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Milho: Clima nos EUA segue pressionando e cotações abrem a 2ªfeira com alta em Chicago

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As principais cotações registravam altas entre 2,50 e 3,00 por volta das 08h53 (horário de Brasília) desta segunda-feira (29)

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Milho: Clima nos EUA segue pressionando e cotações abrem a 2ªfeira com alta em Chicago

A semana começa com os preços internacionais do milho futuro valorizados na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam altas entre 2,50 e 3,00 por volta das 08h53 (horário de Brasília) desta segunda-feira (29). O vencimento setembro/19 era cotado à US$ 4,17 com alta de 2,75 pontos, o dezembro/19 valia US$ 4,27 com elevação de 3,00 pontos e o março/20 era negociado por US$ 4,37 com valorização de 2,50 pontos.

Segundo informações da Successful Farming, os futuros de grãos foram maiores no comércio durante a noite em meio a um clima seco em andamento na maior parte do Meio-Oeste dos Estados Unidos.

“Pouca chuva está prevista no Cinturão do Milho até agora para esta semana, de acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia, o que poderia aumentar o estresse das culturas após o plantio tardio e uma onda de calor que durou cerca de uma semana no Centro-Oeste”, aponta o analista Tony Dreibus.

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) deve divulgar seu novo relatório apontando as condições das lavouras. De acordo com informações da Allendale, são esperados que 56% das áreas de milho estejam em boas ou excelentes condições, contra as 57% da última segunda-feira (22) e 58% da semana anterior.

Bolsa de Chicago encerra semana em baixa e milho cai mais de 3% nos últimos sete dias

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A semana chega ao final com desvalorizações para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram baixas entre 2,75 e 4,00 pontos nesta sexta-feira (26).

O vencimento setembro/19 teve queda de 4,00 pontos valendo US$ 4,14, o dezembro/19 valeu US$ 4,24 com baixa de 3,00 pontos e o março/20 foi cotado à US$ 4,34 com 2,75 pontos de desvalorização.

Esses índices representaram perdas, com relação ao fechamento da última quinta-feira, de 0,96% para o setembro/19, 0,70% no dezembro/19 e 0,69% para o março/20.

Com relação ao fechamento da última sexta-feira (19), os futuros do milho registraram desvalorizações de 3,72% no contrato setembro/19 e 2,53% no dezembro/19, na comparação dos últimos sete dias.

Segundo informações da Agência Reuters, os preços do milho diminuem com os últimos dados divulgados pelos USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), dando conta de que as exportações estão mais fracas, pesando mais do que as preocupações do mercado com a qualidade e quantidade da safra americana.

“Após as vendas de exportação de milho da safra anterior na semana até 18 de julho serem de 121.200 toneladas, uma queda de 59% em relação à média anterior de quatro semanas, os distribuidores afirmaram que as preocupações do mercado com a produção de milho diminuíram um pouco, já que os modelos meteorológicos atualizados mostraram previsão do clima mais favorável no curto prazo em várias regiões importantes dos EUA”, diz P.J. Huffstutter da Reuters Chicago.

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“Os traders já retiraram o suficiente do prêmio de risco relacionado ao clima, o que está permitindo que o mercado se estabilize”, disse Karl Setzer, analista de risco de mercado de commodities da AgriVisor LLC.

Ainda assim, as ameaças à produção permanecem, já que as previsões de tempo muito quente e seco podem retornar ao centro-oeste dos Estados Unidos nas próximas duas semanas, especialmente em partes dos estados produtores de Illinois, Iowa e Indiana, disse o Commodity Weather Group.

Mercado Interno

No mercado físico brasileiro, a quinta-feira registrou cotações permanecendo sem movimentações, em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, não foi registrada nenhuma desvalorização.

Já valorizações foram percebidas apenas na praça de Dourados/MS (1,72% e preço de R$ 29,50).

A XP Investimentos analisa que o mercado físico de milho encerra a semana pressionado e com pouco volume. “Enquanto os participantes acompanham Chicago, o fluxo brasileiro se restringe ao de entrega das negociações do início da safrinha. Lá fora, as desvalorizações acontecem após melhoras das condições de lavoura e das fracas exportações americanas. Nos portos, inclusive, as indicações de negócios recuaram para R$ 37,00/sc, baixa de R$ 0,50/sc”.

A Radar Investimentos divulgou que o mercado físico do milho teve ligeira queda em boa parte das regiões produtoras. O bom andamento da colheita e os recuos do dólar foram as principais causas para este movimento.

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Altos custos na produção de soja preocupam agricultores de Mato Grosso

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O valor é 7,5% mais alto do que na safra passada. Esse valor deve representar o recorde negativo de maior custo de produção, superando os valores de 2016/2017, quando o produtor gastava, em média, R$ 3,8 mil para plantar a soja

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Altos custos na produção de soja preocupam agricultores de Mato Grosso

Produtores do oeste de Mato Grosso estão preocupados com os custos para a próxima safra de soja. De acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o investimento necessário para plantar um hectare do grão no estado fica em torno de R$ 3,9 mil.

O valor é 7,5% mais alto do que na safra passada. Esse valor deve representar o recorde negativo de maior custo de produção, superando os valores de 2016/2017, quando o produtor gastava, em média, R$ 3,8 mil para plantar a soja.

De acordo com o instituto, o que mais tem puxado para cima os custos de produção são a alta do dólar e os fertilizantes, que tiveram os preços reajustados em quase 24%. Herbicidas, fungicidas e sementes também apresentam altas.

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Uma consequência é que o produtor Luciano Resende resolveu reduzir a área plantada. “É um ano de desafio para a cadeia do produtor rural”, avalia.

Segundo ele, em 2018 a saca de soja era vendida entre US$ 19 e US$ 21 dólares. ?Este ano, nós estamos vendendo a US$ 16, US$ 17?, conta.

Fonte: Globo Rural

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Exportação de carnes saltarão de 7 mi de ton para 9,3 mi de ton ao final da década

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De acordo com o estudo, no período, as exportações dos três tipos devem crescer 3% ao ano

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Exportação de carnes saltarão de 7 mi de ton para 9,3 mi de ton ao final da década

As vendas externas de carnes (bovina, frango e suína) saltarão de 7 milhões de toneladas para 9,3 milhões de toneladas ao final da década, com destaques para carne suína (+34%) e de frango (+33%), aponta análise do Ministério da Agricultura divulgado nessa sexta-feira (26). De acordo com o estudo, no período, as exportações dos três tipos devem crescer 3% ao ano.

“O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, 2019) classifica o Brasil em 2028 como primeiro exportador de carne bovina, sendo a Índia o segundo, seguida pela Austrália e Estados Unidos. Nas exportações de carne de porco, o Brasil é classificado em quarto lugar, atrás da União Europeia, Estados Unidos e Canadá. Em carne de frango, o Brasil fica em primeiro lugar nas exportações, seguido pelos Estados Unidos e União Europeia”, aponta o estudo.

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O trabalho não avaliou os impactos do Acordo Mercosul – União Europeia, firmado em junho, em Bruxelas.

Fonte: MAPA

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