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Agronegócio

Mato Grosso tem 2ª maior produtividade de milho da história

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Segundo a Conab, “em diversos municípios, o resultado obtido supera as expectativas iniciais, impulsionado pelos investimentos do produtor em sementes de alta qualidade, melhores pacotes tecnológicos e da maior aplicação de produtos fitossanitários e fertilizantes”. A companhia explica, no entanto, que os índices só não foram melhores porque alguns produtores arriscaram o plantio “fora da janela devido aos preços atrativos, bem como ao fato de haver ocorrido insuficiência de chuvas em determinados municípios”.

Na atual safra, Mato Grosso liderou novamente a produção de milho segunda safra no Brasil. No total, foram colhidas 34 milhões de toneladas do cereal, 9,7% a mais que na temporada anterior. O Estado também destinou uma área de 5,4 milhões para a cultura, o que representa um acréscimo de 11,2% em relação 2018/2019.

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Mato Grosso ainda teve um crescimento no plantio do milho primeira safra, segundo a Conab. O Estado destinou uma área de 41 mil hectares (+10,5% a mais que no ano anterior), alcançou uma produtividade de 8.399 quilos por hectare (crescimento de 19%) e produziu 345 mil toneladas do cereal (32% a mais).

Semana passada, em Mato Grosso, o preço do milho disponível atingiu preço histórico de R$ 41,51, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agripecuária (IMEA).

Só Notícias/Herbert de Souza (foto: Só Notícias/Lucas Torres/arquivo)

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Agronegócio

Exportações de milho do Mato Grosso caem 11%; Irã, Egito e Espanha são principais clientes

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As exportações de milho no Brasil atingiram 13,76 milhões de toneladas no acumulado de janeiro a agosto. Cerca de 63,19% desta quantidade foram embarcadas para o exterior por indústrias de Mato Grosso, que alcançou um total de 8,69 milhões de toneladas

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Exportações de milho do Mato Grosso caem 11%; Irã, Egito e Espanha são principais clientes

“Observando os números do Estado, houve uma elevação de 418 mil toneladas em relação ao volume exportado no mês passado, porém, ficando 11,41% menor que a quantidade registrada pela safra passada para o mesmo período. No que se refere aos principais destinos, o Irã, Egito e Espanha foram os maiores importadores, que juntos somaram 2,69 milhões de toneladas, valor que representou 30,94% do volume exportado por Mato Grosso”, informa o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA).

“Para o próximo mês, as expectativas são positivas, uma vez que só para os quatro primeiros dias úteis de setembro foi apontado o embarque de 2,81 milhões de toneladas pelos portos”, acrescenta o instituto.

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Agronegócio

Usineiros esperam que cota de etanol abra mais espaço para o açúcar nos EUA

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Os produtores de etanol do Brasil afirmaram que esperam que o chanceler Ernesto Araújo consiga obter dos Estados Unidos as contrapartidas esperadas com a confirmação da abertura da nova cota temporária de importação de etanol, válida pelos próximos 90 dias

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Usineiros esperam que cota de etanol abra mais espaço para o açúcar nos EUA

Ao Valor, o presidente da União das Indústrias de Cana-de-Açúcar (Unica), afirmou que espera que o ministro “alcance o que ele está se propondo a fazer, que é encontrar um bom acordo entre o brasil e os Estados Unidos e que envolva especialmente o comércio de açúcar”.

“Confiamos que existirão outras medidas de contrapartida externas por parte dos Estados Unidos e também de medidas internas no Brasil, que são medidas fiscais para equilibrar a vida do setor”, acrescentou Renato Cunha, presidente do Sindaçúcar/PE.

Em conversas com representantes dos usineiros nas últimas semanas, Araújo vinha afirmando que estava “próximo” de fechar um acordo com os Estados Unidos que beneficiaria as usinas. A principal contrapartida seria o aumento da cota de importação de açúcar brasileiro pelos Estados Unidos. O chanceler também vinha sinalizando que teria um compromisso do governo de Donald Trump de garantir o aumento da mistura de etanol na gasolina no mercado americano, hoje em 10%.

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Nos últimos dias, os representantes das usinas sucroalcooleiras ainda reforçaram com o governo pedidos de isonomia tributária — atualmente, os importadores de etanol obtêm crédito de PIS/Cofins, o que não ocorre quando compram etanol produzido no país.

Os dirigentes também pediram que a Receita Federal regulamente a nova tributação dos Créditos de Descarbonização (CBios) em 15% sobre a receita, e não em 34%. A medida foi aprovada depois que os deputados derrubaram um veto do presidente Jair Bolsonaro à Lei do Agro, que tratada sobre o tema.

Em cinco meses da safra atual (2020/21), quando a cota anterior ainda estava vigente, o Brasil importou 200 milhões de litros de etanol dos Estados Unidos, 80% do total importado. As importações, porém, costumam se concentrar na entressafra do Centro-Sul, entre janeiro e março.

O volume previsto na nova cota é pequeno se comparado ao consumo nacional. Em agosto, as usinas do Centro-Sul venderam 2,4 bilhões de litros de etanol anidro e hidratado no mercado interno. Entretanto, o produto importado costuma pressionar o mercado do Nordeste, por onde entra a maior parte do volume e onde 30% das usinas produzem apenas etanol.

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