da Jacto, Paulo César Curt, comenta que os equipamentos podem chegar até 80% de eficiência nas plantações. “A aplicação contra a praga atinge diretamente o foco e não é eliminado ou desperdiçado, caindo sobre o solo”.

Outra novidade é que o PJA18 é o primeiro equipamento do mundo a fazer uma distribuição de defensivos com uma assistência de ar. O sistema faz a aplicação de forma independente na plantação.

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Bolsa de Chicago atinge valores mais altos dos últimos meses para o milho nessa segunda-feira

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As principais cotações registravam valorizações entre 5,25 e 6,75 pontos por volta das 09h40 (horário de Brasília)

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Semana começa com preços internacionais do milho futuro em alta na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam valorizações entre 5,25 e 6,75 pontos por volta das 09h40 (horário de Brasília). O vencimento julho/19 valia US$ 3,90, o setembro/19 valeu US$ 3,96 e o dezembro/19 foi negociado por US$ 4,03 nessa segunda-feira (20).

Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os futuros de milho miraram as altas de dois meses durante a noite. Dezembro ficou acima de US $ 4, enquanto julho atravessou a média móvel de 200 dias.

O mercado segue apreensivo quanto ao plantio do milho americano, “o relatório do Progresso das Colheitas desta tarde será acompanhado de perto pelos comerciantes. O lento progresso do plantio poderia estar tirando mais de um bilhão de bushels do potencial de rendimento devido a menores rendimentos e área plantada e maior abandono”, diz Knorr.

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Milho: Em Chicago, mercado encerra sessão desta 6ª com valorizações

A sessão desta sexta-feira (17) foi marcada por ganhos nos preços do milho praticados na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais posições da commodity enceraram o dia do lado positivo da tabela com valorizações entre 4,25 a 3,50 pontos. O vencimento julho/19 era cotado a US$ 3,83 por bushel, enquanto o setembro/19 operava a US$ 3,90 por bushel.

Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, com uma safra de milho nos Estados Unidos plantada tardiamente e um clima mais úmido. O cereal encontrou base para subir mais 1% nesta na sexta-feira, atingindo os níveis mais altos desde janeiro.

“Está prevista para a região central dos EUA mais precipitações pela frente, na qual os os maiores volumes de chuvas vão ser nas grandes áreas do Kansas, Missouri, Dakota do Sul, Iowa, Minnesota e Wisconsin”, disse Knorr.

Mercado Interno

No mercado doméstico, a sexta-feira também foi de valorizações pontuais movimentações nos preços do cereal. Conforme levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, em Porto Paranaguá (PR), a saca futura do milho subiu 6,45% e fechou o dia a R$ 33,00.

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Em Ubiratã (PR), a valorização foi de 4,08%, com a saca de milho a R$ 25,50. Na região de Londrina (PR), o ganho foi de 2,00%, com a saca a R$ 25,50. Em Castro (PR), a alta foi de 3,13% com a saca a R$ 33,00.

Já na região de São Gabriel do Oeste (MS), a saca terminou o dia cotada a R$ 22,00 com uma alta de 2,33%. Na região de Palma Sola (PR), o ganho foi de 1,75% e a saca está ao redor de R$ 29,00. Em Assis (SP), a saca fechou o dia ao redor de R$ 28,50 com uma valorização de 1,79%.

De acordo com a Agrifatto Consultoria, o clima também preocupa por aqui, com um outono mais úmido do que a média dos últimos anos, a ocorrência de chuvas neste momento pode diminuir a qualidade do cereal, além de interferir nas operações de colheita.

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Etanol: hidratado valoriza 4,41% e anidro sobe 0,23% na semana

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No período de 13 a 17 de maio, o etanol hidratado se valorizou, pelos índices do Cepea/Esalq, da USP, em São Paulo

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Na última semana, o litro do biocombustível foi cotado em R$ 1,6820, valorização de 4,41% quando comparado aos preços praticados na semana anterior (6 a 10 de maio), quando foi cotado a R$ 1,6109/litro.

O anidro, usado na mistura com a gasolina, também fechou em alta no mesmo período. O litro foi comercializado a R$ 1,9460, alta de 0,23% em relação à semana anterior, quando o mesmo litro foi vendido a R$ 1,9416, também pelo índice Cepea/Esalq, da USP, em São Paulo.

Etanol diário

Pelo índice Esalq/BM&F o etanol hidratado fechou em queda na sexta-feira (17), interrompendo uma série de cinco dias de valorização. O metro cúbico do biocombustível foi vendido a R$ 1.778,50, queda de 0,36% no comparativo com o dia anterior.

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