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Mauro anuncia retomar obras paradas e iniciará novas com recursos do Fethab; Barra do Bugres também será beneficiada

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O governador Mauro Mendes anunciou, há pouco, durante o encontro “cidades de Mato Grosso – fórum de governo e prefeituras”,  a retomada e início de 114 ordens de serviços integram obras inscritas nos programas de financiamento da secretaria de Infra-estrutura, chegando a R$ 585 milhões em investimentos e 540 km de malha rodoviária construída, restaurada ou com manutenção prevista. Do montante total, R$ 419 milhões são para obras rodoviárias e R$ 166 milhões para execução de pontes. Mauro explicou que os recursos são do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) e também de financiamentos já contratualizados pelo Estado.  A prioridade neste momento é dar sequência nas obras que já foram iniciadas e que estavam paradas.

Na lista de obras retomadas, 50 são relacionadas a rodovias, incluindo serviços de construção, restauração e manutenção previstos nos programas MT Integrado, Prodestur, Pro-Restaura e Pro-Concreto, além dos contratos de manutenção de estradas estaduais pavimentadas que abrangem nove regiões: Cuiabá, Cáceres, Tangará da Serra, Juína, Alta Floresta, Sinop, Confresa, Água Boa e Rondonópolis.

Um dos trechos contemplados está na MT-351, no entroncamento da Rodovia Emanuel Pinheiro, MT-251, até o Lago do Manso, num total de 78 km. E ainda o trecho de Chapada dos Guimarães, chegando ao Trevo do Gardez, no entroncamento da MT-140. O trajeto é um dos mais demandados no entorno da capital.

Serão retomados, por exemplo, a pavimentação da rodovia MT-140, no entroncamento com a BR-070, ligando Campo Verde a Nova Brasilândia (MT-251), os trechos da MT-020, na região de Paranatinga, bem como trajetos da MT-343, de Cáceres, Porto Estrela, chegando a Barra do Bugres (MT-246).

Outro trecho contempla a região norte de Mato Grosso, na MT-222, em Sinop (MT-010). A revitalização do Anel Viário de Rondonópolis também está entre as obras contempladas e a Sinfra se prepara para realizar a licitação.

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As outras 64 ordens de serviços referem-se à construção de pontes de concreto, previstas nos programas Pro-Concreto e ainda no Prodestur, o qual prevê a instalação de pontes em trechos turísticos na região de Porto Jofre, no Pantanal, e Chapada dos Guimarães.

Dentre as ordens de serviço está a retomada para conclusão da ponte da Avenida W11, em Rondonópolis, construída sobre o Rio Vermelho, na área urbana da cidade. Outra obra inclusa é a ponte na rodovia Palmiro Paes de Barros, lingando Cuiabá a Várzea Grande, no entroncamento dos bairros Parque Atalaia, na capital, e Parque do Lago, na cidade vizinha.

Com o novo Fethab, feito no início do ano, 30% da arrecadação desse fundo entra diretamente para uma conta especial ligada a Sinfra, garantindo a aplicação desse dinheiro em obras de infraestrutura. A previsão é de arrecadar cerca de R$ 450 milhões até dezembro Até o momento, o Estado arrecadou cerca de R$ 100 milhões.  “Esse dinheiro nos permitiu fazer um planejamento de quais obras retomar ou iniciar, para que pudéssemos chegar aqui hoje e dar ordem de serviço tendo a absoluta certeza que essas obras vão começar e vão terminar, porque tem o dinheiro garantido pelo Fethab”, explicou o governador.

Entre os programas abrangidos estão o MT Integrado, criado para garantir o desenvolvimento econômico e social dos municípios, interligando as cidades mato-grossenses por meio de rodovias asfaltadas; o Prodestur, que tem como alvo a realização de investimentos de infraestrutura nas regiões que formam o chamado “Corredor Turístico”; o Pró-concreto, destinado à construção de pontes de concreto no Estado; e o Restaura – voltado à restauração de rodovias.

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Segundo o secretário de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira, esse pacote de retomada de obras é resultado do trabalho de planejamento que a equipe da Sinfra vem conduzindo desde o início da atual gestão e contempla as nove regiões do Estado com serviços de construção, revitalização e manutenção de rodovias, bem como a edificação de pontes de concreto.

“Queremos mostrar para a população de Mato Grosso que o governo nesses três meses não ficou parado. Estávamos trabalhando, revendo projetos e planilhas, fazendo planejamento para que agora, no final do período de chuva, quando começa realmente o período bom para trabalhar nas estradas, nós liberássemos as empresas por meio das ordens de serviço”, destacou.

Conforme dados apresentados pelo secretário de Infraestrutura durante o Fórum, Mato Grosso tem hoje cerca de 25 mil quilômetros de rodovias estaduais não pavimentadas e sete mil de rodovias pavimentadas. São 2.166 pontes de madeira, 349 de concreto e 42 pontes mistas.

O governador também falou sobre o trabalho em parceria do Estado com as associações, consórcios e prefeituras. Por meio de Parceria com as associações, as chamadas PPPs sociais, a projeção é de sejam pavimentados 600 km de estradas por ano. Depois de prontas, essas rodovias serão mantidas e pedagiadas pelas próprias associações.

Também por meio de parcerias, a previsão é de que sejam feitos 15 mil km de manutenção em rodovias não pavimentadas, 400 km de manutenção em rodovias pavimentadas (tapa-buracos), e 1.000 metros de manutenção em pontes de madeira.

A informação é da assessoria do governo.

Só Notícias (foto: Mayke Toscano)

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Quinta-feira (25): Mato Grosso registra 12.601 casos e 476 óbitos por Covid-19

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Há 211 internações em UTI e 236 em enfermaria; taxa de ocupação está em 87,9% para UTIs está e em 28,9% para enfermarias

Ana Lazarini | SES-MT

Reunião no LACEN-MT Sobre o projeto ZIBRA – Foto por: Tchélo Figueiredo – Secom/MT

Reunião no LACEN-MT Sobre o projeto ZIBRA

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta quinta-feira (25.06), 12.601 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 476 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado. As 31 mortes mais recentes envolveram residentes de Pontes e Lacerda, Vila Bela da Santíssima Trindade, Várzea Grande, Cuiabá, Rondonópolis, Jaciara, João Ramalho (SP), Canarana, Santa Carmem, Curvelândia e Porto Estrela.

Dentre os 20 municípios com maior número de casos de Covid-19, estão Cuiabá (3.132), Rondonópolis (983), Várzea Grande (968), Sorriso (539), Primavera do Leste (501), Tangará da Serra (445), Lucas do Rio Verde (411), Sinop (333), Nova Mutum (314), Pontes e Lacerda (311), Confresa (287), Campo Verde (282), Cáceres (184), Barra do Garças (183), Campo Novo do Parecis (159), Querência (149), Alta Floresta (135), Nossa Senhora do Livramento (129), Matupá (122) e Jaciara (119).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada no Boletim anexado ao final desta matéria.

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Nas últimas 24 horas, surgiram 1.036 novas confirmações no Estado. A área técnica esclareceu que foram corrigidas seis ocorrências de duplicidade no sistema. Além disso, um caso anteriormente notificado em Mirassol D’Oeste foi reposicionado para Cáceres, município de residência do paciente.

Dos 12.601 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 7.155 estão em isolamento domiciliar e 4.437 estão recuperados. Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 211 internações em UTI e 236 em enfermaria. Isto é, a taxa de ocupação está em 87,9% para UTIs e em 28,9% para enfermarias.

Considerando o número total de casos em Mato Grosso, 50,5% dos diagnosticados são do sexo feminino e 49,5% masculino; além disso, 3.436 pacientes têm faixa-etária entre 31 a 40 anos. O documento ainda aponta que um total de 16.524 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 1.062 amostras em análise laboratorial.

Os pacientes são devidamente acompanhados pelas equipes de Vigilância Epidemiológica do Estado e dos municípios. Mais informações estão detalhadas na Nota Informativa divulgada diariamente pela SES disponível neste link, a partir das 17h.

Cenário nacional
Nesta quinta-feira (25), o Governo Federal confirmou 1.228.114 casos da Covid-19 no Brasil e 54.971 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 53.830 mortes e 1.188.631 casos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

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Recomendações
Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;
– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
– Evitar contato próximo com pessoas doentes. Ficar em casa quando estiver doente;
– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;
– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

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  • BOLETIM INFORMATIVO 109

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Diferencie fome emocional da fome física

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*Alessandra Augusto, psicóloga clínica

Imagem ilustrativa – Google

Durante a pandemia do novo coronavírus, muitos de nós ficamos mais ansiosos com medo do futuro e com a sensação de que todos os dias parecem iguais. Além disso, tem-se notado outra consequência dessa ansiedade: as pessoas têm falado que estão sentindo mais fome. Mas será que se trata realmente de fome? Você sabe qual a diferença entre a fome física e a emocional?

Na fome física é algo biológico. Acontece de forma gradativa e normalmente aparece a cada três horas após a última refeição. Além disso, sentimos o estômago vazio e alguns têm a sensação de fraqueza e tonturas. Já na fome emocional, a vontade de se alimentar aparece de forma impulsiva, alguns minutos após cada refeição e a procura normalmente é por alimentos doces e com gordura. As escolhas costumam não ser saudáveis, como, por exemplo, a busca por chocolates, biscoitos e salgados.

É importante reforçar que a fome emocional não é uma necessidade real. As pessoas muitas vezes têm dificuldades de interpretar corretamente as emoções que sentem e acabam descontando na comida. Estamos vivendo em tempos de fortes emoções devido à pandemia. Em nossa atual situação, é normal ficarmos ansiosos, com medo do presente e futuro, rodeados de incertezas, entre outras emoções.

Por esse motivo, é essencial identificar o que causa a fome emocional. Pode estar relacionada ao excesso de tarefas, pressões do dia a dia e falta de dinheiro. É importante observar também se ela antecede algum evento ou situação que cause medo, ansiedade ou estresse. Quando é identificada a verdadeira causa e a emoção disso, é possível conseguir controlar esse comportamento.

Algumas consequências podem ser dificuldade de emagrecimento, aumento de peso repentino, estados depressivos pela frustração por não conseguir cumprir metas e dietas. 

O tratamento com o psicólogo é baseado em entender as emoções, o momento de vida do indivíduo, ajudando-o a organizar seus pensamentos para ter habilidade emocional para lidar com a demanda do dia a dia. Portanto, busca ajuda profissional. Hoje, a tecnologia tem sido uma grande aliada. Não tenha preconceito com os atendimentos online. Eles podem ter a mesma eficácia do presencial. O importante é você conseguir se cuidar sem demora.

*Alessandra Augusto é Formada em Psicologia, Palestrante, Pós-Graduada em Terapia Sistêmica e Pós-Graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental e em Neuropsicopedagogia. É a autora do capítulo “Como um familiar ou amigo pode ajudar?” do livro “É possível sonhar. O Câncer não é maior que você”.

Joyce Nogueira  –  Assessora de Imprensa

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